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Fundação MT realiza evento online sobre a cultura do algodão

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Foto: Assessoria

Os resultados mais recentes das pesquisas sobre a cultura do algodão estão sendo apresentados no Encontro Técnico Algodão realizado de forma online pela Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso, Fundação MT.

A qualidade da fibra de algodão produzida nas lavouras do Brasil, a avaliação da safra 19/20 e o manejo da cultura do algodão norteiam as apresentações dos renomados especialistas que fazem parte da equipe técnica do evento. Os desafios da produção de algodão e as oportunidades do mercado nacional e internacional também estão sendo debatidos.

De acordo com Leandro Zancanaro, diretor técnico da Fundação MT, a fibra de algodão produzida pelos cotonicultores brasileiros é referência no mundo, porém há detalhes que precisam ser melhorados. E isso passa por entender melhor a cultura do algodão e suas interações com a estratégia de manejo.

“A safra 19/20 teve condições climáticas com pouca chuva no mês de abril, e chuvas pontuais no mês de maio, assustando inicialmente muitos que trabalham com a cultura do algodão. Mas, no geral foi uma safra boa em relação a produtividade, com frequência elevada de campos com produtividades maiores que nos anos anteriores. A avaliação da safra 19/20 nos traz um aprendizado muito grande para entender a planta de algodão, e ajudar a fazer os ajustes finais para a safra 20/21, que começa com um atraso da cultura de verão (soja) com implicações grandes para a do algodão que ainda vai ser implantado”, avaliou Zancanaro.

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Diante deste cenário é que a Fundação MT reúne de forma online desde terça (17) pesquisadores, consultores, agrônomos e analistas de diferentes esferas para difundir tecnologia agronômica dessa cultura que tem alto valor de investimento e tem como principais gargalos para a safra 2020/21 as condições climáticas, a fitossanidade e a rastreabilidade.

“A programação do Encontro Técnico Algodão online contempla assuntos sobre qualidade da fibra produzida pelo Brasil, condições meteorológicas e a influência para a cultura do algodão, cenário e desafios futuros para a cotonicultura, manejo de doenças, plantas invasoras, nematoide Aphelenchoides, bicudo, uso de produtos biológicos na cultura do algodão, ambientes de produção e produtividade. Sabemos que o algodão é uma cultura de alto valor financeiro, alto potencial produtivo e temos que pensar como aproveitar esse potencial do algodão associado ao manejo para dar uma longevidade a esse algodão, seja técnico, seja econômico, ambiental e também em termos de rastreabilidade. O mercado internacional quer entender melhor como o nosso algodão é produzido”, explicou o diretor técnico da Fundação MT.

Participam do evento produtores rurais, agrônomos, técnicos agrícolas, consultores e pesquisadores de todo o Brasil. Eles recebem as informações sobre os resultados de pesquisas, experiências de consultores, conhecem experiências inovadoras na cotonicultura, interagem com os palestrantes e tiram dúvidas diretamente com os especialistas. O evento começou terça (17) e acontecerá até dia 19 (quinta-feira). Mais informações no www.fundacaomt.com.br.

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Problemas de logística e infraestrutura nas rodovias são tratados com DNIT

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Política Agrícola e Logística

Problemas de logística e infraestrutura nas rodovias são tratados com DNIT

Entre as demandas estão a regularização dos acessos na BR-163, e o andamento das obras nas BR´s 242 e 158

29/04/2021

A logística é uma pauta que está no radar da atual gestão da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), especialmente quando se trata do escoamento dos grãos. Diante deste cenário, o presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore, se reuniu nesta quarta-feira (28.04), por videoconferência, com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Antônio Santos Filho e o deputado federal, Neri Geller.

As demandas do produtor rural em relação às obras nas rodovias foram repassadas ao general Santos Filho. Entra elas, foi solicitada a regularização do acesso entre a BR-163 e as fazendas, onde o fluxo é intenso, sobretudo durante a safra. Na BR-242, foi questionado o andamento das obras do primeiro trecho que liga Santiago do Norte a Gaúcha do Norte, e o segundo, entre Gaúcha e Querência. Além das adequações na rodovia 158, que faz divisa com o município de Redenção no Pará.

“As dificuldades que nós, produtores rurais, encontramos em relação a logística e infraestrutura são inúmeras. Precisamos de soluções para conseguirmos garantir uma boa produtividade”, enfatizou Cadore, ao explicar que todas as deliberações oriundas da reunião serão repassadas à base.

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O deputado Neri Geller, que participou da reunião se colocou à disposição para estas demandas. “Precisamos quebrar paradigmas e avançar. A agricultura fomenta a economia do nosso País. As obras vão ajudar o desenvolvimento do setor, sem gerar impactos ambientais”, ressaltou.

Por sua vez, o DNIT esclareceu como estão o andamento das obras nas rodovias. Na BR-158 têm dois contratos em andamento para restauração da pista, construção de pontes de concreto e acostamentos. A situação na BR-242 está em análise, aguardando estudos ambientais para dar o direcionamento. E sobre os locais onde tem acesso às propriedades no eixo da BR-163, o DNIT faz a autorização das obras, mediante apresentação de projeto pelos proprietários, para que estes façam a pavimentação, isto nos casos onde o trecho é de responsabilidade do órgão. “Os produtores rurais podem contar com o DNIT, vamos trabalhar em conjunto para atender todas as demandas da classe produtiva”, afirmou o general Santos Filho.

Além do presidente da Aprosoja-MT, participaram da reunião, o diretor Financeiro, Antonio Cavalaro, o diretor-executivo, Wellington Andrade, o diretor-executivo do Movimento Pro Logística, Edeon Vaz, e o consultor de Política Agrícola e Logística, Thiago Rocha.

Fonte: Marcella Lírio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Raça Araguaia: produtor membro da ‘Liga do Araguaia’ adota a agro sustentabilidade como modelo de produção

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Com o rebanho da Raça Araguaia concentrado em Mato Grosso, especialmente, em Torixoréu na divisa com o estado de Goiás, e plantéis em Rondonópolis, São Paulo e Minas Gerais, o grupo Origem Premium, tem como pilar a prática da agropecuária sustentável para aumentar a produtividade, garantir a qualidade da carne e contribuir com a redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa.

Diante do crescimento populacional e aumento do poder de compra internacional a demanda por alimentos de origem animal expandiu. Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, 2015), a projeção é de um aumento de 17% na produção de carne até 2024, e leva o Brasil a vantagem, por deter o maior rebanho comercial do mundo, cerca de 209 milhões de cabeças (ABIEC, 2016), e ocupar posição de destaque como fornecedor do produto. Em contrapartida, reflete em críticas a pecuária pela emissão de gases de efeito estufa (GEE) atribuída por cientistas, pela produção entérica dos bovinos e pelo uso de fertilizantes.

Por meio do movimento ‘Liga do Araguaia’, criado em 2015 e composto por 62 propriedades rurais no estado e na região conhecida como Vale do Araguaia mato-grossense, buscam desvincular a pecuária ao desmatamento e práticas prejudiciais ao meio ambiente. O pecuarista, Raul Almeida Moraes Neto, também integrante da Liga, participou desse grupo de propriedades, monitorando a Fazenda Santa Rita (Torixoréu-MT) que possui como base do rebanho animais de Raça Araguaia, bovinos com genética desenvolvida neste rico bioma; – e obteve resultados positivos, a partir da adoção de técnicas sustentáveis, melhorias e intensificação do manejo das pastagens e dos rebanhos.
Os produtores integrantes da Liga do Araguaia têm em comum o espírito de agro sustentabilidade, ou seja, de produzir conservando. Adotamos um conjunto de tecnologias entre as quais melhorias na qualidade da pastagem, intensificação do manejo, nutrição e melhoramento genético, dessa forma reduzimos a idade do abate dos animais, as emissões de CO2 a atmosfera e garantimos a produção de uma carne classificada como premium.

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Atualmente, o grupo de 62 propriedades reúne em torno de 150 mil hectares de pastagens, grande parte em processo de intensificação, nos quais estão apascentados aproximadamente 180 mil bovinos.

Além do ‘Projeto Carbono’ que foi concluído e mensurou a mitigação das emissões de CO2 na atmosfera pela pecuária, os produtores da Liga do Araguaia investem nos programas:
⦁ PROJETO REBANHO ARAGUAIA, em parceria com o JBS que foca otimizar a eficiência da gestão produtiva;
⦁ GARANTIA ARAGUAIA, que mensura as emissões de CO2, a gestão e o cumprimento das boas práticas agropecuárias, sociais e ambientais;
⦁ BAIXO CARBONO ARAGUAIA em cooperação com a Embrapa Gado de Corte, e tem por objetivo validar e certificar manejos que reduzem as emissões do GEE;
⦁ PROJETO CONSERV ARAGUAIA, oferece compensação financeira a propriedade com áreas de excedentes de conservação;
⦁ PROJETO RAÍZES ARAGUAIA, foca no fortalecimento do turismo ecológico, a inclusão social e econômica das comunidades do Vale do Araguaia.

Em setembro de 2015, o Brasil, na última reunião da Cúpula da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, se comprometeu a reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa em 43% até 2030 (MMA, 2015). Nesse aspecto, a Liga do Araguaia, busca com as iniciativas abordar as diferentes técnicas existentes para determinar a produção de metano por bovinos, os fatores que contribuem para essa emissão e quais estratégias podem ser adotadas para minimizar os prejuízos ao meio ambiente e a sociedade atribuídos a pecuária de corte.

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O trabalho realizado comprova o imenso potencial da pecuária tropical brasileira em contribuir com as questões ambientais do planeta, sendo capaz de mitigar as emissões dos GEE, a partir de pastagens bem manejadas que são capazes de retirar o CO2 da natureza e retê-lo no solo por meio do seu sistema radicular.

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Setor produtivo pede a AL novo estudo do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico

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Sustentabilidade

Setor produtivo pede a AL novo estudo do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico

Apontamentos da Aprosoja foram apresentados aos associados durante live

15/04/2021

Entidades do setor produtivo solicitaram à Assembleia Legislativa (AL-MT) um novo Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE) para Mato Grosso.  Na quarta-feira (14.04), representantes de oito entidades apresentaram ao presidente Max Russi um documento com pontuações sobre a atual proposta de Zoneamento, que está em produção na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão – SEPLAG. Em março, Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) também protocolou junto à Casa de Leis e ao Governo de Mato Grosso, pontuações sobre o estudo.

Presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, relatou os problemas apontados pelos produtores de soja e milho. “O impacto do zoneamento nas regiões menos desenvolvidas e do interior do estado é evidente, principalmente na Região Leste de Mato Grosso. Esse zoneamento não atende as necessidades e fere o direito à propriedade e não podemos ser coniventes com isso”, destacou.

Documento apresentado na AL foi de iniciativa do Fórum Agro MT, com apoio da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e Aprosoja Mato Grosso. “Após uma profunda análise, nosso objetivo é propor um novo estudo, com o cenário atual das atividades envolvidas e que seja mais coerente com a realidade do estado”, afirmou o presidente do Fórum, Itamar Canossa.

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 O presidente da Famato em exercício, Marcos da Rosa, defendeu que o projeto de Zoneamento proposto pela Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) está defasado e traz sérios problemas socioeconômicos para Mato Grosso.  “O projeto é baseado em um estudo realizado na década de 80, uma realidade totalmente distorcida com a de hoje. Ele prevê a criação de Unidades de Conservação onde atualmente existem importantes estradas, rodovias e onde poderá passar ferrovias e novas pontes que ajudarão no escoamento da nossa produção. Além disso, cria dificuldades e problemas para as atividades de extração mineral e florestal”, avaliou.

 Vice-presidente da Fiemt e o Cipem, o empresário Rafael Mason, destacou que o projeto prejudica também o setor industrial e consequentemente o desenvolvimento de outras regiões do estado. “Esse projeto impacta diretamente nas áreas de manejo florestal sustentável, onde já existem quatro milhões de hectares de floresta. A proposta pode ainda travar várias regiões do estado e impedir o desenvolvimento socioeconômico dos municípios”, afirmou.

Presidente da ALMT, deputado Max Russi, recebeu o documento, concordou que o projeto precisa ser revisto e colocou o parlamento à disposição para discutir o tema. “É uma pauta que tem que ser debatida, não será aprovada da forma que está, até porque e prejudica grande parte do setor produtivo. Nessa legislatura contamos com muitos deputados que defendem este segmento e reconhecemos a importância deste para o Estado. Estamos aqui para ajudar no que for preciso para que este projeto seja aprovado da melhor forma”, defendeu.

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 A fala é endossada pelo deputado Carlos Avallone (PSDB). “Eu nunca vi um documento repudiado por toda a sociedade como este do Zoneamento, ele não atende e não agradada nenhum setor envolvido. Realmente é preciso que haja um novo estudo”, avaliou. 

Já a deputada Janaína Riva (MDB) destacou a vontade de resolver a questão do projeto de zoneamento ainda nesta legislatura. “Acredito que hoje temos uma legislatura que abraçou a causa e que entende a necessidade de corrigir essas distorções. Ao meu ver, essa proposta atual é algo irreal e precisamos aproveitar o momento favorável para melhorar este projeto”.

Presidentes e representantes da Acrismat, Acrismat, Ampa, Aprosmat, Famato, Fiemt, Cipem e Aprosoja pediram empenho do legislativo na pauta. Participaram da reunião os deputados, Max Russi (PSB), Janaína Riva (MDB), Carlos Avalone (PSDB), Ulysses Moraes (PSL), Delegado Claudinei (PSL), Valmir Moreto (PRB), Dilmar Dal Bosco (DEM), Gilberto Cattani (PSL), Elizeu Nascimento (DC), Allan Kardec (PDT), João Batista (PROS), Paulo Araújo (PP), Sebastião Rezende (PSC) e Dr. Eugênio (PSB).

O documento com as ponderações dos produtores de soja e milho foi produzido após levantamento realizado pela equipe de Sustentabilidade com apoio da Política Agrícola. Os apontamentos foram apresentados aos associados durante live que pode ser acessada neste link https://youtu.be/wgYCcAHBn-g

Fonte: APROSOJA

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ALMT – Campanha Fake News II

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