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Filme inspirado em texto de servidor da ALMT foi é reconhecido nacionalmente

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

HAROLDO ASSUNÇÃO / Secretaria de Comunicação

Um filme angustiante, narrativa frenética que enfoca o drama de um dependente químico trancafiado em seu próprio universo, acuado pelo medo e isolado da sociedade – esta é a trama de “Eunóia”, obra homônima do jornalista Eduardo Ferreira, adaptada para o formato de curta-metragem e exibida na 4ª edição do Festival Cinecaos, realizado em Cuiabá.

“Escrevi essa novela há cerca de dez anos, em apenas dois meses de trabalho, num ritmo tão alucinante quanto múltiplas alucinações do personagem”, recorda Ferreira.

Depois do sucesso do livro, que teve a tiragem impressa de mil exemplares, completamente esgotada, além de outros seis mil baixados via internet (o texto está disponível no link (http://www.overmundo.com.br/banco/eunoia)), um desses milhares de leitores – o cineasta Joel Sagardia – procurou o autor a fim de transpor o drama para a tela.

Além de adaptar o roteiro, Ferreira também faz a locução e dividiu a direção do curta com Sagardia. O personagem central é vivido pelo ator Caio Mattoso, em brilhante interpretação.

A produção – que também pode ser conferida via web, no link www.youtube.com/watch?v=S07OKfmSNe0&t=140s -, participou de várias outras seletivas cinematográficas, entre as quais: Festival Latino Americano, em São Paulo (SP);  Festival América do Sul, em Corumbá (MS); Festival de Cinema de Campo Grande (MS); Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, Festival de Alta Floresta e Mostra Banco do Nordeste.

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O AUTOR

Natural de Guiratinga, Eduardo Ferreira é aquele personagem que se costuma chamar multimídia: músico, poeta, escritor, cineasta, radialista “e até filósofo nas horas vagas”.

A inquietude de seu ser o conduziu, desde criança, pelos caminhos da arte e da cultura. Aos sete anos, começou pelo traço, aos oito já estudava piano clássico; desde a adolescência percorre as trilhas da literatura, apaixonado pela poesia – “sempre estimulado pela família”. “Cresci num lar onde vivenciamos o afeto pela memória, pelo lúdico, pela imaginação criativa”, lembra.

Depois de morar em Rondonópolis, Uberlândia (MG) e Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Ferreira é radicado em Cuiabá há anos. “Daqui não saio mais, é o lugar que escolhi para morrer”, exagera. Aqui, tem escrito novas páginas na literatura, no audiovisual, na música – destaque para o performático grupo Caximir Bouquet.

Em 2010, seu filme “Aroe Jari” foi eleito pelo júri e público para o prêmio de melhor média-metragem do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – dois anos depois, a obra cinematográfica abriu concertos de música erudita contemporânea em Amsterdã e Haia.

“Aroe Jari, que significa ‘morada das almas’ na língua Bororo, é uma ópera/doc experimental sobre o ritual de morte Bororo” descreve Ferreira.

Outro filme do qual Eduardo tem indisfarçado orgulho é “Cerimônias do Esquecimento”, inspirado na obra homônima do inesquecível escritor mato-grossense Ricardo Guilherme Dicke e realizado por meio de parceria entre Fundação Padre Anchieta/TV Cultura SP, Ministério da Cultura e TV Universitária/UFMT.

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Além da extensa produção cultural, profissionalmente tem trabalhos em publicidade e marketing político. Foi um dos pioneiros na TV ALMT e, depois de algum tempo fora da Casa, retornou – atualmente, compõe a equipe que faz a Rádio Assembleia de Mato Grosso.

A proposta de escrever sobre Eduardo Ferreira e sua obra, definitivamente não é trabalho fácil – para bem descrever o artista, assim como suas múltiplas facetas e criações, seria preciso um livro. Para dizer o pouco.

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Política MT

Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

Veja Video:

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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