Política MT
Deputados avaliam que doações a Bolsonaro são uma resposta da população

Medeiros e Cláudio Ferreira
O deputado federal José Medeiros (PL) e o estadual Cláudio Ferreira (PTB), ambos nomes de destaque na direita mato-grossense, comentaram os mais de R$ 17 milhões arrecadados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), frutos de uma campanha nacional entre os conservadores para custear multas sentenciadas pela Justiça de São Paulo contra o líder da direita.
Para Medeiros, a população deu mais recado muito claro, sobretudo ao Judiciário, que não aceitará perseguições e muito menos se intimidará, caso o poder público não respeite a livre manifestação do pensamento. O ex-presidente foi multado em mais de R$ 1 milhão por não usar máscara em aparições públicas durante a pandemia da COVID-19, uma decisão desproporcional, na visão do parlamentar.
“Isso não é de hoje. Ainda dentro do mandato de Bolsonaro, era nítido já um movimento, eu diria, ideológico, dentro da magistratura, tendo como alvo vários políticos, jornalistas e pessoas de direita, inclusive a partir do STF. Com o fim do mandato do ex-presidente, está aumentando essa carga contra ele e as pessoas estão deixando claro que Bolsonaro encarou o sistema por nós e agora não será abandonado. Não adianta ignorar o povo”, pontuou Medeiros.
O clima de aparente perseguição vem tendo como principal efeito a união e até a expansão da base bolsonarista, também na análise de Cláudio Ferreira. “Os números dos primeiros seis meses do governo petista são ruins. Temos um rombo de mais de R$ 42 bilhões nas contas públicas, transformaram 23 ministérios em 37, ou seja, incharam o Estado Brasileiro e não estão entregando eficiência. Mesmo com todo esse cardápio de péssimas decisões do atual governo, quem reiteradamente tem sido alvo de sucessivas críticas e de sucessivas condenações judiciais é Bolsonaro. Além da liderança já conhecida que o ex-presidente exerce, a população tende a sair em defesa quando observa o que considera uma injustiça contra alguém”, avaliou Ferreira.
Projetando os próximos pleitos eleitorais, Medeiros vê a direita com discurso reforçado e mais próxima do cidadão, em virtude de tudo que vem se desenhando “Já são mais de 180 dias e o PT só sabe falar em Bolsonaro e aumento de impostos. Estarão enfraquecidos já em 2024 e ainda mais em 2026, haja vista que não terão nada para apresentar, porque não cumprirão suas promessas mirabolantes de picanha e cervejinha, com o adendo desse conluio absurdo contra Bolsonaro para lhe deixar inelegível sem motivo justificável”, acrescentou Medeiros.
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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.






