Política MT
Dr. Eugênio cobra retomada da obra da escola Tiradentes de Barra do Garças
Em reunião na Secretaria de Educação, foi discutida a possibilidade de reeducandos ajudarem na retomada das obras.
O deputado estadual Dr. Eugênio (PSB) cobrou a retomada das obras da escola Tiradentes, antiga Dom Bosco, de Barra do Garças, na tarde desta quarta-feira (10), em reunião com o secretario executivo adjunto de Educação, Alan Porto. Participaram da conversa o vereador da cidade, Julio Cesar (PSDB), o advogado Fernando Farias e o agente penitenciário Gustavo Ferraz.
“A escola militar Tiradentes é um sonho antigo da população de Barra do Garças, estarei cobrando e não medirei esforços para que a obra seja retomada”, defende o deputado.
Durante a reunião, o agente penitenciário Gustavo Ferraz apresentou o trabalho de ressocialização com os detentos de Barra do Garças e ofereceu a mão de obra dos reeducandos para a conclusão da escola.
Alan Porto explicou que em poucos dias apresentará uma análise sobre o que falta para o término da obra e levará o resultado até à secretária de estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk. Lembrando que a ordem de serviço da escola foi assinada em março de 2018 (gestão anterior) com a expectativa de conclusão em 90 dias, o que não aconteceu.
“O Araguaia tem tido grande abertura nas secretarias de Estado e eu tenho portado os problemas para que a solução chegue. Nos próximos dias, vou cobrar a situação apresentada para dar uma resposta efetiva para a população”, disse Dr. Eugênio.
O vereador Julio Cesar relatou o sonho da população pelo término da obra. “O colégio precisa de mais empenho nosso e aguarda a liberação do governo do estado para que, enfim, possa receber as adequações necessárias para proporcionar as nossas crianças e jovens uma educação de qualidade no mesmo nível das grandes capitais” escreveu o vereador em uma rede social.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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