Mato Grosso
Corregedoria Participativa fortalece vínculo entre Justiça e sociedade na região Oeste
Nesta segunda-feira (14 de agosto), o programa Corregedoria Participativa promoveu um encontro no Fórum de Mirassol D’Oeste, sob a orientação do corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira. O evento reuniu servidores da Comarca de Mirassol D’Oeste e São José dos Quatro Marcos, marcando o início de uma semana de atividades na região Oeste do Estado. A iniciativa tem como objetivo aproximar o Poder Judiciário da sociedade civil e dos jurisdicionados, reforçando o compromisso com a transparência, participação e aprimoramento do sistema judiciário.
Durante a cerimônia, o corregedor-geral prestou homenagem aos colaboradores das comarcas, reconhecendo o comprometimento dos servidores mais antigos, Paulo Roberto Galeano de Mirassol D’Oeste, e Rosimeire Delfano de São José dos Quatro Marcos. O técnico judiciário, Pedro Gonçalves, falou sobre desafios diários na comarca e falou sobre a iniciativa da Corregedoria. “A vinda da corregedoria é positiva pois podemos falar diretamente sobre a situação da comarca”, elogiou.
Visitas Institucionais – Uma série de visitas institucionais marcaram o período vespertino em Mirassol. O corregedor acompanhado da juíza-auxiliar Christiane Marques se reuniu com o prefeito de Mirassol, Héctor Álvares Bezerra, no Paço Municipal. Na oportunidade o magistrado aproveitou para falar sobre a realização da Semana Nacional de Regularização Fundiária – Solo Seguro – que será realizada de 28 de agosto a 01 de setembro, iniciativa que tem como foco a entrega de títulos de propriedade, contribuindo para a segurança jurídica e a regularização de imóveis no Estado.
Além disso, acompanhado pelo juiz-auxiliar Cajando, o corregedor visita de cortesia à Defensoria Pública. Foi recebido pelo defensor Carlos Wagner, com quem discutiu questões pertinentes ao acesso à justiça e à assistência jurídica àqueles que mais necessitam.
A juíza Sabina Andrade Galdino Rodrigues, em nome de todos os magistrados e servidores da comarca, agradeceu o reconhecimento do corregedor pelo comprometimento da equipe em oferecer uma justiça eficiente e acessível a todos os cidadãos. “Essa demonstração de reconhecimento energiza os esforços diários da equipe em busca de uma prestação jurisdicional cada vez mais eficaz e cidadã”, declarou.
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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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