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DHPP representa por quebra de sigilo telefônico de acusado de feminicidio em motel

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A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteçao a Pessoa (DHPP) teve deferidos pelo Judiciario mandados de prisão preventiva e de quebra de sigilo telefônico em desfavor de Laurinei Ferreira de Souza, 36, suspeito de matar a ex-companheira em um motel na cidade de Várzea Grande.

O crime ocorreu em 24 de outubro e vitimou Bianela Mylla Dias da Silva, 30. Na ocasião vítima e suspeito chegaram ao local, por volta das 14h, em um veículo de aplicativo de transporte (Uber). Ás 15h o suspeito pagou a conta, falou para a funcionária do estabelecimento que Bianela estaria aguardando um veículo que viria em breve. Ele saiu do local a pé e sozinho. Em seguida ligou para uma vizinha e contou que havia acabado de matar a vítima.

Sigilo
De acordo com delegada Jannira Laranjeira, que coordena as investigações, a quebra do sigilo telefônico e de dados possibilitará acessar do tedeslocou com equipe para proceder interrogatório após a prisão do suspeito na terça-feira (30).

suspeito de matar a ex-companheira em um motel na semana passada foi preso na noite de terça-feira (30), enquanto rondava a igreja Nossa Senhora do Carmo, em Várzea Grande, logo após o término da missa de sétimo dia em memória da vítima.

A prisão de Laurinei Ferreira de Souza, 36, foi efetuada por equipe da Polícia Militar que o encaminhou à Central de Flagrantes de Várzea Grande. Na unidade, o suspeito foi autuado por ameaça, no contexto da Lei Maria da Penha, após representação de familiares que reconheceram o suspeito nas imediações da igreja.

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O homicídio, ocorrido em 24 de outubro que vitimou Bianela Mylla Dias da Silva, 30, é investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), sob coordenação da delegada Jannira Laranjeira que deslocou com equipe para proceder interrogatório após a prisão do suspeito na terça-feira (30).

Em depoimento Laurinei confessou o crime. O investigado disse que a ex-companheira aceitou conversar com ele no motel, que mantiveram relação sexual, mas que ao final a mulher disse que não teria reconciliação e queria a separação.

Ainda de acordo com a versão de Laurinei, Bianella teria visualizado a faca que ele levou para o local e partiu para cima dele, momento em que segundo o suspeito teria reagido golpeando o pescoço da vítima. Em seguida outros golpes de faca se seguiram.

Laurinei afirmou ainda que desde o dia 24 de outubro estava foragido em região de mata, no bairro Jardim Esmeralda.

Segundo a delegada Jannira Laranjeira, o suspeito será indiciado ainda nesta quarta-feira (31) por feminicídio, também foi oficializado o descumprimento de medida protetiva contra familiares da vítima e realizada representação pela prisão preventiva de Laurinei.

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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

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A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.

O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.

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Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.

Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.

Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

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Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).

Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.

Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.

Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.

Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.

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