Política MT
Novo Fethab é aprovado na CFAEO
Foto: HELDER FARIA / ALMT
A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução (CFAEO) aprovou em reunião na tarde desta quarta-feira (16) o Projeto de Lei nº 4/2019 (Mensagem nº 6/2019). Conhecida como Novo Fethab, a proposta faz alterações no Fundo de Transporte e Habitação.
De acordo com o relator da matéria na comissão, deputado estadual Silvano Amaral (MDB), o objetivo do novo Fethab é substituir as versões anteriores do fundo de forma permanente. “[O projeto] traz algumas mudanças específicas, inclusive garantindo em torno de 650 milhões [de reais] para o caixa do governo para saneamento das contas e dar ao estado um novo rumo. Esse é o Novo Fethab”, define o parlamentar. Ele lembra que a proposta exige uma contribuição maior do agronegócio, especialmente o setor do algodão.
Durante a reunião, os deputados decidiram aprovar o projeto original enviado pelo Poder Executivo sem nenhuma emenda. “Fizemos esse entendimento para não perdermos os prazos e para que a gente possa debater junto ao governo do estado do Mato Grosso e àqueles que fazem parte do agronegócio”, explica Amaral. Com isso, as emendas devem ser apreciadas pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação. Ainda de acordo com o deputado, a expectativa é votar a matéria em definitivo até o fim de janeiro.
Os parlamentares ainda aprovaram parecer favorável para outras duas matérias. O Projeto de Lei nº 575/2015, de autoria do deputado Sebastião Rezende, é um deles. A proposta altera a Lei nº 7850/2002 que trata do Imposto de Transição de Causa Mortis e Doação. Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 56/2018. De autoria do deputado Baiano Filho (MDB), o projeto autoriza o Poder Executivo a liberar recursos para os municípios investirem nas guardas municipais.
Além de Silvano Amaral, participaram da reunião os deputados Wilson Santos (PSDB), presidente da comissão, Dilmar Dal Bosco (DEM), vice-presidente, Wagner Ramos (PSD) e Zeca Viana (PSD).
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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