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Deputado Thiago Silva cria Rede de Apoio às Pessoas com Esquizofrenia

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Foto: Assessoria

O Deputado Estadual Thiago Silva promoveu na noite desta segunda-feira (5) o lançamento da Rede de Apoio a Amigos, Familiares e Pessoas com Esquizofrenia e demais doenças mentais, junto de profissionais da área da saúde mental e voluntários. A solenidade contou com a presença de psicólogos, estudantes, servidores públicos e entidades que irão auxiliar no projeto.

O parlamentar fez a abertura do evento falando da realidade que as famílias e pacientes vivem, por falta de políticas públicas para o atendimento e também relatou que a experiência vivida com a sua mãe que tem esquizofrenia fez com que tomasse a iniciativa da criação da rede para ajudar as famílias e pacientes que precisam de apoio para tratamento de doenças mentais.

Durante o lançamento o palestrante doutor Diego Vacari, que é psiquiatra, apresentou informações a cerca do tema saúde mental e falou sobre os cuidados necessários que as pessoas devem manter nos dias atuais, principalmente em período de pandemia. O deputado Thiago Silva fez uma fala de agradecimento aos participantes e voluntários do projeto que integram o projeto.

“Foi com imensa alegria que lançamos este projeto que tem como objetivo contribuir para que o Estado possa ampliar as políticas de apoio aos pacientes e familiares com Esquizofrenia, pois estas pessoas sofrem com a falta de acompanhamento e tratamento especializado na área da saúde e também social”, disse o deputado Thiago Silva.

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Thiago Silva é autor da Lei estadual 11.337/2021 que Cria em Mato Grosso a Rede de Atenção e Apoio às Pessoas com Esquizofrenia e trabalha para implementar ações que possam amparar pessoas que possuem problemas mentais no estado.

A rede de apoio criada nesta segunda irá realizar atividades semanais como visitas as famílias vulneráveis que possuem pessoas com esquizofrenia, webinário com uma série de debates para desmistificar o tema, oficinas artísticas e visitas às escolas e entidades parceiras.

O coordenador do projeto e voluntário, professor Everton Neves, destacou a importância da união de entidades e profissionais para alcançar o objetivo comum, que é o amparo a essas pessoas e famílias. “Convidamos toda a sociedade para engajar nesta luta que tem como propósito melhorar a qualidade de vida das pessoas com esquizofrenia e outras doenças mentais e reflexos na família. Além de defender seus direitos, eliminar o estigma, disseminar informações e promover o diálogo da Educação Permanente, fazendo avançar a agenda e lutas por concretização das políticas públicas”, disse o professor.

A coordenadora do curso de Direito da Uniasselv Virgínia Chinelato deu um depoimento emocionante sobre a criação deste projeto. “Quero destacar a importância de iniciativas como essa e nos colocamos a disposição para o avanço do projeto, pois a causa é relevante, o ideal é nobre e como já ressaltado as minorias costumam ser varridas para debaixo do tapete. Tudo que faz com que nós possamos colocar essas pessoas no centro da temática e desenvolver melhorias para elas é algo que precisa nos movimentar. Destaco também o quanto é nobre a história do deputado Thiago que resgata um fato da sua vida familiar, da sua infância e utilizar como gatilho para trazer melhorias para outras pessoas que vivenciam isso hoje em dia. Eu enquanto professora e nossa instituição está inteiramente a disposição do projeto, e quebro o protocolo para dizer que sou parte de uma família marcada pelos efeitos da esquizofrenia, projetos como esse fazem muita falta e a ignorância, dificuldade de acesso aos medicamentos, as consequências financeiras, sociais são sentidas por toda a família. Projetos como esse são de imensa relevância para que possamos trazer alento a essas pessoas”, disse a coordenadora.

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A realidade demonstra que os conflitos familiares, o baixo apoio social, as dificuldades de acesso público aos medicamentos, o custo da medicação e os efeitos colaterais do tratamento de esquizofrenia, resultam no agravamento da doença. Este cenário implica em um aumento das desigualdades sociais, já que tais famílias se encontram em situações de vulnerabilidade e extrema pobreza e risco social, exigindo uma postura ativa da sociedade em busca de políticas públicas eficazes que promovam a cidadania e a inclusão social. Desta forma, a Rede propõe um espaço em busca da qualidade de vida, defendendo os direitos, a disseminação de informações e promoção do diálogo.

“Este projeto é maravilhoso, vem ao encontro do nosso anseio, vem de encontro com nosso objetivo de proporcionar algo melhor para pacientes e familiares. É com muita alegria que vejo a disposição do querido deputado Thiago Silva em implantar essa rede em nossa cidade e precisamos muito deste auxílio. A instituição Paulo de Tarso está de braços abertos, recebendo com imensa alegria este projeto”, disse a Diretora do Hospital Paulo de Tarso Annemarie Tomczyk.

O evento contou com medidas de biossegurança, higienização e distanciamento social. Participaram representantes do Hospital Paulo de Tarso, Uniselv, Câmara Municipal, Unic, Lar Cristão, OAB e Conselho Tutelar.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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