Mato Grosso
Hospital Regional de Rondonópolis realiza primeira cirurgia da região sul de MT de retirada de tumor cerebral
O Hospital Regional de Rondonópolis realizou, neste sábado (27.07), a primeira cirurgia, via Sistema Único de Saúde, de retirada de tumor cerebral da região Sul de Mato Grosso. O procedimento ocorreu sem intercorrência e o paciente segue internado no hospital, recebendo todo o tratamento necessário para o quadro clínico.
O serviço foi disponibilizado no hospital no início do mês de julho deste ano, quando foram implementados 10 leitos de UTI neurológica com objetivo de acelerar o atendimento dos pacientes que aguardam por essa especialidade na Regulação. Com isso, a unidade se tornou referência em atendimentos de aneurismas, tumores, artrodese de coluna, túnel do carpo, entre outros procedimentos de média e alta complexidade neurológica.
Conforme a secretária adjunta de Gestão Hospitalar da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Caroline Dobes, serão realizadas em médias 25 cirurgias eletivas de alta complexidade por mês no Hospital. “O objetivo é atender a demanda da região e evitar transferências para outras cidades”, informa a gestora.
O diretor do Hospital, Israel Paniago, entende que a oferta desse serviço melhora o prognóstico dos pacientes. “Eles terão sobrevida melhor, pois contarão com diagnóstico mais eficaz, considerando que os quadros neurológicos tendem a ser casos graves e a locomoção desses pacientes gera grandes riscos de piora no quadro ou evolução para óbito”, explica Israel.
O Hospital Regional de Rondonópolis disponibiliza um total de 143 leitos, sendo 20 leitos de UTI geral, 10 leitos de UTI neurológica e 113 leitos de enfermaria; o local é referência para os 19 municípios da região sul do Estado de Mato Grosso. Além das especialidades de neurologia, a unidade de saúde ainda dispõe do serviço de ortopedia, bucomaxilo, urologia, oftalmologia, cirurgia geral, pediatra clínica e cirúrgica, nefrologia, infectologia, cirurgia vascular, cardiologia.
Fonte: GOV MT
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Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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