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Nacional

Datena diz que vai para o partido que Bolsonaro escolher

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Divulgação

“Se sair apoiado pelo Bolsonaro, saio (candidato) pelo partido que ele for”, diz Datena

O apresentador José Luiz Datena disse ao jornal Estadão que se receber apoio do presidente para a disputa pela Prefeitura de São Paulo, será candidato pelo partido que Jair Bolsonaro escolher.

Recém-desfiliado do DEM, o jornalista informou que abre mão da ideologia para apoiar Bolsonaro. A declaração foi dada em meio divisão do PSL e o risco do presidente deixar a legenda.

“Se sair apoiado pelo Bolsonaro, saio (candidato) pelo partido que ele for. Claro que sim. Mas não seria afinidade partidária”, disse Datena, que lidera pesquisas eleitorais.

Para o presidente, apresentador tem potencial de se eleger ‘por qualquer partido’ e sem dinheiro. “Datena é a menina mais bonita da praça”, disse durante a visita que fez à sede do Grupo Estado, nesta quinta-feira, 10. A “praça” à qual o presidente se refere é São Paulo, o maior colégio eleitoral do País. “Nós vamos conversar com o Datena. Tenho uma simpatia por ele”, completou.

Já a deputada federal Joice Hasselmann (PSL) não se deu por vencida pela declaração do presidente Jair Bolsonaro, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo , de que vê o apresentador José Luiz Datena como uma opção para disputar a prefeitura de São Paulo pelo PSL.

“Só posso dizer que sou candidata e ponto. Quem define o melhor nome é o povo. Mas creio que o presidente não trabalharia para sangrar uma fiel aliada que fez campanha para ele no Brasil inteiro”, declarou Joice.

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Nacional

Confúcio Moura critica retorno de aulas presenciais em 2020

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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) afirmou, em pronunciamento nesta terça-feira (7), ser contrário ao retorno das aulas presenciais nas escolas até que a pandemia de covid-19 esteja sob controle. Qualquer decisão que não observe esse critério, continuou o senador, é duvidosa e põe em risco a saúde das crianças e das pessoas com as quais elas convivem, especialmente as pertencentes a grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças crônicas.

Ele reconheceu a dificuldade que os governantes enfrentam ao ter de tomar uma decisão, especialmente porque pais fazem pressão para que as aulas sejam retomadas presencialmente. Afinal, com os filhos na escola, os adultos também poderão sair de casa e retomar suas atividades.

Para Confúcio Moura, o momento é de prudência. Como forma de mitigar o problema da falta de aulas presenciais, ele defende que, em 2020, nenhum aluno seja reprovado e que as escolas continuem as atividades no modelo remoto. Para ele, é melhor continuar nesse “fingimento” do que colocar em risco a vida das pessoas.

— Então, vai lá, e no ano que vem, a gente pode fazer uma grande composição do ano 2020 com o ano 2021, juntando os dois anos em um e intensificando o ano 2021, sem férias, para compensar um no outro. E neste ano, ninguém reprova — sugeriu.

Confúcio Moura lembrou ainda que o país sequer tem um ministro da Educação para liderar a tarefa de coordenar e orientar a retomada das aulas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Girão vê crise entre Poderes e pede que Congresso exerça seu papel

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirmou, em pronunciamento nesta terça-feira (7), que algumas instituições brasileiras estão “quase apodrecidas”. Para Girão, vivemos uma crise política entre o Poder Judiciário e o Poder Executivo.

— Eu vejo que nesse aspecto está havendo uma interferência muito forte do Poder Judiciário, não deixando o presidente da República trabalhar como deveria. Ao mesmo tempo, percebo também uma tentativa do Poder Executivo de interferir na Polícia Federal. O que está estabelecido hoje é esse conflito entre os dois Poderes. 

O senador disse ainda que o Poder Legislativo está sendo omisso, sem exercer seu papel.

— Infelizmente nós temos hoje o foro privilegiado, que é um guarda-chuva de corrupção no Brasil. Os senadores e parlamentares são julgados pelo Supremo Tribunal Federal, e o STF é para ser julgado pelo Senado. Isso não está batendo, não está acontecendo. Um está protegendo o outro. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Parlamentares criticam dificuldades para microempresários obterem crédito

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A comissão criada pelo Congresso Nacional para acompanhar as ações de enfrentamento da covid-19 ouviu nesta terça-feira (7) relatos de microempresários sobre como está o acesso ao crédito. Parlamentares como a senadora Kátia Abreu (PP-TO) chamaram a atenção para a demora na chegada dos recursos enquanto o governo disse que o crédito está chegando e que está tomando medidas para melhorar o programa de auxílio aos pequenos negócios. A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado.

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