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Economia

Especialista dá dicas de como aumentar a segurança no seu condomínio

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Um senhor com vestimentas judaicas religiosas para em frente à entrada social de um condomínio em Higienópolis e inicia um diálogo com o porteiro. Em poucos segundos, o porteiro abre a porta autorizando a entrada do mesmo, acreditando tratar-se de amigo da família de um morador da mesma religião.


Roubos e furtos a condomínios cresceram  56% em São Paulo no ano de 2018, de acordo com a SSP
Reprodução

Roubos e furtos a condomínios cresceram 56% em São Paulo no ano de 2018, de acordo com a SSP

Passados alguns minutos, o suposto visitante desce novamente para a portaria e autoriza a entrada de um colega no condomínio
. O porteiro mais uma vez não observa nada de errado e autoriza a entrada de ambos. Dentro de poucos minutos, os dois entram em um dos apartamentos do prédio arrombando a fechadura e roubam tudo que encontram pela frente.

Após o acontecido, os dois descem pelo elevador social livremente, com muita calma e segurança e saem sem sequer serem notados. A polícia é chamada; analisa as imagens gravadas e, através do desenrolar da investigação, conclui que se trata de uma gangue que já vinha invadindo e assaltando outros prédios
nos arredores.

Esse tipo de crime aumenta ainda mais a sensação de insegurança dos moradores de condomínios em todo o país. Para se ter uma ideia, se tomarmos como base o Estado de São Paulo, ainda estamos no meio do ano e 2018 já apresenta um número assustador de roubos e furtos a condomínios.

Além disso, se compararmos com o mesmo período no ano anterior (2017), o crescimento é de 56% conforme apontam os dados da Secretaria da Segurança
 Pública (SSP); Foram 1.300 crimes em condomínios registrados entre janeiro e abril de 2018, contra 832 no mesmo período de 2017, só no estado de São Paulo. E isso se repete Brasil afora!

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E como mudar este lamentável cenário?

Não temos hoje uma fórmula mágica para resolver essa situação… Contudo, o simples ato de observar algumas medidas básicas de segurança, pode fazer toda a diferença e evitar, na maior parte dos casos, uma situação mais complicada. Somado, é claro, com todos os equipamentos de segurança que se vê hoje em condomínios, essas medidas básicas ajudam a minimizar o maior problema de todos: a falha humana! não adianta ter todo o equipamento e não ter procedimentos, por isso coloco a seguir algumas dicas valiosas sobre o assunto:

  • Participe ativamente das reuniões referentes à segurança, inclusive fazendo parte das
  • comissões ou conselhos de segurança do seu condomínio;
  • Obedeça às normas de segurança preconizadas para o seu condomínio;
  • Traga sempre informações sobre assuntos relativos à segurança, pois suas sugestões
  • são valiosas para o aperfeiçoamento e atualização da proteção de todos;
  • Colabore com o síndico e demais moradores na formação de medidas que garanta a
  • eficácia de todo o sistema de controle a ser implantado;
  • Compreenda e elogie as ações preventivas dos funcionários, pois, além de estarem
  • cumprindo ordens, visam garantir a segurança do condomínio, mesmo quando estas
  • atitudes representem algum transtorno para si ou para suas visitas;
  • Conscientize seus parentes e empregados sobre a importância da integração de todos
  • no sistema de segurança adotado pelo condomínio;
  • Não se exponha desnecessariamente; somente desça à portaria quando o assunto lhe
  • for pertinente;
  • Avise a portaria para que receba suas encomendas, enviando-lhes o cheque ou dinheiro
  • para o pagamento, se for o caso;
  • Evite comentar sobre sua vida íntima, seus bens, patrimônio e ganhos na frente de
  • estranhos ou até mesmo de funcionários;
  • Criar um gesto ou até mesmo uma “careta”, comum a todos os condôminos, a ser
  • adotado quando forem atender à porta através do olho mágico, para avisar os demais
  • moradores que se encontra naquele momento sob ameaça de assaltantes;
  • Ao entrar ou sair do prédio, observe se há pessoas nas proximidades. Caso perceba
  • alguma movimentação estranha, não entre ou saia, ligue imediatamente para a polícia,
  • avise seus familiares e o porteiro;
  • Aguarde para entrar ou sair se o porteiro estiver identificando um estranho;
  • Antes de entrar na garagem, verifique se há algum veículo atrás do seu, se está em
  • situação suspeita ou se seus ocupantes são moradores do condomínio. Ao sair, também
  • observe se há alguma situação de suspeição;
  • Se o portão da garagem funciona através de acionamento automático, aguarde para
  • que a porta esteja totalmente fechada antes de se dirigir para sua vaga;
  • Ao estacionar seu veículo na garagem ou na rua, nunca o deixe aberto e nem com
  • objetos de valor à vista, ligue sempre o alarme do seu veículo;
  • Procure conhecer os hábitos de seus vizinhos e se relacionar bem com eles.
  • Na contratação de novos funcionários entreviste um de cada vez, de preferência na
  • portaria. Nunca os leve ao apartamento;
  • Obtenha o máximo de informações possíveis sobre o candidato e solicite atestado de
  • antecedentes e referências pessoais de todos os funcionários a serem contratados;
  • Oriente seus funcionários para que nunca comentem sobre seus hábitos;
  • Acautele-se com funcionários que aceitam trabalhar ganhando pouco e passam imagem
  • de muito eficientes. Observe-os atentamente, principalmente em relação à mudanças de
  • comportamento;
  • Evite deixar as chaves da sua residência, bem como seus objetos pessoais na portaria
  • do condomínio, se for o caso deixe-os com um vizinho de confiança;
  • Em casos de perda das chaves, troque imediatamente as fechaduras ou cilindros;
  • Ao mandar fazer cópias das chaves presencie pessoalmente sua reprodução;
  • Evite deixar recados na portaria ou bilhetes afixados na porta da residência quando for
  • passar um final de semana fora;
  • Em caso de viagem mais prolongada, providencie uma pessoa de sua inteira confiança
  • para tomar conta da residência ou mesmo peça ajuda a um vizinho para olhar seu
  • apartamento;
  • Caso resida nos dois primeiros andares do prédio, proteja as áreas de acesso com
  • grades reforçadas;
  • Instale olho mágico de 180° nas portas que dão acesso às partes externas de sua
  • residência;
  • Utilize nas portas trincos e trancas complementares, dando preferência a fechaduras
  • quádruplas;
  • Atente também, para as janelas, complementando as fechaduras com trancas especiais;
  • Antes de se deitar, à noite, revise o fechamento de portas e janelas;
  • Instale alarmes com dispositivos sonoros nas principais entradas da residência;
  • Mantenha sempre em perfeito funcionamento os meios de comunicação, tais como
  • telefones e interfones;
  • Atente para atos e condições inseguras a fim de evitar acidentes dentro de seu  condomínio
    .

Economia

Eleições 2026: MDB pode se unir com Republicanos em uma federação. Entenda

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Foto- Assessoria

MDB e Republicanos intensificaram conversas sobre se unirem em uma federação. Segundo o jornal Folha de São Paulo, o Republicanos chegou a discutir a ideia de integrar o grupo de União Brasil e PP, mas desistiu porque seria minoritário na composição. Outra conversa do Republicanos é com o partido que resultará da fusão entre PSDB e Podemos.

Essas negociações, no entanto, ainda precisam aguardar a concretização dessa união para começarem de fato. No MDB, a ideia da federação começou a ser debatida no mês passado, num encontro entre o presidente do partido, Baleia Rossi (MDB), e o do Republicanos, Marcos Pereira, mas ganhou adeptos entre diversas alas do emedebismo após o anúncio da União Progressista.

“A consolidação dessa federação faz com que as pessoas deixem de lado as filigranas do processo e entendam como necessária uma federação”, diz o deputado José Priante (MDB-PA), primo do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB). Para o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), o partido precisa buscar alianças para se manter como um ator importante na política. “Quem não se federar vai ficar numa divisão inferior, e o MDB é partido de série A, não pode admitir disputar outra série”, afirmou Renan.

Baleia e Marcos Pereira voltaram a se reunir terça-feira passada, em Brasília, para discutir com mais profundidade a federação e os possíveis problemas regionais. Também houve um jantar na quarta, organizado por Priante, com representantes dos dois partidos, como Baleia e o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos).

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A concretização da federação MDB-Republicanos tem, entretanto, dificuldades de caráter regionais. No Espírito Santo, por exemplo, onde Ricardo Ferraço (MDB) deve assumir o governo e disputar a reeleição com a renúncia do governador Renato Casagrande (PSB) para concorrer ao Senado, o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), é um potencial candidato ao governo contra ele.

Outro Estado complicado é a Bahia, onde o MDB está na vice do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o Republicanos faz parte do grupo do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). Ainda há problemas em Pernambuco, com o próprio MDB dividido sobre quem apoiará na eleição para governador em 2026, e em Roraima e Paraíba.

Lideranças dos dois partidos, no entanto, entendem que é possível conversar nos próximos meses para superar esses conflitos regionais e que a prioridade é fortalecer os partidos nacionalmente. Se unidos, MDB e Republicanos teriam 15 senadores, a maior bancada da Casa, além de 88 deputados e cinco governadores.

A possível aliança com o partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afasta mais o MDB da possibilidade de apoiar a reeleição de Lula. Tarcísio é cotado como sucessor de Jair Bolsonaro (PL), caso o ex-presidente continue inelegível, mas ele tem a opção também de mudar de legenda e concorrer pelo PL.

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Economia

De CLT para CNPJ: números recordes de abertura de empresas no país apontam que trabalhadores estão optando por empreender

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Educador aponta necessidade de escolas priorizarem educação que estimule o empreendedorismo e que ajude novas gerações a se prepararem para vencer desafios

O desemprego e a instabilidade financeira certamente foram reflexos amargos produzidos pela pandemia, jogando milhares de trabalhadores num cenário de incerteza e insegurança como poucas vezes visto. O mercado de trabalho sofreu mudanças radicais, trazendo transformações profundas sobre a forma como as pessoas se relacionam com o trabalho e garantem renda. O empreendedorismo, apesar de toda a crise, foi a saída encontrada para muitos.

De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Economia, em 2020, foram abertas 3.359.750 empresas, um aumento de 6,0% em relação a 2019 e um recorde histórico de abertura de empresas no país. Os dados do governo apontam ainda que 79,3% das empresas abertas no ano passado foram microempreendedores individuais (MEI), número que representa um aumento de 8,4% na abertura de empresas nesse formato, em relação a 2019.

Mas todas essas pessoas que se lançaram formalmente no universo da pessoa jurídica possuem um espírito realmente empreendedor? Estão preparadas para uma mudança de mentalidade radical? Uma boa parcela da população economicamente ativa no Brasil ainda faz parte da geração X, nascida na década de 70 e começo de 1980 para quem a carteira de trabalho e o emprego fixo sempre foram muito importantes. São pessoas que, em geral, não foram preparadas nem tiveram incentivo para empreender, e que só o fazem quando perdem o emprego e se vêem diante de uma condição em que não restam outras alternativas.

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As gerações seguintes, mesmo que de forma tímida, já foram mais provocadas e cresceram em contextos sociais e econômicos mais propícios para o desenvolvimento de um espírito empreendedor. Mas educadores e especialistas afirmam que ainda estamos longe de um cenário em que a Educação de crianças e jovens realmente priorize esse desenvolvimento e estímulo ao empreendedorismo. De acordo com o Coordenador Pedagógico da Conquista Solução Educacional, Ivo Erthal, o processo educativo tem por tradição preparar os alunos para a vida, formando pessoas capazes de encontrar soluções para os problemas sociais com postura criativa, ética e independente. “A questão fundamental é como as escolas estão conduzindo esse processo no sentido de apontar, de forma clara, a aplicação prática dos conceitos desenvolvidos em sala de aula. Esse é um dos princípios da Educação Empreendedora: aprimorar habilidades para os jovens desenvolverem autonomia, terem mais confiança para superar adversidades e se sentirem, portanto, preparados para lidar e vencer qualquer desafio”, destaca Erthal.

O educador ressalta ainda que, quando se fala em preparar os jovens para vencer desafios, é importante lembrar também que essa geração precisa ser orientada a perceber que a resiliência é a chave para o sucesso. “Os jovens de hoje estão menos preparados para a frustração, para suportar situações que envolvam conflitos e pressão. Isso precisa ser corrigido para fazer com que os indivíduos, diante das dificuldades e revezes se comportem de forma confiante, otimista e mantenham a capacidade de tomar decisões que levem à resolução dos problemas”, reforça.

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A sociedade atual espera que o indivíduo desenvolva a própria trajetória pessoal. É a sociedade do desempenho. O indivíduo tem que ser dono e protagonista da sua história. Mas segundo o educador, nas últimas décadas, a sociedade viveu um modelo disciplinar em que as pessoas apenas seguiam modelos de procedimentos. “A migração dessa realidade para um modelo de atuação com mais iniciativa é algo recente”, pondera. Nesse cenário, o Empreendedorismo e a Educação Financeira escolar tornam-se vitais para impulsionar a inovação de forma permanente. “E quanto mais próxima dessa necessidade estiver a prática escolar, maior será o engajamento do aluno na aprendizagem”, garante.

Segundo ele, para que isso se torne real, não basta apenas atualizar os conteúdos em sala de aula, mas principalmente inovar nas metodologias. “O Design Thinking, a Gameficação, a aprendizagem baseada em projetos e sala de aula invertida precisam fazer parte da rotina de professores e alunos”, reforça o educador. Para ele, os estudantes precisam sair da escola preparados para um mercado de trabalho e um cenário econômico nos quais o autoconhecimento, a autoconfiança e o conhecimento de suas potencialidades permitam que eles desenvolvam senso de liderança, responsabilidade e compromisso social, estando assim prontos para encarar os desafios que empreender requer. “A escola precisa ajudar crianças e jovens a acreditarem que podem executar sonhos, enfrentar riscos e serem bem sucedidos. Essa é a nossa missão”, acrescenta Erthal.

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Sobre a Conquista Solução Educacional

A Conquista é uma solução educacional que oferece aos alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio uma proposta de educação e futuro que integra a família, a escola e a comunidade. Com diversos recursos, material didático completo e livros de Empreendedorismo e Educação Financeira, o objetivo da solução é ajudar, de forma consistente, os alunos no processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de suas capacidades. Atualmente, mais de 1700 escolas de todo o Brasil utilizam a solução. 

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Economia

Energia limpa para a recuperação econômica

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Foto: Divulgação

O risco de racionamento de eletricidade decorrente da falta de chuvas este ano, fator agravante da crise provocada pela Covid-19, alerta para a necessidade de ampliar a diversificação da matriz energética nacional, reduzindo a dependência das usinas hidrelétricas. Nesse sentido, é relevante a contribuição do setor sucroalcooleiro, cujas fontes têm grande potencial, são renováveis e apresentam baixos índices de emissão de carbono, com reconhecidos ganhos ambientais.

A bioeletricidade produzida a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar, uma das vertentes da contribuição do setor, já representa 62% do total de 18,5 gigawatts (GW) da cogeração existente no País de capacidade instalada em operação comercial. Essa possibilidade viabilizou-se pela mecanização da colheita e do plantio, da qual resultaram níveis de sustentabilidade incomparáveis em todo o mundo e que incluiu a capacitação de profissionais para operar equipamentos com alto índice de tecnologia embarcada. O gás natural responde por 17% e o licor negro, 14%. Este é um fluido resultante do processo produtivo da indústria papeleira.

Outra fonte importante de eletricidade é o biogás, cujo potencial no Brasil é de 170.912 GWh (fonte: ABiogás), o maior do mundo. Em volume, 21,1 bilhões de normais metros cúbicos por hora (Nm³/h) advêm do segmento sucroenergético; 6,6 bilhões, de ramos distintos da produção agrícola; 14,2 bilhões, da pecuária; e 2,2 bilhões, do saneamento. Esse combustível, em sua versão purificada, compara-se, em termos energéticos, ao gás natural fóssil, com a vantagem de ser totalmente renovável e ter pegada negativa de carbono.

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O etanol de cana-de-açúcar completa o aporte do setor à matriz energética nacional. De acordo com o primeiro levantamento da safra 2021/22 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção será de 27 bilhões de litros. Embora haja uma redução de 9,1% em relação aos 29,7 bilhões referentes à temporada anterior, devido à queda da demanda atrelada às quarentenas e ao distanciamento social, o Brasil continua sendo o segundo maior produtor mundial, atrás apenas dos Estados Unidos. Neste país, porém, a maior parte advém do milho, apresentando maior custo e menor índice energético.

Cabe lembrar que o etanol de cana-de-açúcar é praticamente neutro em emissões de carbono e renovável, além de gerar renda, empregos e ingresso de dólares resultantes da exportação. Somente no primeiro bimestre deste ano, na comparação com igual período de 2020, as vendas externas cresceram 50,9%, alcançando 343,31 milhões de litros, e a receita aumentou 22%, somando US$ 158,22 milhões (fonte: Secex/Ministério da Economia).

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