Mato Grosso
Parceria entre Governo e entidades comunitárias beneficia 100 mil famílias
Como forma de chegar mais perto da população que vive em situação de extrema pobreza, a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, e a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Rosamaria Carvalho, fizeram a entrega de cobertores às lideranças e representantes de entidades comunitárias de Cuiabá. A iniciativa faz parte do programa Aconchego, que beneficiou mais de 100 mil famílias carentes de Mato Grosso.
A primeira-dama do Estado ressaltou que todo o esforço concentrado para a aquisição desses cobertores teve uma atenção especial.
“Tudo o que procuro fazer é no sentido de oferecer um conforto para a população. Acredito que um bom trabalho acontece com a união de esforços e por isso convidei as lideranças comunitárias para me ajudarem nesta ação, pois eles estão na ponta, no dia a dia dos bairros e conhecem a realidade das famílias”.

Entre as entidades beneficiadas destacam-se a Federação Mato-grossense das Associações de Moradores de Bairros (Femab), União Coxipoense de Associações de Moradores de Bairros (Ucam), União das Associações de Moradores de Bairros de Cuiabá (Ucamb), União Cuiabana de Clubes de Mães (UCCM), União de Clube de Mães do Coxipó (UniclubMãe) e a Associação Quilombo Abolição (ASQA).
A secretária da Setasc, Rosamaria Carvalho, pontuou que o trabalho de distribuição dos cobertores foi realizado nos 141 municípios do Estado, beneficiando um terço da população que vive na extrema pobreza, com renda familiar de até R$ 89 por mês.
“Além do Aconchego, a Setasc está trabalhando para ajudar aqueles que mais precisam, com ações, como, por exemplo, cursos de qualificação, programas de inclusão social, entre outras iniciativas. Todas as ações são acompanhadas de perto pela primeira-dama Virginia Mendes”.
Heloisa Dorileo, representando os Clubes de Mães de Cuiabá, destacou o olhar de preocupação que a primeira-dama tem para com as crianças. Ela agradeceu todo o empenho do Governo em continuar atuando nas causas comunitárias.
“A primeira-dama está no caminho certo e sabemos que podemos contar com ela e com a secretária Rosamaria para a execução de ações em prol da comunidade”.

O secretário-adjunto de Assuntos Comunitários da Setasc, Edio Martins, pontuou que a criação da Pasta foi um compromisso firmado e cumprido pelo governador Mauro Mendes e pela primeira-dama.
“Estamos empenhados em somar e atuar dentro das comunidades. O movimento comunitário tem voz e representatividade dentro do Governo, graças ao Mauro e a Virginia”, frisou Martins.
Socioeducativo
Além das entidades comunitárias, 160 cobertores também foram doados para atender jovens que cumprem medidas socioeducativas em oito unidades de internação de Mato Grosso.
“Só temos que agradecer por lembrar desses jovens em um programa tão importante que está sendo o Aconchego. É a primeira vez que isso acontece. Já não tínhamos a quem recorrer até saber que a primeira-dama iria nos incluir na iniciativa”, disse a secretária-adjunta de Justiça da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Lenice Silva Barbosa.
Mato Grosso
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Mato Grosso
Sindicatos de MT convocam servidores para Grande Ato no Dia 25 de Maio

Foto- Assessoria
O Movimento Sindical Unificado realiza um Grande Ato no dia 25 de maio às 14h com servidores estaduais e representantes de entidades sociais com o intuito de chamar atenção do governo para o acúmulo de insatisfações que atingem milhares de trabalhadores do serviço público estadual, especialmente diante da falta de respostas concretas para reivindicações históricas.
“Hoje mais de 250 mil famílias são impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA), além da crise envolvendo empréstimos consignados, das cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e da ausência de uma mesa permanente de negociação com o Executivo estadual”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
Mato Grosso
Réus são condenados a 33 anos pelo Tribunal do Júri em Paranatinga

O Tribunal do Júri da comarca de Paranatinga (339 km de Cuiabá) condenou dois réus pelo crime de homicídio qualificado durante sessão realizada na segunda-feira (04). Somadas, as penas impostas aos acusados totalizam 33 anos de reclusão, a serem cumpridas inicialmente em regime fechado.
O julgamento contou com a atuação dos promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri), que sustentaram a tese acusatória com base nas provas reunidas ao longo da investigação e instrução processual.
De acordo com a denúncia do MPMT, o crime ocorreu em abril de 2017 e teve como vítima o jovem Willias Santos de Andrade, de 19 anos. Conforme apurado, o homicídio foi praticado por motivo fútil, mediante meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima.
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu, por maioria, a materialidade e a autoria delitivas, bem como as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).
“Durante o julgamento, demonstramos que o crime foi premeditado e executado em circunstâncias que dificultaram qualquer possibilidade de defesa da vítima. O veredito dos jurados reconheceu essa realidade”, destacou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.
Com base na decisão dos jurados, o juízo da Comarca proferiu sentença condenatória, fixando a pena de 16 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, para cada um dos réus, Misael Antonio da Silva e David Emanoel de Almeida Mendes.
“As qualificadoras reconhecidas pelo Conselho de Sentença não apenas definiram o tipo penal, mas também influenciaram diretamente a resposta penal, evidenciando a maior gravidade concreta do fato”, ressaltou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.
A investigação apontou que o crime teria sido motivado por um contexto de vingança, após a vítima ter dado apoio a terceiro envolvido em um roubo, tornando-se alvo dos acusados. A execução ocorreu em local ermo, com múltiplos golpes de arma branca, evidenciando a extrema violência empregada.
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