Política MT
Delegado Claudinei solicita testes de Covid-19 para atender integrantes da Segurança Pública
Os testes de Covid-19 evitará que unidades de segurança pública sejam fechadas com a confirmação de servidores públicos com a doença.

Foto: Assessoria
A segurança pública é uma das categorias que mantém continuidade aos serviços em atendimento à população na pandemia de Covid-19. Com foco de proteger a integridade física dos servidores públicos deste segmento, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), em sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta terça-feira (20), apresentou indicação sobre a necessidade de disponibilizar testes do novo coronavírus aos integrantes da segurança pública, assim que for constatado algum infectado na unidade que estiverem lotados.
A proposição foi direcionada à presidência da ALMT, Secretarias de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e de Saúde (Ses-MT) de Mato Grosso. “Os dados que obtive pela Secretaria de Saúde, foi confirmado casos de profissionais que atuam na segurança pública, sendo um da própria Sesp, cinco policiais militares e nove policiais civis. Já, a Politec e Corpo de Bombeiros Militar não tiveram servidores contaminados”, informa Claudinei.
Durante a explanação, o parlamentar expôs que uma unidade da segurança pública não pode ter as suas atividades interrompidas, quando tiver um caso confirmado de Covid-19, pois prejudicaria muito o atendimento à sociedade mato-grossense. “A intenção é que com os testes que atenderia todos os integrantes e profissionais que atuam em Mato Grosso, continuem atendendo à população e evite novas contaminações em seu local de trabalho”, completa.
Segurança Pública
De acordo com o investigador e vice-presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso (Sinpol – MT), Gláucio Castañon, os casos confirmados do novo coronavírus em servidores da segurança pública ocorreram em Barra dos Garça, Várzea Grande e Cuiabá. “É importante essa iniciativa do deputado Delegado Claudinei. Tivemos que resolver juridicamente, infelizmente, para conseguir a disponibilidade dos testes. Tanto que o Sinpol ingressou com ação judicial para ver se consegue. A iniciativa política do deputado é de grande valia para este momento”, comenta.
Gláucio conta que a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) já teve a confirmação de uma escrivã com a doença e outros investigadores – que trabalham no mesmo ambiente – estão em confinamento e no aguardo do resultado do exame de Covid-19. “A segurança pública como um todo, a gente cobra a contrapartida como o fornecimento de EPI´s (Equipamentos de Proteção Individual) e fornecimento de testes para que se efetuado o tratamento e evitar contaminar outros servidores públicos. Os policiais civis não se negam a trabalhar, a gente só precisa contar com este apoio”, explica o vice-presidente do Sinpol-MT.
Pandemia
Na última atualização do Boletim Epidemiológico do Governo do Estado de Mato Grosso, já são 1.005 casos confirmados de Covid-19, com 32 óbitos.
Política MT
Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
Política MT
E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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