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Deputado cobra cumprimento da lei de despesca

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Sobre a despesca, um dos questionamentos do parlamentar é em relação ao trâmite necessário, para que o piscicultor seja contemplado com a autorização.

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado Max Russi (PSB) cobrou do governo do estado o cumprimento da Lei 10.894/19, de sua autoria, que autoriza a despesca até o dia 31 de dezembro de 2020.  Conforme piscicultores de diversas regiões, as autorizações não estão sendo emitidas pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT).

Um dos questionamentos do parlamentar é em relação ao trâmite necessário, para que o piscicultor seja contemplado com a autorização.

“Meu gabinete tem sido procurado por produtores de todo o Estado, buscando os motivos dessa lei não estar sendo cumprida. Por isso estou questionando”, justificou.

Max Russi defende ainda que os efeitos práticos sejam respeitados, para que não haja qualquer tipo de prejuízo econômico nos municípios onde a atividade é desenvolvida.

“É de extrema importância o cumprimento dessa lei, pois o prazo concebido é essencial para as adequações necessárias e para que não haja um grande prejuízo ao setor e à economia local de inúmeros municípios”, alertou.

Em outra de suas proposições, o deputado solicitou dados oficiais às secretarias de Estado de Meio Ambiente e de Segurança Pública.  Esse requerimento quer apurar informações concretas acerca das autuações por pesca ilegal nos últimos cinco anos, assim como qual a estrutura de fiscalização e número do efetivo disponível em MT e quais os maiores problemas relacionados aos peixes de nossos rios.

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A intenção, segundo o texto, é formatar medidas mais justas na prevenção e proteção do ecossistema fluvial. “Precisamos encontrar um equilíbrio entre o meio ambiente e o desenvolvimento econômico de nosso Estado”, explicou.

O mesmo teor carrega o Requerimento nº 596/2019, direcionado a Casa Civil e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT).  Esse documento também questiona sobre quantas toneladas de pescado são comercializadas com outros estados da federação e outros países, além dos valores referentes ao turismo ligado à atividade.

O deputado Max Russi alega que desenvolvimento humano e das populações de todo o mundo sempre esteve atrelado à biodiversidade dos recursos aquáticos.

“A pesca, com o passar dos anos passou a se tornar um problema de escala global, por muitas vezes ser realizada de maneira predatória. Aquela que retira do meio ambiente, sem que ele consiga repor de forma natural. A diminuição de populações inteiras de peixes limita a produtividade pesqueira, tanto no ponto de vista econômico, quanto biológico”, exemplificou.

Comissão e projeto da Cota Zero  – O Projeto de Lei 668/2019, do Executivo Estadual, propõe a Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável da Pesca e proíbe a atividade pesqueira em Mato Grosso, por um período de cinco anos. Mais conhecido como cota zero, está previsto para ser votado em dezembro desse ano.

Com a criação de uma Comissão Especial, onde os parlamentares ficarão encarregados de aprimorar a medida ou propor um substitutivo integral, o deputado Max Russi se prontificou a contribuir nos debates.

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“Estou a total disposição para uma ampla discussão, melhorar esse projeto, que poderá ser um marco no turismo, preservação ambiental e repovoamento de peixes. Já estou estudando com a minha assessoria, para ajuda na melhora desse substitutivo”, assegurou.  

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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