Política MT
Max Russi cobra nova ambulância para o Hospital Regional de Cáceres
Outo ponto levantado por Max Russi, que reforçou considerar a situação como preocupante, foi em relação ao tempo-reposta.
Foto: Ronaldo Mazza
Com uma ambulância parada, devido a problemas mecânicos, e outra com constantes defeitos, o Hospital Regional de Cáceres “Doutor Antônio Fontes”, referência para 24 municípios da região oeste de Mato Grosso, passa por dificuldades quanto às ações de resgate. Essa informação foi repassada ao deputado Max Russi (PSB) pelos vereadores Domingos Oliveira Santos e Valdenira Ferreira. O parlamentar apresentou a Indicação nº 4774/2019, argumentando a necessidade de um novo veículo de urgência para aquela unidade hospitalar e cobrou medidas efetivas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).
“Apenas um veículo em perfeitas condições poderá oferecer um transporte especializado em situações de emergência e o Estado precisa cumprir o seu papel, de zelar pela vida e saúde da população”, justificou o deputado.
Outo ponto levantado por Max Russi, que reforçou considerar a situação como preocupante, foi em relação ao tempo-reposta. Pare ele, esse fator é uma peça fundamental para o sucesso nos atendimentos de emergência.
“Os primeiros atendimentos são fundamentais para salvar vidas de pacientes, que necessitem de cuidados em casos graves ou emergenciais e o tempo de deslocamento de uma ambulância, desde o atendimento ao trajeto final até o hospital são fatores essenciais, que afetam as chances de sobrevivência do paciente”, exemplificou.
O Hospital Regional de Cáceres está sob a administração da SES desde outubro de 2017. Lá são atendidas em média 400 mil pessoas, inclusive moradores de San Matias e San Ignácio de Velasco, na Bolívia. A medida foi adotada com base no Decreto Emergencial 1.073/2017, após os prefeitos da região terem desistido de assumir a gestão do hospital por meio do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Oeste (CISOMT).
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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