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Governo de MT investe R$ 2,9 milhões em entrega histórica de uniformes e viaturas para Polícia Civil

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O Governo de Mato Grosso entregou, nesta quinta-feira (25.05), três mil kits de uniformes para a Polícia Civil e 12 novas viaturas que serão empregadas no atendimento a vítimas de violência doméstica. A solenidade, realizada no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, fez parte das comemoração aos 181 anos de criação da instituição, celebrados nesta semana. O investimento do Estado é de R$ 2,9 milhões.

“É uma honra estar aqui junto com vocês, que desempenham um importante papel no elo da segurança pública. Esses uniformes que estamos entregando agora, pela primeira vez na história de Mato Grosso, são sinais de respeito e valorização a vocês, servidores, que muito contribuem para a segurança e a Justiça do nosso Estado”, frisou o governador Mauro Mendes.

Cada kit entregue pelo Governo é composto por calça tática, jaqueta modelo ‘corta vento’ e camisetas. Apenas na compra de 14 mil peças dos uniformes foi investido R$ 1,157 milhão. Os uniformes serão destinados aos delegados, escrivães e investigadores.
A delegada-geral da PJC, Daniela Maidel, destacou que os investimentos traduzem um esforço contínuo da instituição em aperfeiçoar a prestação de serviços e valorizar o servidor policial, especialmente diante da construção de uma Polícia Civil mais forte e eficiente ao longo de 181 anos.

“Essa entrega de uniformes é um momento marcante para a instituição, pois a valorização profissional é um pilar fundamental para que possamos desempenhar nossas funções com excelência, e a valorização não se limita aos uniformes, mas engloba todo o investimento que tem sido feito na promoção de melhores condições de trabalho, recursos tecnológicos e, acima de tudo, respeito e reconhecimento pela importância de nossa atuação”, enfatizou a delegada-geral.

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Três policiais civis receberam os kits de uniformes de forma simbólica, representando os quase três mil profissionais que integram a instituição. Ilhane Terezinha Hauschildt, da Central de Flagrantes de Cuiabá, recebeu o uniforme representando os 642 escrivães da instituição. O investigador Byron Pareja Batista, da Gerência de Polinter e Capturas, e a delegada regional de Alta Floresta, Ana Paula Reveles, representou suas respectivas categorias.

Representando a Assembleia Legislativa, o deputado Elizeu Nascimento parabenizou o trabalho da Polícia Civil, em especial na região do Araguaia, onde as forças policiais têm atuado na repressão aos crimes de invasão de terras.

Combate à violência doméstica

As 12 picapes modelo Renault Oroch serão empregadas em núcleos e delegacias especializados do interior do Estado, para ações de retirada de pertences de vítimas de violência doméstica. A entrega de veículos descaracterizados é uma forma de prestar o serviço de auxílio às vítimas de violência sem que elas se sintam constrangidas ao retirarem seus pertences da residência que antes dividiam com os agressores.

“Este é um investimento importantíssimo para auxiliar em todo o trabalho global que o Estado de Mato Grosso vem fazendo para fortalecer a rede de proteção a vítimas de violência doméstica. Com essas viaturas entregues hoje, o Estado investe no trabalho dos 24 núcleos do interior, que atuam no atendimento a vítimas de violência, equipando, de início, 12 deles, e já temos a previsão de aquisição de mais 12 viaturas”, pontuou o secretário de Segurança Pública, César Roveri.

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A compra das viaturas foi realizada com recursos de emenda parlamentar do deputado estadual Dr. João Matos e do Estado, no valor total de R$ 1,7 milhão.

Na regional de Alta Floresta, a viatura será destinada às ações de atendimento a vítimas de violência doméstica na Delegacia de Colíder.

“Além dessa viatura para reforçar os trabalhos já realizados em Colíder, a entrega dos uniformes representa para todos nós um reconhecimento especial aos policiais civis. Me sinto honrada em poder representar nossa categoria e é uma forma de valorizar todos que compõem a nossa Polícia Civil, mesmo o policial que está no mais longínquo interior, como a nossa regional, que enfrenta diversidades diferentes de grandes centros e está sendo lembrado”, agradeceu a delegada Ana Paula Reveles.

O evento contou com a participação dos deputados estaduais Elizeu Nascimento, Paulo Araújo e Valmir Moretto, dos secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), Jordan Espíndola (Gabiente de Governo), Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão), Jefferson Neves (Cultura, Esporte e Lazer), Grasi Bugalho (Assistência Social e Cidadania), e os comandantes da Polícia Militar, Alexandre Mendes, e do Corpo de Bombeiros, Alessandro Borges.

Também prestigiraram o evento os diretores da Polícia Civil, Rodrigo Bastos (delegado-geral adjunto), Vitor Hugo Bruzulato (Atividades Especiais), Juliano Carvalho (Inteligência), Wagner Bassi (Metropolitano), Mário Dermeval (Execução Estratégica), Fausto Freitas (Acadepol) e Jesset Munhoz (Corregedor-geral), e policiais civis de unidades da região Metropolitana e do interior do estado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra Operação Replay contra núcleo financeiro de facção criminosa que atuava em diversos Estados

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Investigação alcança estrutura de comando, operadores externos e patrimônio estimado em mais de R$ 17 milhões, além de bloqueio financeiro de até R$ 15,324 milhões

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (29.7), a Operação Replay para cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva, mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais e de quebra de sigilo, contra 14 integrantes e colaboradores de uma estrutura criminosa investigada por organização criminosa e lavagem de capitais. Conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), operação foi desencadeada nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Balneário Camburiú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

A ação é um desdobramento de uma investigação continuada que já havia resultado nas operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A nova fase foi estruturada a partir da análise dados telemáticos. O material deu origem a relatórios técnicos que revelaram a continuidade da atuação da estrutura criminosa, com divisão de tarefas, núcleo financeiro próprio, operadores externos, utilização de contas de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade econômica compatível.

A decisão judicial autorizou prisões preventivas, buscas pessoais, domiciliares e veiculares, afastamento de sigilo de dispositivos eletrônicos, compartilhamento de provas, sequestro e indisponibilidade de imóveis e veículos e bloqueio de ativos financeiros vinculados aos investigados. As medidas têm como finalidade interromper a continuidade das atividades, preservar provas, impedir a dissipação patrimonial e atingir a base econômica que sustentava a atuação do grupo.

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A dimensão da operação pode ser medida pelo patrimônio identificado. Os imóveis e veículos alcançados pelas medidas foram estimados em aproximadamente R$ 17.287.600,00. Entre os bens estão apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, três terrenos e quatro veículos. Separadamente, foi pleiteado bloqueio financeiro de até R$ 15.324.000,00, valor relacionado à contabilidade encontrada durante a investigação. Esses montantes não devem ser somados como se fossem recuperação efetiva, pois representam categorias distintas de constrição patrimonial.

Somente os imóveis foram estimados em cerca de R$ 16,68 milhões. A investigação relacionou um apartamento de luxo em Itapema, estimado em R$ 3 milhões; um apartamento de alto padrão em Balneário Camboriú, estimado em R$ 6 milhões; uma casa em condomínio fechado na região de Camboriú, estimada em R$ 6 milhões; uma residência de alto padrão em Cuiabá, estimada em R$ 1,5 milhão; e três terrenos avaliados, em conjunto, em aproximadamente R$ 180 mil.

Os veículos submetidos às medidas foram estimados em aproximadamente R$ 607,6 mil, incluindo automóveis e motocicleta registrados em nome de investigados ou terceiros ligados ao núcleo. A estratégia de descapitalização busca impedir que bens adquiridos com recursos de origem ilícita sejam vendidos, transferidos, ocultados ou reutilizados para financiar a reorganização da estrutura.

Além das grades

Outro eixo central da investigação constatou que uma liderança, mesmo custodiada em setor de segurança máxima do sistema estadual, continuava exercendo funções de comando financeiro e disciplinar. As comunicações analisadas registraram cobranças de fechamentos, determinações de recolhimento, direcionamento de valores, correção de planilhas e orientação de operadores que atuavam em liberdade.

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Em uma das planilhas encontradas, havia referência a R$ 14.093.000,00 como valor total congelado e a R$ 1.231.000,00 como total relacionado ao período analisado. O montante de R$ 15.324.000,00 serviu de parâmetro para o pedido de bloqueio financeiro. Os registros também continham referências a prestações de contas, movimentação de grandes quantidades de entorpecentes e distribuição de recursos entre diferentes núcleos.

A investigação identificou ainda que o mesmo chip atribuído à liderança foi utilizado em sete aparelhos celulares diferentes entre setembro de 2025 e março de 2026. A alternância dos terminais indica método de adaptação destinado a contornar apreensões e controles penitenciários, permitindo a continuidade das comunicações clandestinas.

Nome da Operação

O nome Replay faz referência à repetição das condutas e à capacidade de reorganização identificada após as operações anteriores. A nova fase busca interromper esse ciclo, responsabilizar os envolvidos, neutralizar o comando exercido de dentro do cárcere e retirar da estrutura os recursos financeiros e patrimoniais utilizados para manter suas atividades

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Equipe do 4º BBM utilizou cerca de 2,5 mil litros de água para extinguir as chamas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta quarta-feira (22.7), um incêndio em uma madeireira, em Sinop (a 480 km de Cuiabá)

A equipe do 4º Batalhão de Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 2h para atender à ocorrência. No local, os bombeiros constataram que o incêndio atingia o corredor subterrâneo por onde passa a esteira responsável pelo transporte de pó de serra do interior da madeireira para a área externa. As chamas também alcançavam o acúmulo de pó de serra e algumas máquinas da serraria.

Para combater o incêndio, as equipes realizaram a abertura de acessos ao corredor subterrâneo, permitindo o combate direto às chamas e o resfriamento da estrutura afetada. A atuação dos bombeiros eliminou os focos de calor e impediu que o fogo se propagasse para outros setores da empresa.

Durante a operação, foram utilizados aproximadamente 2,5 mil litros de água no combate às chamas. Após a extinção do incêndio, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do fogo.

Não houve registro de vítimas.

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Operação Adsumus tem Rondonópolis como foco e mira facção ligada a bingos ilegais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (10.7), a Operação Adsumus para cumprir 17 ordens judiciais no âmbito de uma investigação que apura a atuação de uma facção criminosa em Rondonópolis. O grupo utilizava jogos de azar e bingos para ocultar valores obtidos de forma ilícita.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, além de medidas cautelares de suspensão de atividade comercial, bloqueio de contas bancárias e quebra de sigilo bancário contra alvos nos municípios de Rondonópolis, Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra.

As ordens judiciais foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.

Os investigados respondem pelos crimes de integrar organização criminosa, lavagem de capitais, tráfico de drogas, associação para o tráfico, fraude processual, ingresso ou facilitação da entrada de aparelho telefônico em estabelecimento prisional, falsidade ideológica, extorsão e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

Mandados judiciais

Entre as medidas cautelares determinadas pela Justiça está a suspensão das atividades de um estabelecimento comercial em Rondonópolis, onde eram realizados diversos eventos e shows.

O local funcionava como sede permanente para a realização de sorteios ilegais de bingo controlados pela facção criminosa investigada. As investigações também identificaram movimentações financeiras expressivas e incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos responsáveis pelo estabelecimento.

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Diante dos elementos colhidos, que reforçam os indícios da prática de lavagem de capitais, foi determinada a suspensão das atividades econômicas e financeiras da empresa, a lacração do estabelecimento e a apreensão das máquinas de bingo, da máquina de urso e de outros equipamentos utilizados na exploração de jogos de azar.

Investigação

O inquérito instaurado pela Derf de Rondonópolis teve início após a apreensão de um aparelho celular utilizado por um dos autores de um roubo e incêndio, ocorrido em 18 de fevereiro de 2025, em uma padaria localizada no bairro São Sebastião, em Rondonópolis.

O crime foi praticado por dois homens armados, que anunciaram o roubo e, em seguida, incendiaram as dependências da padaria. No decorrer das investigações, os dois suspeitos foram identificados e tiveram as respectivas prisões preventivas decretadas pela Justiça.

Em maio de 2025, os dois foragidos foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal portando documentos de identificação falsos. Ambos viajavam como passageiros de um ônibus interestadual que fazia o trajeto de Cuiabá (MT) para o Rio de Janeiro (RJ).

Na ocasião, a equipe da Polícia Rodoviária Federal apreendeu os aparelhos celulares que estavam com os suspeitos, e o material foi encaminhado à Derf de Rondonópolis para as providências cabíveis.

A partir da análise do conteúdo extraído dos celulares, os policiais identificaram a existência de uma célula de facção com atuação em diversos municípios de Mato Grosso.

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Conforme apurado, trata-se de um grupo criminoso que atuava nos crimes de tráfico de drogas, extorsão, exploração de jogos de azar, fraude processual e falsidade ideológica.

Continuidade

As diligências prosseguem para a conclusão das investigações e finalização do inquérito policial, com o consequente indiciamento dos envolvidos.

Integração

Participaram da Operação Adsumus equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

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