Política MT
Governador Mauro Mendes irá se licenciar do cargo para acompanhar tratamento de saúde da esposa

Foto: Assessoria
O governador Mauro Mendes (UB) confirmou nesta quarta-feira, 1º de junho, que irá se licenciar do cargo por um período para acompanhar o tratamento de saúde de sua esposa, a primeira-dama Virgínia Mendes. O período da licença e sua duração não foram informados.
Mauro não quis dar detalhes sobre a situação de saúde de sua esposa, pois aguarda a conclusão de alguns exames para fechar o diagnóstico. No entanto, ele disse recentemente que a situação de sua esposa é delicada e que terá “algumas semanas difíceis”.
“Eu vou me ausentar sim, tirar uma licença durante um período que não defini ainda, para acompanhar o tratamento de saúde da minha esposa”, disse.
“Ela tá em casa, por enquanto. Temos uma série de consultas, exames e diagnóstico a ser fechado. Eu espero um pouquinho mais, a gente vai ter que falar claro e objetivamente sobre isso, mas eu peço a compreensão para que os fatores ligados a ela e à condição dela, para aguardar um pouquinho mais”, completou.
Virginia Mendes chegou a ficar internada no começo deste mês em um hospital particular em São Paulo, devido a alterações em seus exames.
A primeira-dama é transplantada, após ter recebido um rim de Mauro durante o ano de 2014. Por isso, Virgínia precisa usar medicamentos que deixam seu sistema imunológico suprimido, para evitar rejeição do órgão – um procedimento comum entre pacientes transplantados.
Com a saúde frágil, a primeira-dama precisou cancelar uma série de compromissos públicos das ações sociais que realiza por meio da Secretaria de Assistência Social.
Enquanto Mauro estiver afastado do cargo, quem assume o comando do Estado é o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
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Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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