Mato Grosso
Juca consegue eleger sucessor que dará continuidade a gestão do povo na Câmara de Cuiabá
O presidente da Câmara de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), conseguiu eleger seu sucessor, vereador Chico 2000 (PL), durante sessão solene, realizada nesta quinta-feira (25), na Casa de Leis. O emedebista, que foi o primeiro presidente eleito negro na Câmara Municipal, deve passar o ‘bastão’ em 2023.
O vereador Juca do Guaraná Filho, que vem fazendo um bom trabalho à frente do Legislativo Municipal, conseguiu trazer a harmonia entre os vereadores durante este biênio. Juca marcou sua gestão, pela pacificação no Legislativo e os trabalhos sociais em favor do povo.
Chico foi eleito com 18 votos favoráveis, cinco contrários, uma abstenção e uma ausência.
“Pela experiência do Chico 2000, vereador de cinco mandados, que já ocupou todas as comissões desta Casa, não tenho dúvidas que ele vai conduzir o Legislativo de forma harmoniosa e justa. Chico dará continuidade no nosso trabalho. Tenho certeza que essa Casa continuará sendo a Casa do Povo e os trabalhos seguirão em favor do povo”, comemorou Juca.

Chico 2000 reconheceu a gestão de Juca do Guaraná Filho e disse que dará continuidade aos trabalhos.
“Juca do Guaraná mudou a história da Câmara de Cuiabá. Pretendo continuar os trabalhos que ele desenvolveu aqui […] Meus posicionamentos não serão diferentes, serão posicionamentos de verdade. Continuarei tratando com respeito por ser o chefe do poder executivo, tratando com respeito porque precisamos de uma Cuiabá cada vez mais organizada, cada vez mais forte, mas não serei submisso aos posicionamentos que discordo, como nunca fui, sempre disse a ele, os meus posicionamentos e é por isso que eu tenho o respeito por parte dele”, afirmou na tribuna.
Além de Chico, compõem a chapa: Rodrigo de Arruda e Sá (Cidadania) como 1º vice-presidente; Sargento Vidal (MDB) como 2º vice-presidente; Adevair Cabral (PTB) como 1º secretário e Wilson Kero Kero (Podemos) como 2º secretário.
Fonte: Na Capital
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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