Política MT
Idosos do Altos do Coxipó visitam Assembleia Legislativa
Foto: Demóstenes Milhomem
O Programa Por Dentro do Parlamento da Assembleia Legislativa, sob a coordenação do Planejamento Estratégico, recebeu hoje (18), pela manhã, 14 idosos do Centro de Convivência de Idosos (CCI) João Guerreiro, do bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá. Hoje, CCI atende 560 pessoas na faixa etária de 60 anos ou mais de idade.
No périplo que fizeram no Parlamento estadual, sob a orientação do professor José Ival de Souza, eles conheceram a estrutura física como, por exemplo, o Espaço Cidadania João Paulo II e o Instituto Memória (local que guarda a história política do Parlamento), e ainda o funcionamento dos principais setores administrativos.
O professor José Ival exibiu um filme – de pouco mais de 12 minutos – contando um pouco das atividades desenvolvidas em todos os setores da Casa de Leis. O filme inicia mostrando a história da fundação de Cuiabá e depois relata as funções desenvolvidas pelos deputados em Plenário e das atividades administrativa que estão disponíveis à sociedade mato-grossense.
O professor Ivo da Silva, 47 anos de idade, que veio acompanhando os idosos, afirmou que no CCI participam hoje 560 pessoas idosas. Desse total, 75 delas estão matriculadas na Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Lá, eles desenvolvem várias atividades como, por exemplo, o artesanato, pinturas e natação. Estar junto deles é muito gratificante”, explicou da Silva.
A monitora dos idosos, Odilza Sírio Sampaio, afirmou que mesmo com a lei do Estatuto do Idoso, aprovada em 2003, ainda falta muito para as pessoas da terceira idade terem uma vida mais digna e tranqüila no dia a dia. Segundo ela, essa lei não dá a segurança que o idoso precisa. "O registro de casos de violência contra as pessoas da terceira idade podem ser feitas no Núcleo de Atendimento ao Idoso, unidade da Polícia Judiciária Civil (PJC), que atende dentro da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DDM)", disse Sampaio.
Janário Rodrigues Ramos,76 anos, disse que é a primeira vez que veio visitar a Assembleia Legislativa e que é uma oportunidade para descontrair e conhecer novos lugares e pessoas. “Sair um pouco é bom. O prédio é grande. Mas não acredito muito na mudança de postura dos políticos. Já estou com 76 anos e é paulada em cima de paulada”, disse Ramos.
Maria Helana Araújo,63 anos , não conhecia a Assembleia Legislativa. Para ela é fundamental que os idosos saiam e conheçam novos lugares. “Eu gostaria que os políticos olhassem mais pelos idosos. Nós estamos meio abandonados. Precisamos de quase tudo, inclusive médicos para atender a gente”, afirma Araújo.
O professor José Ival disse que sempre agradável a visita dos idosos, porque vêm conhecer in loco a função parlamentar, conhecer um pouco da história do Parlamento e de Mato Grosso. “É um dia diferente para eles, uma espécie de passeio e, com isso, eles têm a oportunidade de também conhecer melhor o que é o Parlamento estadual”, disse Ival.
Amanhã (19), às 8 horas, a vista será do CCI Maria Ignês França Auad, e na quinta-feira (20), às 8 horas, será a vez do CCI Padre Firmo.
Para agendar vistas ao Parlamento, as pessoas interessadas devem entrar em contato pelo telefone 3313-6282 ou fazer o pedido pelo email: [email protected]. A preferência às visitas é para os dias de sessões plenárias.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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