Política MT
CST da Saúde Mental estabelece destinação de recursos previstos na LOA para 2024
A primeira reunião da Câmara Setorial Temática (CST) da Saúde Mental, realizada na quinta-feira (8), apresentou a proposta de distribuição dos recursos previstos para este ano. Em 2023, a CST conseguiu garantir a implantação e fortalecimento da rede de atenção psicossocial nos municípios e a qualificação de profissionais. Para o ano de 2024, serão R$ 20 milhões, previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA), e um total de R$ 87 milhões para o Plano Plurianual (PPA 2024-2027).
O presidente da CST da Saúde Mental, deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), trouxe aos integrantes da CST e participantes da reunião uma sugestão para aplicação dos recursos. Serão R$ 12.278.480 para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) existentes, sendo R$ 1.364.275 por mês.
Também estão previstos R$ 1.619.010 milhão para 15 CAPS que serão implantados, sendo R$ 17.989 para custeio mensal por um período de seis meses. Outros R$ 2.446.500 como incentivo para a instalação de CAPS 1, R$ 1.856.010 para instalação de residências terapêuticas e R$ 1.800.000 voltado à qualificação em saúde mental para os profissionais que atuam na Rede da Atenção Psicossocial (RAPS).
A construção da proposta foi feita com a participação de representantes do Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT), da Secretaria de Estado da Saúde (SES), do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems/MT) da Defensoria Pública de Mato Grosso, entre outros profissionais e representantes da sociedade civil.
De acordo com o deputado Carlos Avallone, foram priorizadas ações que garantam o funcionamento das redes de atendimentos nos municípios, a capacitação dos profissionais e agora entrará na pauta a questão do fornecimento de medicamentos, que foi apontado como um problema.
“A proposta apresentada foi validada hoje e agora será apresentada à AMM [Associação Mato-Grossense de Municípios], uma vez que a destinação será fundo a fundo, ou seja, destinado diretamente na conta do fundo de saúde municípios. Vamos também fazer a sensibilização dos prefeitos, porque serão implantados mais 15 CAPS nos municípios e ainda tem quatro residências terapêuticas que serão instaladas em municípios pólos estabelecidos pela SES. E vamos continuar avançando, serão criados alguns grupos de trabalho, até para acompanhar a questão dos medicamento”, resumiu o deputado.
O promotor Milton de Mattos, que acompanha a CST da Saúde Mental, disse que a proposta é muito boa, inclusive com a previsão de recursos para os municípios manterem os CAPS que serão implantados durante um tempo e para a capacitação dos profissionais, uma vez que nem todos os municípios terão médicos psiquiatras disponíveis e será preciso qualificar os clínicos para o atendimento. “O Ministério Público vem acompanhando e, inclusive, estivemos presentes na sensibilização do governador Mauro Mendes para viabilização dos recursos na LOA. Nós vamos continuar acompanhando os trabalhos, atuando em parceria com a CST”, afirmou Mattos.
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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