Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Portal Agro

Mapa discute melhorias dos serviços de seguros rurais com corretores e seguradoras em São Paulo

Publicado

Representantes do Departamento de Gestão de Riscos  da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento participaram de debates, nessa quarta-feira (16), em São Paulo, sobre diretrizes de melhorias dos serviços do seguro rural com corretores especializados e companhias de seguro credenciadas ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

No período encontro, no Sincor-SP com os corretores, o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, Pedro Loyola, e  o coordenador-geral de Seguro Rural, Diego Almeida, apresentaram as diretrizes do governo para 2020 nas políticas de gestão de riscos agropecuários.

Foram abordados temas como a capacitação em seguro rural visando melhorar a consultoria na comercialização de apólices e ampliar o número de corretores que atendem o agronegócio. 

O presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados, de Capitalização e de Previdência Privada (Fenacor), Alexandre Camillo, colocou as estruturas da entidade à disposição para capacitação dos corretores que ainda não trabalham com seguro rural. A Fenacor também vai elaborar um documento com propostas sobre os gargalos da indústria do seguro e irá encaminhar ao Mapa.

Para o representante da Fenacor em Seguro Rurais, “a injeção de recursos do PSR é importante para a disseminação da cultura do seguro, e os corretores são figura principal na disseminação da cultura e distribuição qualificada”. “O crescimento do programa de seguro é uma excelente oportunidade para o crescimento da categoria de corretores no ramo de seguros rurais”, destacou.

Veja Mais:  Mapa promove Diálogo sobre o Princípio da Inovação nesta quinta-feira (7)

No segundo encontro, realizado na Sindseg-SP com as 14 companhias de seguro credenciadas ao PSR,  o tema principal foi a criação do Cadastro Nacional de Encarregados de Comprovação de Perdas (CNEC), administrado pelo Mapa, que entrará em vigor de forma opcional em novembro de 2019, e será obrigatório a partir de 1º de julho de 2020 para todos os peritos agrícolas que atuam no PSR e Programa de Garantia da Atividade Rural (Proagro).  As companhias seguradoras e as instituições financeiras serão responsáveis por alimentar o cadastro com as informações dos peritos.

O CNEC oferecerá ferramentas para estruturação e gestão da rede de peritos do Proagro e do PSR, apoio a ações de capacitação, difusão de informações e criação de canais de comunicação com os encarregados de comprovação de perdas. Também contribuirá para apoiar as ações de supervisão desses programas.

A expansão e a popularização dos seguros agrícolas no agronegócio brasileiro exigem do mercado segurador uma reestruturação, com bases sólidas, do modelo de atendimento e prestação de serviços ao produtor rural. Esse profissional é o responsável por realizar o atendimento presencial ao segurado em vistorias de campo, sejam elas de sinistros ou prévias para aceitação do risco.

O diretor Pedro Loyola explica que o objetivo do cadastro nacional é ter um diagnóstico correto da rede de peritos atuando no país e estabelecer um cronograma de capacitação e certificação dos profissionais que vão atuar nos programas de seguro rural e Proagro. “Este é um dos projetos estratégicos da Gestão Integrada de Riscos Agropecuários que estamos elaborando no âmbito do Mapa. A existência de um cadastro nacional e uma metodologia eficaz de capacitação e certificação, que habilite esses peritos aos trabalhos de campo, torna-se um requisito essencial para o momento atual em que o seguro rural será mais disseminado e massificado”.

Veja Mais:  Açaí, pão de queijo e água de côco estão no Pavilhão Brasil na Expoalimentaria, no Peru

Segundo o vice-presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Rurais (FenSeg), Daniel Nascimento, a profissionalização dos peritos é urgente, já que é difícil encontrar peritos capacitados, aptos e agéis para atender situações que exigem grande força de trabalho em curto espaço de tempo. No setor agrícola, de acordo com ele, essas situações ocorrem devido as características sazonais dessa modalidade de seguros, que se baseiam nas safras agrícolas e nos riscos climáticos.

“A qualidade técnica e moral desse profissional para execução das vistorias é crucial para que a precificação e quantificação de prejuízos de sinistros seja realizada de forma justa, sem prejudicar ou beneficiar nenhuma das partes envolvidas, segurado e seguradora, garantindo assim a sustentabilidade do negócio como um todo. Por fim, é preciso profissionalizar o perito de seguros agrícolas. O estudante de agronomia recém-formado deve conhecer e ter a possibilidade de se especializar nessa área e considerar seguir carreira como perito agrícola”.

O coordenador-geral do Seguro Rural do Mapa, Diego Almeida, afirmou que os encontros com as companhias seguradoras faz parte de uma agenda técnica de trabalho, em outubro e novembro, em busca da melhoria dos serviços dos seguros rurais.

O departamento está se reunindo com cada uma das companhias seguradoras credenciadas no PSR, já esteve no Fórum do Pronaf com as instituições financeiras que atuam no Proagro e realizará reuniões em novembro com entidades representativas de produtores e cooperativas com o objetivo de discutir as melhorias dos serviços e produtos de seguros rurais. “Essas atividades são dinâmicas e devem se tornar importantes rotinas de acompanhamento do que os produtores estão demandando em melhorias para o seguro rural e de como o Mapa vai conduzir o controle de qualidade dos serviços e produtos do PSR e Proagro”.

Veja Mais:  Projeto Rural Sustentável apresenta resultados e lança nova fase

Informações à imprensa[email protected]

Comentários Facebook

Portal Agro

“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

Publicado

Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

Comentários Facebook
Veja Mais:  Nova Instrução Normativa visa transição de rastreabilidade
Continue lendo

Portal Agro

Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Publicado

China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
Comentários Facebook
Veja Mais:  Projeto Rural Sustentável apresenta resultados e lança nova fase
Continue lendo

Portal Agro

Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

Publicado

Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

Veja Mais:  Nova Instrução Normativa visa transição de rastreabilidade

E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana