Política MT
Deputados aprovam projeto da PGJ que trata de licença-prêmio
Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT
Reunidos em sessão plenária na noite de quarta-feira (13), os deputados estaduais aprovaram o Projeto de lei nº 548/2019, da Procuradoria Geral de Justiça, que altera os artigos 5º e 31º da Lei 9.782, de julho de 2012, que dispõe sobre o quadro de pessoal e o plano de carreiras de apoio técnico-administrativo da Procuradoria Geral de Justiça de Mato Grosso.
O artigo 31, com a aprovação em segunda votação, passa a vigorar com a seguinte redação: “após cada qüinqüênio de efetivo e ininterrupto exercício no Ministério Público do Estado, os servidores efetivos da instituição farão três meses de licença-prêmio por assiduidade, com a remuneração do cargo”.
A nova lei observa que não será concedida licença-prêmio ao servidor do Ministério Público que sofra, no período aquisitivo, penalidade disciplinar de suspensão ou que afastar-se do cargo em virtude de licença ou afastamento não remunerado pela instituição, bem como tenha condenação a pena privativa de liberdade, por sentença definitiva.
Em justificativa ao projeto, a Procuradoria Geral de Justiça argumenta que o propósito da mudança é especificar os casos em que não se concederá o benefício, principalmente quanto aos afastamentos por motivos de saúde, para tratamento de familiares, para exercício de atividade político-partidária, bem como quanto às faltas injustificadas ao serviço por mais de 30 dias.
“A lei também passa a prever as hipóteses de suspensão da contagem do qüinqüênio aquisitivo da licença em comento, além de restringir sua concessão aos servidores efetivos da instituição, de forma com que as regras afetas a esse benefício passarão a ser expressas na lei relativa aos servidores do Ministério Público de Mato Grosso”.
Quanto a modificação no artigo 5º da lei, a Procuradoria argumenta que objetiva deslocar a Gerência de Convênios e Contratos do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), para o Departamento de Aquisições (DAQ), da Procuradoria Geral de Justiça.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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