Política MT
Defensoria Pública, órgão cidadão
Foto: ELIEL TENORIO PEREIRA
Na minha modesta trajetória política, sempre me pautei pela ética, moralidade, retidão de caráter e, principalmente, pelo cumprimento de propostas e promessas de campanha, por mim empenhadas a órgãos e instituições, que auxiliem e implementem políticas públicas de inclusão social, principalmente aos cidadãos, que necessitam de serviços essenciais de forma gratuita, principalmente aquelas pessoas humildes que se encontram na base da pirâmide econômica. Fui eleito com uma votação expressiva – 21.347 votos totalizados (1,41% dos votos válidos), entre os 141 municípios do Estado, em apenas uma cidade não obtive votos, e trabalharemos incessantemente para que possamos atingir e levar aos 141 municípios ações que possam minimizar a dor eo sofrimento; principalmente daqueles municípios que se encontram em extrema vulnerabilidade social.
Diante dessa urgente necessidade, ainda durante a minha campanha eleitoral, predisse à Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, caso eleito fosse, uma ajuda, no sentido de fazer gestão junto ao governo do estado, na tentativa de minimizar, tanto os déficits de mão de obra, como também os de receita.
O processo democrático de discussão sobre temas de interesse público passa, necessariamente, pela convocação de audiência pública; momento em que acontece ampla discussão, em que se vislumbram a comunicação entre os vários setores da sociedade e as autoridades públicas.
Realizamos no dia 20, segunda-feira, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, uma audiência pública onde foram debatidos projetos e ideias em favor dos profissionais que compõem o quadro de defensores públicos do estado, visando discutir mecanismos que possam melhorar as condições de trabalho dos profissionais dessa conceituada instituição pública.
Dessa audiência pública, obtivemos um raio-X das reais necessidades e demandas dessa gloriosa instituição, instalada a partir do Decreto 2.262, de 13 de maio de 1998, assinado pelo governador Dante Martins de Oliveira, visando atender principalmente os menos favorecidos pela sorte, dando-lhes orientação jurídica e a defesa, em todos os graus.
Dos 141 municípios de Mato Grosso, somente 41 comarcas e 83 cidades, a Defensoria Pública está presente. No total, são 38 comarcas e 58 municípios, que não dispõe da presença da Defensoria.
A atuação mais premente desta renomada instituição pública tem como vertente, o atendimento no serviço de saúde pública, onde famílias de baixa renda buscam assistência, por meio judicial, para a manutenção da vida de seus familiares, mesmo assim, por falta de leitos e UTIs, muitos ainda acabam morrendo.
A questão custo benefício foi dita por quem realmente conhece as reais necessidades dessa conceituada instituição, o defensor-geral, Clodoaldo Queiroz, falou, “o cidadão precisa saber que os advogados particulares (advogado dativo, que não pertencente à Defensoria Pública, mas exerce o papel de defensor público) são atribuídos por juízes para atuarem em casos nos municípios nos quais a Defensoria não está presente e, para isso, são usados em torno de R$ 40 milhões a 45 milhões ao ano e isso acaba onerando o estado, pois hoje um advogado pela Defensoria Pública custa em média R$ 300 reais aos cofres públicos, enquanto um advogado particular, para a mesma causa, pode sair por até R$ 10 mil”, quanta diferença.
O cair é do homem, o levantar é de Deus!
*Elizeu Nascimento é deputado estadual pelo DC.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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