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Militares em Rondonópolis participam de palestras sobre violência doméstica

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As palestras são iniciativas do deputado estadual, Delegado Claudinei e foram realizadas nesta segunda-feira (25) – “Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher

Foto: SANDRA LUCIA RODRIGUES COSTA

Mais de 150 militares, entre oficiais e praças do 18ª Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) do Exército Brasileiro, em Rondonópolis, participaram nesta segunda-feira (25) de palestras preventivas sobre violência doméstica. Ontem, foi o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher e a ação foi idealizada pelo deputado estadual, Delegado Claudinei (PSL), que encerra o calendário de 2019 de ações preventivas dessa problemática.

O delegado Cláudio Santana, titular da Delegacia da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, e a investigadora Gislene Cabral, da Delegacia da Mulher de Rondonópolis, ministram as palestras. Com o tema: “Papo – De homem para homem”, Cláudio falou que muitos casos que chegam à delegacia, o homem não entende que praticou algum tipo de violência.

“Ainda que não tenha agredido fisicamente, o homem pode praticar agressão, por exemplo, quando ‘xinga’ a mulher, faz ameaças a elas  e isso se enquadra na lei Maria da Penha. Por isso, além dos trabalhos que temos na delegacia, resolvi fazer essas palestras preventivas direcionadas aos homens”, afirma o delegado.  

Já a investigadora Gislene Cabral, da Delegacia da Mulher de Rondonópolis, apresentou a palestra “Violência contra a mulher não tem graça: fere o corpo e a alma”. “Um levantamento mostrou que muitas das vezes o homem que agredi a mulher está sob efeito de bebida alcoólica ou outras substâncias lícitas ou ilícitas”, apontou Gislene.

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Para o coronel Anderson Pinto, sub-comandante do 18º GAC as palestras foram de grande importância porque muita das vezes existe o conhecimento da lei, mas não da prática. “E o delegado e a investigadora trouxeram essa vivência, com exemplos que podem alertar todos quanto às suas condutas bem como quanto ajudar outras pessoas. Para a gente foi um grande dia, de aprendizado e agradeço muito ao delegado Claudinei e sua equipe por essa oportunidade”, agradeceu o coronel.

Por fim, o deputado estadual Delegado Claudinei reforçou a necessidade das ações de combate à violência doméstica, uma vez que em Mato Grosso os números são altos. Dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (CEAC) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) divulgados na semana passada no portal do governo do estado, mostrou que entre janeiro e setembro de 2019 foram registrados em Mato Grosso 36 casos de feminicídio. Segundo o levantamento, houve um aumento de 5,8% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram contabilizadas 34 ocorrências. No ano passado, de janeiro a dezembro, no total houve 42 feminicídios no estado.

“Neste ano fizemos várias ações com palestras de combate à violência contra a mulher, também apresentamos indicações e projetos de lei, como o botão do pânico, que foi aprovado em segunda votação na Assembleia Legislativa e agora segue para a sanção do governador Mauro Mendes. São ações extremamente importantes porque o nosso estado em 2017 teve a segunda maior taxa de Feminicídio no país”, finalizou Claudinei.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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