Política MT
Em sessão solene, deputada homenageia Orquestra Sinfônica da UFMT
Foto: Marcos Lopes
Em comemoração aos 40 anos da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputada estadual Janaina Riva (MDB) realiza nesta segunda-feira (09.12), sessão solene em sua homenagem. O evento acontece no plenário de deliberações “Deputado Renê Barbour” a partir das 14h.
Segundo a deputada, esses 40 anos da Orquestra da UFMT significam um marco na democratização e difusão da cultura e da educação em nosso estado.
“E em tempos onde subestimamos os valores social e econômico que a cultura agrega, é bom olharmos um pouco para trás e vermos que sim, a cultura transforma pessoas, sociedades, mundos.Com uma história que nasce com os fundadores Gabriel Novis Neves e Pedro Benedito Dorileo, reitores da UFMT, a Orquestra veio romper um dos grandes estigmas da Cultura – que colocava a música clássica como parte da “alta cultura”, consumida apenas pela elite intelectual”, defendeu a parlamentar.
Nestes 40 anos, a orquestra contou com seis maestros: Konrad Wimmer (1979-1985); Marcelo Bussiki (1986-1991); Ricardo Rocha (1992-1993); Roberto Victorio (1994-1995); Fabrício Carvalho (1997-2019); e Silbene Perassolo- que em 2002 dividiu a direção artística enquanto o regente titular estava afastado para cursar o mestrado.
“É o reconhecimento institucional do colegiado que representa a sociedade. Tanto a câmara quanto a assembleia reconhecem na UFMT e na Orquestra Sinfônica a importância estratégica na disseminação da educação e da cultura. Isso nos enche de orgulho e responsabilidade e nos faz mais fortes para continuar trabalhando. A Orquestra se sente muito honrada, desde os que por aqui passaram e os que estão aqui, e energizados para continuar esta caminhada”, aponta o maestro Fabrício Carvalho.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
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Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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