Política MT
Na pauta da semana, deputados vão discutir ferrovia em Cuiabá e o 1º quadrimestre da Secretaria de Saúde
Em parceria com o Senado Federal, a Assembleia Legislativa realiza hoje (8), às 14 horas, na sede da Federação das Indústrias de Mato Grosso, audiência pública para discutir a o impacto econômico e social da construção de um terminal ferroviário na Baixada Cuiabana. Amanhã (9), em outra audiência pública, os deputados vão discutir com a Secretaria de Estado de Saúde o 1º quadrimestre do balancete financeiro e orçamentário da SES.
Segunda-feira (8)
A Câmara Setorial Temática (CST) das Mulheres realiza às 9 horas, na sala Deputado Oscar Soares, 201, mais uma reunião para debater políticas públicas voltadas a combater crimes contra as mulheres.
A Assembleia Legislativa e o Senado Federal realizam, às 14 horas, na sede da Federação das Indústrias de Mato Grosso, audiência pública para discutir com a diretoria da Rumo, concessionária da ferrovia, as operações de expansão da rede ferroviária dentro do estado de Mato Grosso. A audiência pública foi solicitada pelo deputado Carlos Avallone (PSDB).
Terça-feira (9)
A Comissão de Saúde, da Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa realiza audiência pública, às 9 horas, para a Secretaria de Estado de Saúde (SES) apresentar à sociedade e aos deputados os números do 1º quadrimestre da SES. Os balancetes financeiros e orçamentários serão apresentados no auditório Milton Figueiredo.
Às 14 horas, os deputados da Comissão de Constituição e Justiça e Redação realizam a 17ª reunião ordinária da 19ª Legislatura. Na pauta, eles vão discutir e votar 18 proposições. A reunião será na sala 201, Deputado Oscar Soares.
Às 17 horas, de acordo com o Regimento Interno, a Assembleia Legislativa realiza a 1ª sessão ordinária da semana.
Quarta-feira (10)
Está previsto o início, às 8 horas, da segunda sessão ordinária dessa semana, no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.
Os membros da Câmara Setorial Temática (CST) das Engenharias realizam mais uma reunião, às 9 horas, para discutir as estratégias para as Agronomias e Engenharias desenvolverem políticas públicas para o desenvolvimento e crescimento sustentável de Mato Grosso. A reunião será na sala Deputado Oscar Soares, 201.
Os deputados membros da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária realizam, às 14 horas, reunião ordinária para discutir e votar projetos sob analise da comissão. A reunião será na sala das comissões Deputado Oscar Soares, 201.
Outra reunião, às 14 horas, é da Comissão Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto. A reunião ordinária é na sala das comissões Deputada Sarita Baracat, 202.
Já às 16 horas, a reunião é da Comissão da Infraestrutura Urbana e de Transportes, na sala das comissões Deputada Sarita Baracat, 202.
Está previsto o início, às 17 horas, de mais uma sessão ordinária, no Plenário das Deliberações Deputado Rene Barbour.
Quinta-feira (11)
Os deputados voltam a se reunir, às 8 horas, em Plenário para a última sessão ordinária da semana.
A Assembleia Legislativa, por intermédio do deputado Dr. Gimenez (PV), audiência pública para discutir a segurança na região de fronteira de Mato Grosso. O debate está marcado para as 13h30, no auditório Licínio Monteiro.
Sexta-feira (12)
Às 19 horas, o deputado Wilson Santos (PSDB) realiza reunião da CST da Mulher para discutir propostas de políticas públicas de efetivação de direito às mulheres. O debate será no auditório Milton Figueiredo.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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