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Flávia Moretti critica Kalil e fala em projeto de mudança para Várzea Grande

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Resolver a falta de água e retomar o desenvolvimento de VG são prioridades da candidata a prefeita

Foto- Assessoria

Em um cenário de crescente insatisfação com a administração municipal de Várzea Grande, a candidata à prefeita do município pelo PL, Flávia Moretti, destacou a necessidade urgente de um prefeito mais proativo e competente, especialmente para enfrentar problemas crônicos como a falta de água na cidade.

Moretti criticou a administração do atual prefeito Kalil Baracat (MDB) por não ter viabilizado recursos federais para resolver, de forma definitiva, esses problemas. Ela argumenta que a crise hídrica de Várzea Grande não é uma questão de falta de recursos, mas sim de vontade política.

“Não podemos admitir que milhares de várzea-grandenses ainda vivem sem água em suas casas. O que falta é um prefeito com autonomia e vontade de buscar soluções. Várzea Grande precisa de um projeto de mudança que realmente defenda os interesses da cidade e de seu povo”, declarou a candidata. Ela acusou a atual gestão de não procurar toda a bancada federal para captar recursos que poderiam ser destinados à cidade.

O embate vem em meio a críticas recentes do deputado federal José Medeiros (PL), que acusou Baracat de não apresentar projetos para captação de verbas federais para resolver o problema da água, entre outros. A declaração do parlamentar provocou uma reação desproporcional da família Campos, que, em vez de justificar a incompetência do prefeito e a falta de ações, optou por atacar o deputado federal para desviar o foco da discussão.

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Em sua crítica, Moretti também questionou o papel do senador Jayme Campos, que ajudou a eleger Kalil para ser o seu ‘gerente’ na prefeitura.

“O Jayme já foi governador, prefeito de Várzea Grande e está em seu segundo mandato de senador, e ainda não conseguiu ajudar o nosso município. Pelo contrário, será que 50 anos exercendo mandatos não foram suficientes para resolver o problema da falta de água e impedir o empobrecimento de Várzea Grande? É triste ver que o prefeito Kalil, em quase quatro anos de mandato, não resolveu problemas essenciais como falta de água, saúde e transporte público. A gestão atual é marcada pela falta de planejamento e ação”, afirmou Flávia, que conta com o apoio da maioria da bancada federal de Mato Grosso, incluindo um senador e quatro deputados federais, todos do partido da candidata, que é o PL.

No entanto, a candidata não se limitou às críticas e apresentou algumas propostas que estão em seu plano de governo. Flávia Moretti propôs um conjunto de medidas para estimular o crescimento econômico de Várzea Grande, incluindo a atração de novas empresas, a promoção da industrialização e o investimento na capacitação da mão de obra local.

“A vocação econômica de Várzea Grande precisa ser mais bem aproveitada pelo poder público. Temos um projeto para fomentar as diversas vocações do município e retomar o crescimento. Lembrando que, para desenvolver Várzea Grande, precisamos resolver definitivamente o problema da água. Já definimos em nosso plano de governo várias ações para solucionar os problemas do nosso município e retomar o desenvolvimento, que vai gerar emprego e renda para população”, frisou a candidata.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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