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Maior parte de casos de desvio da coluna tem origem na boca

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 Dr. Rosário Casalenuovo Júnior

Qualquer dente que se perca, até mesmo os de leite, pode desviar a mandíbula (maxilar inferior) e com isto formar uma escoliose na criança. A escoliose é o desvio da coluna na vista frontal do corpo é tida como idiopática (sem causa definida), porém a odontologia funcional estuda há anos as interferências da boca sobre o corpo e constata que a boca é o causador mais influente da curvatura da coluna.

Segundo Bernard Bricot, que é um fisioterapeuta francês de renome internacional, uma autoridade no assunto, autor do livro Posturologia, o corpo possui 4 captores (regiões ou órgãos que influenciam na postura). Coclea (labirinto ou de se dá o equilíbrio), olhos, boca e pés. Todos devem estar com seu plano paralelo entre si e paralelos ao solo. Porém a boca é a mais vulnerável e também influente.

Ainda que com todos os dentes, uma simples mordida cruzada é o suficiente para causar alteração na coluna. Por isso, sou contra a ortodontia que busca descruzar a mordida  com aparelhos, sem levar em consideração que as funções que causarão as alterações nos dentes. Assim como o sapato torto é porque o pé pisa torto, então o que deve ser corrigido não é o sapato, mas sim as funções do corpo como a marcha e a postura.

Os dentes são posicionados pelas funções, então o que deve ser corrigido não são os dentes, mas sim as funções da boca que quando em desequilíbrio, estas que causam os encurtamentos dos músculos do pescoço (escalenos, esternocleidomastóide, trapésio). Nos casos de dores de cabeça, testa ou nuca e até os ombros, tendem a aparecerem no lado mais funcional, assim como a compressão da ATM (articulação da boca), podendo alterar o labirinto e ouvido causando labirintite, perda auditiva e zumbido.

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Certa vez, escrevi um artigo onde destaquei os males que a ortodontia causa nas crianças porque estão em crescimento e os aparelhos travam, contem e desequilibram o crescimento dos ossos e músculos da face.

A influência muito sutil de uma restauração na proporção de um grão de areia no dente de uma criança simplesmente altera o modo de mastigar ocorrendo um desvio na boca que leva a um domínio mastigatório de apenas um lado da boca, que influencia nos músculos do pescoço do lado da mastigação causando encurtamento nestes músculos e levando a escoliose ou seja o desvio da coluna, mudando o centro de gravidade da cabeça em relação ao corpo, com isto a pelve (quadril) se desloca também para compensar a mudança da cabeça ocorrendo assim o desvio do plano da pelve em relação ao solo, ou melhor se instala o não paralelismo dos planos do corpo em relação ao plano horizontal do solo, um lado da pelve fica mais alto e o lado mais baixo deixa a perna mais comprida em relação ao chão e com isso esta perna sofrerá um encurtamento torcendo o pé e fazendo o joelho dobrar levemente concluindo assim a alteração postural por compensação causada por uma simples restauração no dente da infante levando o corpo inteiro mudar seu centro de gravidade e alterar até os pés.

Praticamente todos os adultos possuem uma alteração postural causada pela boca, pois raramente alguns deles não precisou fazer intervenção em dentes ou até mesmo a extração. Portanto quando levar uma criança ao dentista o objetivo maior não deve ser tratar dos dentes, mas sim EQUILIBRAR AS FUNÇÕES DA BOCA QUE SÃO RESPIRAÇÃO, DEGLUTIÇÃO E MASTIGAÇÃO. Dentes devem ser preservados, mas isto é muito pouco. É o mínimo. A partir de 3 anos existe recurso sem uso de aparelho ortodôntico que trata de todas estas funções em uma ou duas seções. Então pais, a partir de agora, leve seus filhos ao dentista para equilibrar sua postura e as funções corpóreas.

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Dr. Rosário Casalenuovo Júnior, é Diretor Clínico do Instituto Machado de Odontologia; Co-autor do livro Cirurgia Ortognática e Ortodôntica; Presidente da ABOR-MT (Associação Brasileira de Ortodontia – SEC.MT); Membro da Academia Libero-Latino-Americana de Disfunção Crâneo-mandibular e Dolor Facial; Membro da Academia Libero Latino Americana de Estética Médica e Interdisciplinar. Especialista em: Ortondontia (Bioprogressiva e Arco reto); Ortopedia Funcional dos Maxilares Dor Orofacial e Disfunção de ATM; Formação no Conceito Castillo Morales de Reabilitação; Autor do Conceito Arquitetura da Face; Autor do Conceito Ortodontia Funcional e Estética.

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Pandemia: Um congresso da humanidade em tempo real

Publicado

Por Dr. Rosário Casalenuovo Júnior

Nunca a humanidade esteve tão conectada na ciência médica, sendo acompanhada em cada descoberta, conclusão científica pelas pessoas de todo o planeta. Uma corrida científica para minimizar as mortes por todos os países. Um congresso nada teórico, totalmente prático, empírico.

Esta conexão planetária pela internet, em aplicativos, criou uma comunicação instantânea, imediata. Desde os protocolos de prevenção, como de tratamento que foi se formando de acordo com as conclusões chegadas no dia a dia, a cada morte ou sucesso do tratamento. Todos os congressos que participei são basicamente apresentações dos sucessos dos tratamentos ou muito raramente os insucessos.

Muitos vão para aproveitar a parte comercial, o turismo e as festas. Um clima de alegria, vaidade, paqueras, tudo de bom, como ir ao shopping, por exemplo. Mas este congresso da pandemia é oposto. É real. É guerra da humanidade contra um outro planeta inimigo que veio para matar os terráqueos e destruir a Terra. Já vimos muitos filmes assim, comendo pipoca e depois saindo do cinema e voltando para vida fora da história. Agora, estamos todos no elenco do filme e esperando a nossa vez de entrar em ação, indo para um hospital e até mesmo saindo dele encaixotado.

A ciência com todos profissionais, interligados em tempo real e em todos os países buscando urgentemente um tratamento mais adequado que possa evitar mais mortes.

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O gás ozônio ganhou destaque, por ser virucida, passou a ser usado para os ambientes, roupas, na paramentação e desparamentação. No Brasil, não é aprovado para usar nos humanos pela medicina, mas na Itália e Espanha, pesquisas foram realizadas, com nível de sucesso muito alto. Na pesquisa de 36 casos condenados a entubação, somente um foi para a respiração mecânica. Em São Paulo, a cada 5 internados na UTI, 1 falece. Acredito que o uso do ozônio como protocolo nos tratamentos da covid-19, salvaria muitos brasileiros.

Na corrida contra o tempo, foi se adequando o momento a dose e eficácia em cada fase da doença, do uso da cloroquina, do anticoagulante, dos corticoides e ventilação mecânica.

Diante do caos, a humanidade sempre irá evoluir, e neste momento já expandimos muito nesta intercomunicação global imediata. A forma de relação humana, principalmente na profissional não será a mesma, teremos uma relação muito maior no online. E, além disso, cursos e congressos passarão a acontecer com maior frequência. Os hospitais construídos nesta pandemia, poderão ficar para os atendimentos cotidianos e os gestores do futuro, aprenderão que com vontade tudo pode ser feito rapidamente e com qualidade.

Sempre a economia mandou no mundo, na política e no judiciário até mesmo nas igrejas. Agora, vimos que a saúde do ser humano e a economia andam juntos. Quem movimenta a economia é este serzinho que somos e quando paramos, a economia entra em falência múltipla dos órgãos e terá que ir para UTI, ser entubada.

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Desconfio que irá faltar respirador para a senhora economia global. Que para se poupar, não quis gastar com isto.

*Rosário Casalenuovo Júnior é dentista, professor de odontologia há 30 anos, músico e articulista dos principais jornais de Mato Grosso. Cristão, atleta, pai de Pedro e Giovanna. Contato: [email protected]

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Um Tribunal de Contas voltado para a busca de soluções

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Guilherme Antônio Maluf

Os Tribunais de Contas vêm passando por um processo de intensa modernização e certamente estão entre as instituições que mais evoluíram no país nas últimas décadas. Há um efetivo esforço de disseminação de boas práticas, de orientação preventiva, de integração a partir do uso crescente das ferramentas digitais e da inteligência artificial, consolidando novos parâmetros que vão muito além das missões básicas de fiscalizar e julgar as contas dos gestores públicos, sem delas descuidar.

Os desafios colocados às instituições de controle externo neste século XXI exigem esforços coordenados para o bom desempenho da sua missão constitucional, respondendo com rapidez e eficiência às demandas de uma sociedade que exige serviços públicos de qualidade. Pode-se dizer que o próprio futuro da democracia depende da construção de instituições sólidas e eficientes. Instituições técnica e politicamente capazes de dar respostas efetivas, assegurando a correta execução das políticas públicas em benefício do cidadão, objetivo final de todo o processo de gestão do Estado.
Grandes desafios trazem oportunidades ainda maiores e, neste momento, vivenciamos uma nova e instigante função assumida pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso: a função de indutor de soluções e de segurança jurídica para os gestores públicos. O TCE passa a oferecer estudos técnicos que ajudam a assegurar a efetividade das políticas públicas. Em outras palavras, garantem que a correta gestão da saúde, da educação, da segurança, da infra-estrutura, etc, atenda na prática às necessidades da população.
Nesta perspectiva de ir direto ao ponto que interessa ao cidadão, a eficiência dos serviços públicos, nosso corpo técnico colocou foco especial nos estudos propositivos. Com adequada fundamentação técnica e normativa, eles apresentam aos gestores estaduais e municipais caminhos e soluções para os principais problemas, com ênfase na segurança jurídica, pilar estruturante de todo e qualquer ordenamento institucional.
Esses estudos técnicos são instruídos por auditores de carreira do Tribunal e despachados pela Presidência, compartilhados com o Procurador-Geral de Contas, com os membros do Tribunal, e com os jurisdicionados, bem como divulgados no site do TCE-MT. A emissão dos estudos propositivos atende à determinação contida na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, que em seu artigo 30 prevê: “as autoridades públicas devem atuar para aumentar a segurança jurídica na aplicação das normas”.
Neste ano, geramos aos nossos jurisdicionados e à sociedade em geral, estudos técnicos propositivos sobre temas urgentes como as medidas legais de enfretamento da emergência de saúde pública causada pelo novo Coronavírus. Entre outros aspectos, os estudos abordaram situações fáticas como as alternativas para a autenticação de documentos em licitações diante da restrição de atividades de cartórios. Soluções adequadas para problemas concretos, que fazem parte do dia a dia dos gestores na atualidade.
Também embasamos juridicamente a possibilidade de o Estado suspender o pagamento de sua dívida pública com a União, direcionando esses recursos para o combate à pandemia. Emitimos ainda estudos em defesa da legalidade do FETHAB, importante mecanismo de desenvolvimento regional e sobre a possibilidade de alterar a legislação para permitir que os municípios usem os recursos na saúde pública.
É importante destacar que a emissão dos estudos técnicos objetiva mostrar ao gestor caminhos e soluções, jogando luz sobre procedimentos por vezes desconhecidos, embora estratégicos. A tomada de decisão sobre o objeto dos estudos sempre será do administrador público. Em tempos de crise sanitária, é ainda mais imperioso reforçar canais de diálogo e orientação aos gestores municipais, conhecendo e levando em conta as dificuldades de quem gere a máquina pública. Este processo de empatia mútua trará resultados diretos na melhoria da execução das políticas públicas.
Boa parte das condutas que causam danos ao erário decorre de desconhecimento das normas ou má interpretações, vícios que pretendemos ajudar a corrigir com esta nova modalidade de produção de conhecimento técnico-jurídico. A função pedagógica e orientativa é sempre a melhor opção, mais efetiva que as funções repressivas e sancionatórias, porque antecipa e evita o erro e o mau gasto público.
Este novo campo de atuação ainda envolverá muito aprendizado, num processo permanente de monitoramento e revisão das atividades planejadas, um ciclo virtuoso de retroalimentação. Construir e oferecer soluções e segurança jurídica ao gestor público, no seu desafiante dia-a-dia laboral, agrega valor ao controle externo, aprimora a gestão e melhora os serviços públicos, que é o que interessa ao cidadão.

Guilherme Antônio Maluf é Presidente do TCE-MT

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Não atrair problemas já afastados por Deus

Publicado

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor

Em Seu Santo Evangelho, segundo Mateus, 12:43 a 45, Jesus nos dá uma lição de segurança espiritual, que serve inclusive para as nações e jamais deve ser esquecida em tempos de grande perturbação íntima:

 

A estratégia de satanás

43 Quando um espírito imundo sai de um homem [ou de uma mulher], passa por lugares áridos, procurando descanso.

44 Como não o encontra, diz: — Voltarei para a casa de onde saí. Chegando, encontra a casa desocupada, varrida e adornada.

Essa alma — conforme escrevi em A Missão dos Setenta e o “lobo invisível” (2018) — é um homem ou uma mulher, desencarnados ou não, em situação espiritual precária.

45 Então, vai e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, passam a viver ali. E o estado final daquele homem [ou daquela mulher] torna-se pior do que o primeiro. Assim acontecerá a esta geração perversa.

 

A Caridade de Deus afasta de nosso caminho os mais variados problemas de ordem espiritual, psíquica, emocional e de natureza material. Ainda em A Missão dos Setenta e o “lobo invisível”, chamo a atenção para o fato de que o Divino Amigo, Jesus, afasta de milhões e milhões pelo mundo o espírito obsessor, que, por sua vez, sai por aí arrependido, mas é um remorso falso. Vejam o que ocorre, no versículo 45, “(…) vai e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele (…)”.

Isso se dá por causa da invigilância em torno de um dos preceitos fundamentais do Mundo Invisível: a Lei de Atração. A sintonia com determinadas classes de entidades só pode nos fazer mal. Porém, se ela for estabelecida com os Maiores da Espiritualidade, irá nos engrandecer o coração e a Alma, o que impacta diretamente na saúde espiritual, moral, social, financeira e física das nações.

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Em sua sabedoria, o povo nos ensina: “Cérebro desocupado é oficina do diabo”.

E o “lobo invisível”, espírito obsessor, por não possuir a vestimenta carnal, anda pelo mundo com liberdade relativa, levando em conta que apenas se aproxima de alguém quando se estabelece com esta pessoa sintonia de sentimentos e atos, quando descobre brechas, isto é, se instala na casa vazia, anteriormente limpa pelo Celeste Taumaturgo. Daí ser fundamental reeducar, à luz da Espiritualidade Superior, os nossos canais psíquicos, mantendo-os sanados e desobstruídos, com a elevação do nosso pensamento, nossas palavras e nossas ações (a Sintonia Tríplice com Jesus) voltados à Bondade, à Generosidade, à Fraternidade Ecumênica, à Verdade e à Justiça Divinas; enfim, ao Amor Crístico, sintetizado no Novo Mandamento do Condutor de nossas vidas — “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos” (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35).

Dessa maneira, firmaremos a ligação psicoespiritual permanente com os mais sublimes sentimentos, com nossos Anjos da Guarda, Guias Espirituais, Numes Tutelares, Almas Benditas, Espíritos Luminosos, que podem livrar-nos desse vilão, e permaneceremos atuantes no trabalho do Bem. Trata-se de elevadíssima lição da Cidadania Espiritual, que o Cristo Estadista nos oferece.

Jamais nos esqueçamos de que compete a nós não trazermos de volta os problemas que Deus afasta de nosso caminho.

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José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

[email protected] — www.boavontade.com

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