Mato Grosso
Investimento do Governo em Barra do Garças garante melhor qualidade de vida aos moradores
Com foco em Infraestrutura e Educação, os principais investimentos foram na construção asfalto novo em rodovias, ruas e avenidas, novas unidades educacionais e entrega de equipamentos escolares.
“Aqui em Barra do Garças contamos com investimentos de mais de R$ 5 milhões na reforma e ampliação do Pronto Socorro e Hospital Municipal. Os colégios também estão sendo reformados e outras novas escolas estão sendo construídas. O Governo também está fazendo a substituição de pontes de madeira por pontes de cimento. Nunca tivemos tanto investimento por parte do Governo do Estado como estamos tendo agora. É investimento em todas as áreas. Isso é reflexo de uma gestão extremamente eficiente e com entrega de resultados”, afirma o prefeito Adilson Macedo.
Para a Infraestrutura são mais de R$ 91 milhões. Destacam-se a entrega de 51,80 km de asfalto novo na MT-100, entre Barra do Garças e Araguaiana, com um investimento de R$ 34 milhões, e a construção de seis pontes de concreto nas MT-336 e MT-100.
Na Educação, um dos principais investimentos do Governo de Mato Grosso está sendo feito em parceria com a Prefeitura Municipal para a construção das Escolas Estaduais Dom José Silva, Indígena Dom Felippo Rinaldi e uma no Residencial Jardim dos Ipês. Os investimentos somam R$ 21,2 milhões.
Foram entregues também seis ônibus escolares, 127 aparelhos de ar-condicionado, 68 Smart TVs e 1,1 mil chromebooks. Essas ações totalizam R$ 6,3 milhões.
Na área social, a principal ação é a construção de 1,4 mil casas populares nos residenciais Carvalho I, II e III, que contam com o investimento total de R$ 11,6 milhões.
O setor também foi fortalecido com a entrega de 36,8 mil cestas básicas, 9 mil cobertores e transferência de renda para 5 mil famílias pelos programas SER Família, idealizados pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.
Por fim, a Segurança Pública recebe mais de R$ 15 milhões em investimentos, dos quais R$ 13,9 milhões são para a construção do Centro de Atendimento Socioeducativo Maculino (CASE). O restante do investimento, R$ 1,4 milhão, foi para a entrega de uma viatura autotanque para o Corpo de Bombeiros e de 132 rádios digitais.
Abaixo, confira os investimentos feitos em Barra do Garças:
*Com supervisão de José Lucas Salvani.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
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