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Operação Spot, da Polícia Civil, prende 18 e apreende drogas, arma de fogo e dinheiro na Capital

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Uma associação criminosa que atuava em consórcio no tráfico de drogas foi desarticulada pela Polícia Judiciária Civil nesta sexta-feira (13). Dezoito pessoas foram presas e uma adolescente apreendida durante a operação Spot, deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). Quarenta e dois tabletes de substância análoga à maconha foram apreendidos em um veículo no bairro Nossa Senhora Aparecida na Capital.

Dez pessoas foram autuadas em flagrante – relacionadas à apreensão de objetos ilícitos como: um revólver calibre 38, 15 munições de igual calibre, 02 balanças de precisão, R$ 10 mil em espécie, além de diversas porções de drogas. Também foi dado cumprimento a 13 mandados de prisão preventiva da 13ª Vara Criminal Especializada em Entorpecentes; 10 mandados de busca e apreensão da 13ª Vara Criminal e 14 mandados de busca e apreensão expedidos pela 9ª Vara Criminal.

Conforme o delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, a operação desarticulou uma associação criminosa para o tráfico, que agia de forma coordenada e coesa na distribuição de entorpecentes na região metropolitana, através de transportes clandestinos de drogas, imprimindo com isso aumento significativo na criminalidade.

O delegado adjunto Marcelo Miranda Muniz informou que uma das características da associação criminosa é o consórcio, montado com o objetivo de dividir os custos com a compra da droga e a logística do transporte, que também contava com o acompanhamento de batedores durante todo o trajeto. “Com isso realizava-se o pagamento à vista, possibilitando a entrega imediata (logística Spot)”, disse o delegado.“Durante o período de investigação constatou-se a existência de dois grupos criminosos (células) que atuavam comercializando a droga, sendo um deles relacionado com o transporte de grandes quantidades de entorpecentes (transporte interestadual do Mato Grosso do Sul para o Mato Grosso), e outro responsável pelo tráfico doméstico / ‘formiguinha’, comércio de droga nas bocas de fumo da região metropolitana existindo uma correlação entre os dois grupos”, explicou.

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Ainda segundo a apuração, um dos integrantes da associação criminosa comandava a distribuição e comercialização da droga na Baixada Cuiabana, atuava do interior de um presídio da capital (PCE).

A operação resultou de três meses de intensa investigação, destaca o delegado Marcelo Miranda Muniz. “O ponto de partida foi o recebimento de uma denúncia minuciosa que apontou vários detalhes acerca das atividades de um grande fornecedor. (…) Ao longo do período da operação, os suspeitos movimentaram pelas rodovias mais de uma tonelada e meia de entorpecente – quantidade essa que foi integralmente apreendida pela DRE nos trabalhos de investigação”, afirma.

Para o delegado titular Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, a operação superou as expectativas iniciais. “O resultado foi bastante positivo, além do cumprimento das ordens judiciais que permitiram a desarticulação da associação criminosa tivemos ainda 10 autuações em flagrante. Sabemos que o tráfico de drogas fomenta diversos outros crimes e a Delegacia de Entorpecentes, no seu planejamento operacional para o segundo semestre, fará um trabalho ainda mais intenso na repressão ao tráfico, seja na modalidade doméstico ou na prisão de grandes fornecedores”.

Os procedimentos de flagrante estão sendo realizados na Delegacia, na manhã desta sexta-feira (13). Os presos serão encaminhados para Audiência de Custódia no período vespertino, onde ficarão à disposição do Judiciário.

Operação – A Operação Spot mobilizou 150 policiais civis, lotados na DRE e em unidades da Diretoria de Atividades Especiais (GCCO, GOE, GEPOL, DEFAZ, DEMA, GOA) e em delegacias da Diretoria Metropolitana (DHPP, DERRFVA, DERF Cuiabá, DERF/VG, DEDDICA, DEA Cuiabá).

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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

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A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.

O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.

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Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.

Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.

Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

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Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).

Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.

Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.

Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.

Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.

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