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Demora na aprovação do marco temporal e demarcação de nova área indígena preocupam produtores
A demarcação de uma nova terra indígena na região do Vale do Araguaia, em Mato Grosso, pode resultar na perda de quase 10% da área cultivada com soja em Santa Cruz do Xingu. Esse município é o mais impactado pelo estudo, que foi aprovado pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) na semana passada.
O estudo visa a demarcação de uma área indígena com cerca de 362.243 hectares, e se implementado, afetará diretamente 218 mil hectares em Santa Cruz do Xingu.
A demarcação da Terra Indígena Kapôt Nhĩnore, situada entre os municípios de Vila Rica, Santa Cruz do Xingu e São Félix do Xingu (PA), tem gerado mobilização entre autoridades políticas estaduais e federais, devido aos possíveis impactos para os municípios envolvidos e seus moradores.
A prefeita de Santa Cruz do Xingu, Joraildes Soares (PSD), em entrevista ao site Olhar Alerta, classificou a notícia da demarcação como infeliz, expressando preocupação com a perda de 40% do território do município.
Ela afirmou que a área afetada seria de aproximadamente 218 mil hectares e está empenhada em trabalhar junto à Câmara de Vereadores, Governo do Estado, bancada federal e senadores para reverter a situação.
O Prefeito Abmael Borges (PL) também demonstrou preocupação em relação a Vila Rica e outras cidades afetadas, devido ao prejuízo aos proprietários de terras.
Ele informou que já ocorreu uma reunião com prefeitos, deputados, senadores e entidades ligadas ao agronegócio para discutir medidas a serem tomadas em resposta ao caso. Além disso, uma nova assembleia será marcada em Santa Cruz do Xingu, a cidade mais impactada, para liderar um movimento contra a medida.
Como parte das medidas tomadas, um requerimento de pedido de informações ao Ministério da Justiça sobre o estudo iniciado pela Funai, que poderá demarcar como terra indígena 362 mil hectares em Mato Grosso e Pará, foi apresentado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
O documento é assinado pela coordenadora da bancada federal de Mato Grosso, senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), junto aos senadores Jayme Campos (União- MT) e Mauro Carvalho (União-MT), e senadores da bancada do Pará.
No requerimento, os parlamentares solicitam acesso aos documentos que embasaram os estudos de Identificação e Delimitação da Terra Indígena Kapôt Nhĩnore, etapas do processo de demarcação. A Funai recebe as possíveis contestações em um prazo de 90 dias, seguido pela análise das contestações em até 60 dias.
Após esse processo, a decisão é encaminhada ao Ministério da Justiça, que é responsável pela homologação das terras indígenas.
O debate em torno da demarcação continua sendo uma questão delicada e complexa, envolvendo diferentes interesses e a proteção dos direitos das comunidades indígenas, bem como a preservação do meio ambiente e a manutenção das atividades econômicas das regiões afetadas.
A aprovação do marco temporal (já aprovado na Câmara) que está no Senado resolveria a situação, que vem tirando o sono dos produtores e moradores dos municípios de Mato Grosso e do Pará afetados.
A bancada federal de Mato Grosso solicitou ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, um requerimento de pedido de informações ao Ministério da Justiça sobre o estudo iniciado pela Funai. O documento é assinado pela coordenadora da bancada de Mato Grosso no Congresso, a senadora Margareth Buzetti, e os senadores Jaime Campos e Mauro Carvalho.
No requerimento apresentado, os parlamentares pedem acesso aos documentos que deram base aos estudos de Identificação e Delimitação da Terra Indígena (TI) Kapôt Nhĩnore.
“Esse é um assunto que tem deixado todos nós de Mato Grosso preocupados. Esse marco temporal tem que ser votado e estamos fazendo uma pressão enorme no Congresso para que ele seja votado, por que não é possível nós ficarmos com a responsabilidade de votar e deixar que o STF decida uma coisa que é de obrigação do Senado Federal”, pontuou a senadora Margareth Buzetti.
Fonte: Pensar Agro
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Articulação do vereador Ibrahim Zaher garante etapa do estadual de natação em Rondonópolis
Competição da Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso em junho deve contar com a participação de 400 atletas inscritos

Foto- Assessoria
A cidade de Rondonópolis sediará por mais um ano, uma etapa do campeonato mato-grossense de natação, nos dias 06,07 e 08 de junho, com a expectativa de participação de cerca de 400 atletas. O evento foi confirmado para o município, após articulação do vereador Ibrahim Zaher, que viabilizou o local onde as provas serão sediadas com toda a estrutura exigida pela Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso (FDA-MT).
Para o vereador Ibrahim Zaher, uma competição deste porte não poderia deixar de ocorrer em Rondonópolis, pois segundo ele, que já foi atleta de natação os campeonatos são agentes motivadores para que os atletas sigam a dura rotina de treinamentos e para além disso, incentiva uma prática esportiva saudável e divulga o esporte. “Hoje Rondonópolis tem sido novamente um destaque no cenário estadual e nacional com atletas da natação. Então é uma oportunidade de outros jovens verem esses atletas nas piscinas, verem o potencial dessa modalidade que é tão boa para a saúde e que a gente possa cada vez mais ter adeptos participando”, destacou.
Segundo o organizador da etapa do Estadual em Rondonópolis, Roberval Volpe, além das equipes de Rondonópolis, são aguardadas delegações das cidades de Cuiabá, Campo Verde, Nova Mutum, Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde e Sapezal. Com a competição recebendo atletas de nove anos até a categoria master que é 50 acima 60 acima não tem idade. “A competição é de extrema importância, porque o Caiçara é uma das melhores piscinas do Mato Grosso, e é onde os nadadores têm a oportunidade de nadar e conquistarem os índices para poderem nadar os campeonatos brasileiros”, explicou.
Roberval destaca ainda a participação do vereador Ibrahim Zaher, na articulação junto a diretoria do Caiçara Tênis Clube para a parceria na etapa do campeonato mato-grossense de natação. “O apoio do vereador Ibrahim Zaher para nós é extremamente importante, porque o esporte amador precisa da força da classe política. É muito difícil o esporte andar sem o apoio deles. Então, para nós aqui da região sul, foi essencial o apoio do Ibrahim para que o Caiçara cedesse a piscina para a gente, para poder fazer o campeonato estadual, já visando os campeonatos brasileiros que vêm pela frente”, finalizou.
Lei Craques da Terra
O vereador Ibrahim Zaher é o autor da Lei Craques da Terra, que são auxílios pontuais para os jovens atletas do município que não tem condições de arcar com determinados custos que o esporte apresenta, como inscrição em campeonatos, alimentação, estadia, entre outros.
Rondonópolis
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