Mato Grosso
MTPrev abre agenda de aposentadoria para janeiro e fevereiro no próximo dia 1º
O Mato Grosso Previdência (MT Prev) abrirá, a partir de 1º de outubro, o agendamento para servidores que pretendem se aposentar em janeiro e fevereiro de 2020. O servidor deverá marcar a sua aposentadoria por meio do Disque Servidor, que atende pelo número 0800 647 3633.
Segundo a diretora de previdência Kaliane Pereira Saturnino, as agendas voltarão a ser abertas com 90 dias de antecedência, no primeiro dia útil de cada mês. “Em outubro abriremos a agenda para o final de janeiro, em razão do ciclo de fechamento de folha do início do ano, e também para todo o mês de fevereiro.”
As demais agendas serão abertas segundo o cronograma abaixo:

A diretora orienta que antes de realizar o agendamento, é essencial que os servidores procurem primeiro o setor de Gestão de Pessoas seu órgão de origem, e solicitem a vida funcional atualizada.
“Infelizmente, a ausência de checagem dos registros funcionais antes do momento da aposentadoria por parte da Gestão de Pessoas do órgão do servidor gera muitos transtornos no processo de aposentadoria. Durante a análise são detectadas várias inconsistências, acarretando o indeferimento do pedido e o cancelamento do agendamento para fins de regularização da vida funcional”, explica Kaliane.
De acordo com a diretora, os principais problemas encontrados na vida funcional são: ausência de publicações referentes a eventos de cargo e afastamentos (licenças e cessões); período trabalhado através de contrato sem comprovação de recolhimento de contribuição previdenciária; extravio de Certidão de Tempo de Contribuição averbada; entre outros.
“Os servidores podem solicitar a atualização e, se for o caso, a regularização da vida funcional a qualquer momento antes da aposentadoria. Com as informações corretas, a Gestão de Pessoas do órgão de origem poderá auxilia-lo a identificar se ele já cumpre todos os requisitos para se aposentar e a regra mais benéfica em que ele se encaixa”, afirma a diretora.
O MT Prev alerta ainda que, por conta do decreto 90 de 16 de abril de 2019, que regulamenta a concessão e o gozo de licença-prêmio por assiduidade, os processos de aposentadoria e transferência para a inatividade voluntária deverão ser instruídos com certidão que comprove que o servidor não possui licenças-prêmio não gozadas.
Caso o servidor tenha a licença não gozada, e não tenha interesse em usufruí-la antes da efetivação da aposentadoria voluntária, o decreto prevê a configuração de renúncia implícita ao benefício.
Links úteis:
– Documentação necessária para o agendamento da aposentadoria
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
Mato Grosso
Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Artigos16/07/2026 - 18:02Quando perder músculo também ameaça o cérebro
-
Rondonópolis16/07/2026 - 16:2852ª Exposul contará com quatro dias de ciclo de palestras técnicas gratuitas
-
Mato Grosso16/07/2026 - 16:50Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Nacional16/07/2026 - 15:10Pressão por resultados no Enem gera síndrome do desempenho e compromete a saúde de estudantes
-
Agro News16/07/2026 - 15:14Fundação MT promove discussões sobre a cultura do algodão
-
Mato Grosso16/07/2026 - 17:27Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
-
Nacional16/07/2026 - 17:46A categoria petroleira reage a novo tarifaço dos EUA imposto unilateralmente ao Brasil
-
Agro News17/07/2026 - 08:52Fim da moratória da soja pode aumentar a destruição da Amazônia em 1,4 milhões de hectares nos próximos 10 anos, mostra artigo da Science








