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Missão EUA traz conhecimento sobre produção agrícola norte-americana
Diretores e delegados da Aprosoja participaram de comitiva que visitou órgãos de agricultura, fazendas e universidades
A comitiva que participou da Missão EUA 2018 retornou com muito conhecimento na bagagem. Depois de uma semana rodando pelos Estados Unidos, diretores e delegados da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) aprenderam sobre temas ligados ao agronegócio e visualizaram a produção agrícola daquele país.
O delegado coordenador do Núcleo de Cláudia, Ivan Marx Hoffmann, avaliou como positiva a experiência em companhia de demais associados da Aprosoja. “Foi um sonho de infância realizado. Trouxe muitas informações relevantes para o nosso setor e agora tudo isso precisa ser compartilhado”, disse.
Repassar as informações é um objetivo comum do grupo. “Todos os participantes desta missão irão repassar aos Núcleos da Aprosoja o conhecimento que adquiriram nesta viagem tão proveitosa”, afirma Régis Giacobo, delegado do Núcleo de Querência.
O delegado de Campo Novo do Parecis, Jesur José Cassol, lembra que Aprosoja marcou presença em entidades importantes como USDA (Departamento de Agricultura norte-americano), ASA (associação de sojicultores semelhante à Aprosoja), Bolsa de Chicago CME e universidades. “Os diretores e delegados que participaram desta missão representaram todos os associados, pois absorvemos o conhecimento e, agora, vamos repassar”, diz.
Para o vice-presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, foi importante verificar o investimento que os norte-americanos fazem em pesquisa para desenvolvimento e modernização da agropecuária. “Além disso, avaliamos as condições das lavouras nos estados de Iowa e Illinois, onde pudemos observar que a safra americana 2018 atingirá pelo menos os mesmos números do ano de 2017, que já foi excelente”, contou.
Foi uma oportunidade única de aprender como se faz agricultura nos Estados Unidos”, acredita Valmor Scariote, delegado do Núcleo de Sapezal.
A delegada coordenadora do Núcleo de Primavera do Leste, Rosana Galbieri, reforça que foi também uma oportunidade de unir ainda mais a diretoria da associação, opinião compartilhada por Fabrício Portilho, delegado do Núcleo agregado de São José do Rio Claro. “Foi um momento de aprendizado e muito companheirismo. Estou à disposição para o que a associação precisar na nossa região”.
Cadore avaliou a expedição como muito produtiva. “Proporcionamos a todos os associados que participaram da viagem uma ampla visão das condições no campo e extra-campo, possibilitando uma melhor tomada de decisão. As informações estratégicas serão divididas com outros associados para que eles também se beneficiem do conhecimento”, afirmou.
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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