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CST que Combate Violência contra Mulher define detalhes para audiências

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A 10ª reunião da Câmara Setorial Temática (CST) que Combate a Violência contra mulher em Mato Grosso serviu para os membros definirem a conclusão do Planejamento Estratégico e ainda, os detalhes da primeira de uma série de seis audiências públicas no interior do estado, com abertura em Cáceres- nesta sexta-feira (13).

Durante a reunião de terça-feira (9/9), a presidente da CST, desembargadora Maria Erotides Kneip marcou uma reunião extraordinária para esta quarta-feira (10/9), no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, com todos os membros da câmara, para acertar o arremate de alguns pontos referentes ao Planejamento Estratégico.

“Resolvemos dilatar o prazo para alguns reajustes finais. Na verdade o Planejamento está praticamente concluído, mas a gente tem que passar item por item, meta por meta e ação por ação, verificando os responsáveis, para que não seja algo impossível de se cumprir. Queremos um planejamento muito bem feito como esse foi construído e também desejamos que seja executável e executado perfeitamente dentro do prazo”, afirmou a presidente da câmara.

Na opinião de Maria Erotides, o Planejamento Estratégico foi concluído com alguns remanejamentos. Segundo ela, a reunião da quarta-feira será para acertar pequenos detalhes.

“Após a execução  do planejamento, teremos uma atividade que precisa ser seguida como o mapeamento das mulheres para esses organismos que cuidam. A gente vai marcar datas para apresentar os trabalhos finais para a comissão, porque, em novembro, termina o prazo para a entrega dos relatórios das audiências públicas com todos os dados levantados e atividades do planejamento cumpridas”, prevê ela.

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No encontro de quarta-feira os membros da CST vão elaborar as minúcias e modelos das audiências públicas, como por exemplo, público alvo a atingir e, principalmente, o regimento.

“Entendo que estamos dentro da programação elaborada, pois o tempo é corrido e exige muito, mas é dentro do calendário que elaboramos. Estamos colhendo resultados, inclusive, com a abertura de novos espaços que era o que precisávamos”, ressaltou Maria Erotides.

Outro ponto abordadofoi quanto aos objetivos alcançados. A presidente da CST manteve o item que garante políticas públicas que promovam a ampliação do acesso e permanência das mulheres no ensino profissional e superior, com destaque para as áreas científicas e tecnológicas, considerando-as em sua diversidade aos moldes do Plano Estadual para Mulheres. No entanto, acrescentou para indicadores a quantidade de vagas disponibilizadas e ainda, o número de parceiros.

O calendário das audiências públicas ficou assim definido pela equipe técnica da CST: dia 13/09 – Cáceres; dia 26/09 – Rondonópolis; 30/09 – Barra do Garças; 11/10 – Tangará da Serra; 18/10 – Sinop; e 31/10 – Várzea Grande. Ficou mantida apenas a data da entrega do relatório final da CST, que acontecerá dia 10/12 no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. Para esses eventos serão mobilizadas comunidades, associações, representações públicas, Câmaras Municipais e Prefeituras.

Integrantes – Além da presidente desembargadora Maria Erotides Kneip, integram a CST a defensora pública Rosana Leite de Barros, como relatora; professora Jacy Proença, como secretária, e os membros Lindinalva Rodrigues, Josyrleth Magalhães Criveletto, Amini Haddad Campos, Glaucia Anne Kelly Rodrigues Amaral, Clarissa Lopes, Mayana Vitória de Souza Alves, Vera Bertolini, Eliana Vitalino, Eliane Rodrigues de Lima, Telma Reis, Luciana Rosa Gomes, Willian Cesar de Moraes e Tânia Mara Arantes Figueira.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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