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Política MT

CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal vai ouvir mais dois convidados na tarde de hoje (25)

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Foto: Helder Faria

A CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal, instalada na Assembleia Legislativa, vai ouvir hoje (25), às 14 horas, o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis e o secretário-adjunto da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Fábio Fernandes Pimenta. Este vai representar o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho Júnior.

Os convidados devem falar sobre os procedimentos que foram tomados com relação às últimas CPIs da Cooamat (Cooperativa Agroindustrial de Mato Grosso) realizada em 2014, e da Renúncia e Sonegação Fiscal instalada em 2015.

A oitiva será na sala das comissões, 201. A reunião pode ser acompanhada pela imprensa e pelo público interessado às ações da CPI. De acordo com a equipe técnica da CPI, os deputados devem abranger com Fábio Pimenta o depoimento do empresário de combustível e presidente do Sindipetróleo, Aldo Locatelli.

Na última terça-feira (23), o empresário afirmou à CPI que existem em Mato Grosso “três postos de facções criminosas lavando dinheiro para o Comando Vermelho”. Segundo Locatelli, o estado deixa de arrecadar, em função da sonegação, mais de R$ 425 milhões por ano.

Os deputados têm um prazo de 180 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, para realizar os trabalhos. No Final a CPI produzirá um relatório que será encaminhado às autoridades competentes ao assunto.

Serviço:

Evento: Reunião da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal.

Convidados: Procurador-geral do Estado, Francisco de Assis, e o secretário-adjunto da Sefaz, Fábio Fernandes Pimenta.

Veja Mais:  “Caso ocorra aliança do PL com o governador, vou isentar o apoio e atuar de forma independente”, diz Delegado Claudinei

Local: Assembleia Legislativa, sala das comissões, 201.

Data: Hoje (25), às 14 horas.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

Veja Video:

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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