Política MT
Deputado Thiago Silva defende políticas públicas para a saúde mental da população

Foto: Assessoria
Janeiro branco é conhecido como o mês de conscientização e debate sobre a pauta da saúde mental, cada vez mais importante no cotidiano das pessoas, e o deputado estadual Thiago Silva (MDB) trata o assunto como uma das suas principais bandeiras no parlamento de Mato Grosso. O assunto, de tão relevante, foi tema da redação do primeiro dia do Enem deste ano que abordou “O estigma associado às doenças mentais”.
De acordo com o estudo americano Mental Health: Trends & Future Outlook, publicado pelo National Institute for Health Care Management (NIHCM), a doença mental tornou-se mais comum a partir de 2010 com 1 em cada 5 adultos sofrendo de doença mental em um determinado ano. O crescimento geral é em grande parte impulsionado por taxas mais altas de doença mental em pessoas de 18 a 25 anos. Outro dado importante divulgado pelo levantamento foi que o total de sessões com psicólogos quase dobrou no mesmo período, indo de 9,1 milhões para 17,6 milhões, uma diferença de 93,8%. E as consultas com terapeutas ocupacionais avançaram de 818,6 mil para 1,9 milhão.
Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental é caracterizada por um estado no qual uma pessoa é capaz de apreciar a vida, trabalhar e contribuir para o meio em que vive ao mesmo tempo em que administra suas próprias emoções.
Os cuidados necessários com a saúde mental são importantes para a pessoa realizar suas atividades no dia-a-dia, mantendo o equilíbrio com a família, saúde, vida financeira, mercado de trabalho, auto-estima e também tristeza e frustração.
Principalmente neste período de pandemia do coronavírus onde o ser humano teve que sair da sua zona de conforto, deixando de realizar diversas ações e se ver praticamente obrigado a ter que viver em isolamento ou sem contato social próximo.
Neste contexto, o deputado Thiago buscou destinar recursos para o atendimento à saúde mental como a vinculação do Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso aos repasses do Estado, via Fundo de Equilíbrio Fiscal (Feef) conquista essa que estruturou o ambiente e o atendimento da instituição com mais de R$ 195 mil no ano passado e em 2021 serão mais de R$ 500 mil.
“Nosso trabalho na Assembleia é para que o Estado e a sociedade possam ter um olhar especial para as pessoas que possuem problemas mentais e estamos focados para garantir mais investimentos para os hospitais que prestam este atendimento de grande relevância”, disse Thiago Silva.
Silva é autor de projetos importantes na Assembleia Legislativa, como 41/2020 que cria a rede de apoio às pessoas com esquizofrenia e demais doenças psíquicas com objetivo de estruturar o atendimento por parte do Estado. O parlamentar também é autor do projeto 327/2020 que cria a Linha de Apoios aos Profissionais da Saúde – LAPS. O objetivo do projeto é atender o trabalhador da saúde que indicar qualquer necessidade de acolhimento, orientação e suporte emocional necessário de um profissional especializado em saúde mental.
Nesta sexta-feira (29/01) a partir das 19h, o deputado Thiago irá lançar no estado um novo projeto chamado “Conte Comigo” que irá abordar para a juventude do estado, palestrar sobre inteligência socioemocional e assuntos pontuais como a depressão. A ideia é expandir para todas as regiões de Mato Grosso.
Em 2021, o deputado pretende destinar mais emendas para hospitais que prestam atendimento a pessoas com doenças psíquicas e cobrar do Governo que possa ter uma rede especializada de atendimento em todo o estado para amparar à população que possui problemas mentais.
Política MT
TRE manda retirar matéria sobre candidata Dra. Luciana Horta do ar e fixa multa para nova publicação

Foto- Assessoria
O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) determinou, nesta quarta-feira (19), que o portal Momento MT retire do ar, em até 24 horas, uma matéria publicada sobre a candidata a deputada estadual Luciana Horta (PL).
A decisão foi tomada em uma representação na qual o portal e sua responsável são acusados de divulgar propaganda eleitoral irregular e conteúdo relacionado a alegações de violência política de gênero.
Na decisão, o juiz auxiliar apontou uma contradição entre a manchete e as informações apresentadas no próprio texto. Enquanto o título afirmava que “pacientes do SUS ficam sem atendimento” após o afastamento de Luciana Horta, a matéria também reproduzia uma informação oficial de que o atendimento continuava, com os pacientes sendo encaminhados para a Santa Casa de Misericórdia.
Para o magistrado, há indícios de uma “decisão editorial deliberada de preservar a narrativa depreciativa”, mesmo diante de informações que apontavam para a continuidade do serviço.
O TRE-MT também considerou que o afastamento da médica ocorreu por causa da desincompatibilização exigida por lei para que ela possa disputar as eleições. Segundo a decisão, apresentar a situação como consequência da candidatura poderia alterar o sentido dos fatos e influenciar a opinião dos eleitores no início do período eleitoral.
Além de determinar a retirada da publicação, a Justiça Eleitoral proibiu uma nova divulgação da mesma matéria ou de conteúdo considerado substancialmente equivalente.
Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 1 mil, inicialmente limitada ao período de 15 dias.
Política MT
Prefeitura de Rondonópolis rebate questionamentos do TCE e diz que remanejamento não prejudica a Saúde

Foto- Assessoria
A Prefeitura de Rondonópolis informou que foi intimada, nesta quarta-feira, da decisão liminar proferida no Processo nº 280.247-3/2026, que trata do Programa Educa ROO – Prêmio Excelência em Sala de Aula aonde seriam premiador 12 professores com veículos Corollas com parte da verda da Saúde.
Segundo o Município, a decisão surpreendeu a administração porque a questão relacionada à fonte de recursos do programa já havia sido esclarecida junto ao próprio Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), antes mesmo do ajuizamento da nova denúncia.
Em dezembro de 2025, por meio do Ofício nº 3.665/2025, a Secretaria Municipal de Educação teria demonstrado que o Programa Educa ROO não utiliza recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB). Na ocasião, conforme a Prefeitura, a administração também ajustou imediatamente a fonte orçamentária e retirou a contabilização do programa do cálculo do mínimo constitucional de 25% destinado à Educação.
A Prefeitura reforçou que a decisão é de natureza liminar e, portanto, provisória, não representando uma decisão definitiva sobre o mérito da questão nem uma declaração de irregularidade. O Município afirma que apresentará os esclarecimentos solicitados dentro do prazo estabelecido pelo relator do processo.
Recursos próprios
De acordo com a administração municipal, o Programa Educa ROO possui crédito de até R$ 2,36 milhões, aprovado pela Câmara Municipal por meio da Lei nº 14.584/2025.
A Prefeitura sustenta que os recursos utilizados são próprios do Município e de livre alocação pelo gestor, conforme a legislação vigente, e que não há utilização de recursos do FUNDEB para o pagamento da premiação.
Prefeitura nega prejuízo à saúde
Outro ponto destacado pela administração é que o remanejamento orçamentário utilizado para financiar o programa não teria comprometido os investimentos na área da saúde.
Segundo a Prefeitura, atualmente o Município aplica aproximadamente 30% de suas receitas em ações e serviços públicos de saúde, percentual que corresponde ao dobro do mínimo constitucional de 15%.
A administração também cita como referência o percentual de 34,17% registrado no terceiro quadrimestre de 2024 e afirma que nenhuma obra, serviço ou unidade de saúde foi interrompida ou prejudicada em razão do remanejamento.
Ao final, a Prefeitura de Rondonópolis reafirmou o respeito ao Tribunal de Contas do Estado, destacando o histórico de colaboração com a Corte, e afirmou que continuará adotando medidas de transparência e valorização dos profissionais da educação.
Política MT
Justiça proíbe Valdir Barranco e Site de VG de publicarem conteúdos mentirosos contra Mauro Mendes
Juiz considerou que deputado apresentou como fato consumado suposta apropriação de dinheiro público e que portal ampliou a acusação

Juiz considerou que deputado apresentou como fato consumado suposta apropriação de dinheiro público e que portal ampliou a acusação
A Justiça Eleitoral proibiu o deputado estadual Valdir Barranco (PT) e o site VG Notícias de publicarem mentiras em que acusam Mauro Mendes de se apropriar de recursos públicos relacionados ao caso da operadora Oi. A decisão foi assinada nesta segunda-feira (17) pelo juiz auxiliar da propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva.
O deputado e a proprietária do site VG Notícias, Edina Ribeiro de Araújo, foram obrigados a retirar o conteúdo em até 24 horas. No caso do portal, a decisão determina a remoção da matéria e do reel publicados sobre a declaração de Barranco, sob pena de multa diária de um salário mínimo. Barranco também fica proibido de repetir a acusação por qualquer meio ou veículo.
Ao analisar a declaração de Barranco, o magistrado afirmou que o deputado não se limitou a fazer críticas políticas ou questionar a investigação, mas atribuiu diretamente a Mauro Mendes a prática de um crime.
“A existência de procedimento criminal, ainda que real e amplamente noticiada, como no caso da Operação Heritage, não autoriza, por si só, a antecipação de juízo de culpabilidade dos alvos da investigação”, asseverou o magistrado.
O juiz analisou ainda a atuação do VG Notícias, que publicou a declaração de Barranco e reproduziu o conteúdo em suas redes sociais. Para o magistrado, o portal não apenas noticiou a fala, mas ajudou a amplificá-la.
“Verifica-se que sua conduta não se limitou à cobertura jornalística neutra de declaração de terceiro. Ao selecionar, editar, titular, elegendo a própria imputação criminosa como manchete (‘Eles sabem que panharam’) e amplificar o conteúdo em dois suportes distintos (portal e Instagram) emprestou à acusação o alcance, a permanência e a credibilidade institucional de veículo de imprensa”.
Por isso, a Justiça determinou que o VG Notícias retire a matéria e o reel do ar em até 24 horas e não volte a publicar o mesmo conteúdo ou material substancialmente idêntico. Barranco também fica impedido de repetir a acusação, embora possa continuar criticando Mauro Mendes, mencionar a investigação e cobrar esclarecimentos, desde que não apresente culpabilidade como fato consumado.
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