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IICA lançará segunda edição do livro “Lutadoras – Mulheres Rurais no Mundo”

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O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) lançará a segunda edição do livro Lutadoras – Mulheres Rurais no Mundo no próximo dia 15 de outubro. A data celebra o Dia Internacional das Mulheres Rurais.

O objetivo da publicação é homenagear uma figura chave para a segurança alimentar e o progresso socioeconômico do continente americano. A intenção também é incentivar a formulação e execução de políticas públicas de qualidade que possam melhorar a situações das mulheres que vivem no campo.

“A meta é o cumprimento cabal do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), número 5, da Organização das Nações Unidas, de “alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”, resume o diretor geral do IICA, Manuel Otero.

Para Otero, essas mensagens estão em plena consonância com os eixos de trabalho e os programas do Instituto em favor do desenvolvimento agropecuário e rural, instando para que seja dada prioridade à conquista de um desenvolvimento harmonioso e integrado.

Nova edição

Lançada em 2018, a primeira edição da publicação contava com 28 artigos. Já a segunda edição, corrigida e ampliada, contém 37 artigos, dos quais 35 são escritas por mulheres de mais de 10 países, entre eles: Alemanha, Argentina, Barbados, Brasil, Costa Rica, Espanha, Estados Unidos, Panamá, Paraguai e Nova Zelândia.

Os artigos são escritos por autoras e autores de diferentes países sobre temas que envolvem a realidade das trabalhadoras rurais. Uma das três autoras brasileiras é a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que escreveu sobre espaço e representatividade para as mulheres do campo.

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As outras duas brasileiras que escreveram são Rita Teixeira, do Movimento das Mulheres do Nordeste Paraense, e a jornalista Daniela Falcão. As fotos que ilustram a publicação são do fotógrafo Sebastião Salgado. 

O livro é dividido em três seções que trazem dados, depoimentos e principais desafios enfrentados pelas mulheres rurais. Após o lançamento, o livro ficará disponível no site do IICA.

O lançamento ocorrerá no âmbito dos 15 dias de mobilização em prol dos direitos das mulheres rurais promovida pelo Ministério da Agricultura em parceria com a FAO e organizações da sociedade civil.

Desigualdade

Quase 40% das mulheres que vivem no campo na América Latina e no Caribe não têm renda própria e menos de um terço possui titularidade da terra. No Brasil, o número de mulheres que vivem no campo chega a cerca de 15 milhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que representa 47,5% da população rural. Dessas, 50,3% são economicamente ativas e 30% não têm renda própria, e apenas 3% possuem 15 ou mais anos de estudo.

As mulheres estão mais presentes nos minifúndios (49,5%) e em pequenas propriedades (26,1%), de acordo com estudo da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

Outro dado nacional aponta um aumento no número de empreendimentos dirigidos por mulheres. Eles eram 12%, em 2006, e passaram a 19% em 2017, de acordo com o IBGE.

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Serviço:

Coquetel de Lançamento da 2ª edição do livro “Lutadoras – Mulheres Rurais no Mundo”

Data: 15/10/2019

Horário: 19h

Local: Sede do IICA no Brasil – SHIS QI 05, Chácara 16 Brasília/DF

Fonte: Assessoria de comunicação do IIICA

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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