Mato Grosso
Governo de MT licita construção de mais sete pontes de concreto em rodovias estaduais

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) lançou os processos de licitação para contratar as obras de execução de mais sete pontes de concreto em todo o Estado de Mato Grosso. O investimento previsto para a realização destas obras é de R$ 21,9 milhões.
Serão licitadas duas pontes na MT-351, no município de Nobres. A primeira localizada sobre o Rio Quebó Grande, com 39,6 metros de extensão, e a segunda sobre o Rio Quebozinho, com 30 metros de comprimento. O valor previsto para a licitação das duas pontes é de R$ 5,3 milhões.
Uma terceira ponte também será construída na MT-351, sobre o Ribeirão Estivador, localizado na divisa entre Nobres e Diamantino. Com 30 metros de extensão, esta ponte tem um valor estimado de R$ 2,4 milhões.
A maior ponte entre as sete que vão ser licitadas está localizada no município de Alto Paraguai. Com 50 metros de extensão, a nova estrutura de concreto passa por cima do Rio Ararinha, na MT-409. A obra está orçada em R$ 4 milhões.
Já na região do Xingu, o Governo de Mato Grosso vai construir uma ponte de 30 metros na MT-437, em São José do Xingu. O valor da obra é de R$ 3 milhões, sobre um rio sem nome cadastrado.
As últimas duas pontes ficam sobre o Ribeirão Cabeceira Comprida, no município de São José do Rio Claro, sendo uma com 41,5 metros e outra com 31 metros. A primeira fica na MT-160 e a segunda na MT-235. As duas pontes juntas tem um valor estimado em R$ 7 milhões.
As licitações serão realizadas ao longo do mês de agosto e todos os documentos referentes às obras, como o edital, termo de referência e os projetos podem ser acessados por meio do site da Sinfra-MT.
Todas as sete novas pontes de concreto irão substituir estruturas de madeira. Desde 2019, o Governo de Mato Grosso já entregou 222 pontes de concreto em todas as regiões do Estado. As pontes melhoram o tráfego de veículos e garantem mais segurança para quem transita pelas rodovias, além de facilitar o escoamento da produção agropecuária.
Fonte: Governo MT – MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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