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Pela primeira vez, Bolsonaro venceria Haddad no 2º turno, indica pesquisa BTG

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Levantamento FSB/BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira, mostra o candidato Jair Bolsonaro a frente dos demais presidenciáveis
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Levantamento FSB/BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira, mostra o candidato Jair Bolsonaro a frente dos demais presidenciáveis

Mesmo internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após sofrer um ataque durante um ato de campanha, o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro,  continua figurando como o primeiro
nas principais pesquisas de intenções de voto divulgadas até hoje sobre as eleições 2018. Além disso, no levantamento FSB/BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira (17), ele aparece vencendo pesquisas a respeito de possíveis disputas pelo segundo turno.

Ainda segundo a pesquisa, o candidato Fernando Haddad (PT), alavancou 8% em suas intenções de voto, depois de ser anunciado oficialmente como o nome do partido à disputa pelo Planalto, na última terça-feira (11). Assim, empatou com o candidato do PDT, Ciro Gomes, em segundo lugar, almejando um segundo turno contra Bolsonaro. Mesmo assim, Jair Bolsonaro
ganharia de Haddad caso disputasse hoje um segundo turno contra o petista.

Desde o levantamento anterior feito pelo BTG, na intenção de votos estimulada, Jair Bolsonaro passou de 30% de intenção de voto para 33%. Fernando Haddad
ultrapassou numericamente Ciro Gomes, subindo de 8% para 16%, mas segue empatado tecnicamente com o candidato do PDT, que foi de 12% para 14% em uma semana.

Ainda nesse mesmo cenário, o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, oscilou para baixo no limite da margem de erro, de 8% para 6%. Com isso, ele fica empatado tecnicamente com a candidata Marina Silva (Rede), que novamente teve queda e foi de 8% para 5%.

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Amoêdo voltou aos 4% ante 3% da semana anterior, enquanto Alvaro Dias viu sua intenção de voto oscilar para baixo, de 3% para 2%. Meirelles tem 2% dos votos neste cenário, ante 1% de Cabo Daciolo (PATRI). A porcentagem de quem não votaria em ninguém caiu de 13% para 9%, branco/nulo somam 2%, enquanto não sabe/não responderam foi de 8% para 5%.

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No cenário espontâneo, a intenção de votos em Bolsonaro
subiu de 26% para 30%, enquanto que a de Fernando Haddad saltou de 3% para 12%. A de Ciro subiu de 7% para 8%, a de Amoêdo se manteve em 3%, enquanto que as de Alckmin e Marina oscilaram negativamente de 3% para 2%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-06478/2018. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 16 de setembro com 2000 eleitores e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Jair Bolsonaro venceria em diversos cenários de segundo turno

Internado desde que sofreu ataque a faca, no último dia 6, Jair Bolsonaro deve ter campanha centrada na internet
Reprodução/Youtube

Internado desde que sofreu ataque a faca, no último dia 6, Jair Bolsonaro deve ter campanha centrada na internet

Pela primeira vez, o levantamento fez uma série de simulações de segundo turno
– todas com Bolsonaro
. E, ao contrário do que  mostrou a pesquisa Datafolha
divulgada na última sexta-feirada, o candidato do PSL aparece em vantagem num segundo turno contra Marina, Alckmin e Haddad, empatando apenas com o presidenciável Ciro Gomes.

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Se o segundo turno das eleições 2018
fossem hoje, segundo o BTG, Bolsonaro empataria com Ciro, com 42% dos votos. Nesse cenário, 5% dizem votar branco, 8% em ninguém e 3% não sabem ou não responderam a pesquisa.

Entre Jair Bolsonaro
e Haddad, 46% disseram votar no candidato do PSL ante 38% que votariam no petista e, quando confrontado com Alckmin, Bolsonaro aparece com 43% ante 36% do tucano. Contra Marina Silva, a diferença é ainda maior: 48% dizem que votariam no candidato do PSL, enquanto 33% confirmariam apoio à candidata.

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Relatora defende regras aprovadas sobre educação domiciliar; oposição critica proposta

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Luisa Canziani PSD - PR
Luisa Canziani: há critérios para assegurar o desenvolvimento pleno das crianças

A relatora da proposta que regulamenta a educação domiciliar (PL 3179/12), deputada Luisa Canziani (PSD-PR), afirmou que a medida garante aos pais e responsáveis o direito de educar as crianças em casa com a supervisão do poder público. “Elaboramos um texto com muita tecnicidade, para dar esse direito às famílias, mas, sobretudo, para garantir o desenvolvimento pleno das nossas crianças”, afirmou.

O texto-base do projeto foi aprovado nesta quarta-feira (18) no Plenário da Câmara, com a previsão de concluir a votação nesta quinta-feira (19). Deputados de oposição argumentaram, no entanto, que o ensino em casa enfraquece a educação pública e pode levar ao aumento da violência doméstica e do abuso sexual contra crianças.

Já a relatora defendeu a proposta e destacou a definição de critérios que garantam a qualidade desse tipo de ensino. “Vinculamos essas famílias a uma escola. Elencamos a necessidade de haver uma formação mínima para esses pais ou para esses preceptores. Ou seja, o projeto traz uma série de balizas, para que possamos assegurar o desenvolvimento pleno dessas crianças”, explicou Luisa Canziani.

Autor da proposta, o deputado Lincoln Portela (PL-MG) destacou que a educação em casa é uma realidade no País e no mundo há mais de 30 anos. “Em momento algum, quem faz a educação domiciliar ataca a escola brasileira. Nós queremos que a educação brasileira saia do 74º lugar, do último lugar no Pisa [Programa Internacional de Avaliação de Alunos]”, disse.

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Para os contrários ao texto, a educação domiciliar desprestigia as escolas e compromete a formação das crianças. “A escola não é uma opção da família. A escola é um direito da criança”, disse o deputado Professor Israel Batista (PSB-DF).

Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Ivan Valente PSOL - SP; Dep. Sâmia Bomfim PSOL-SP; Dep. Joseildo Ramos PT-BA; Dep. Vivi Reis PSOL-PA; Dep. Lídice da Mata PSB-MA; Dep. Alice Portugal PCdoB - BA; Dep. Alencar Santana; Dep. Professora Rosa Neide PT - MT; Dep. Tabata Amaral PSB - SP
Deputados de oposição protestaram contra o projeto

O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou que a educação em casa suprime a diversidade. “Ter as crianças na escola, ter diversidade de cultura, ter diversidade de cor, ter diversidade de ideologia, isto ajuda a formatar um sentido de convivência e de solidariedade entre as pessoas. A escola é isto também, um local onde as ideologias se confrontam”, declarou.

Abuso sexual
Um ponto recorrente do debate sobre a proposta foi o possível aumento de casos de violência em crianças que não frequentam a escola.

Para a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), esse será um resultado da votação. “No Dia do Combate à Exploração Infantil, esta é uma mensagem horrível que a Câmara dos Deputados passa. É um projeto que não olha para o trabalho infantil que existe e para a exploração sexual e violência doméstica”, criticou.

A líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (SP), também apontou o aumento da violência doméstica como uma consequência da medida. “Sem querer, os deputados que votaram a favor vão colocar a digital em um projeto que pode aprofundar a violência sexual de crianças e adolescentes, porque 80% dos abusos acontecem dentro de casa – e é nas escolas, muitas vezes, que será possível identificar esses casos.”

O deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) rebateu esse argumento. “A criança pode ser abusada, lamentavelmente, em qualquer situação. Isso é uma questão de polícia”, disse.

Para o deputado Lincoln Portela, não há casos de pedofilia no homeschooling. Ele criticou ainda a educação sexual nas escolas. “A reclamação que nós temos nas escolas públicas brasileiras, nas escolas confessionais brasileiras, nas escolas particulares brasileiras, é sobre o ensino sexual precoce nas escolas, é ensinar o adolescente a usar camisinha, isso sim é um absurdo”, afirmou.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli

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Deputados aprovam urgência para projeto que autoriza consórcio público a instituir fundo para custear programas

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Geninho Zuliani  UNIÃO-SP
Geninho Zuliani, autor do projeto de lei

A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei 196/20, do deputado Geninho Zuliani (União-SP), para permitir que os consórcios públicos instituam fundos para custear programas, ações e projetos de interesse público.

A proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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Aprovada urgência para projeto que torna hediondos os crimes relacionados à pedofilia

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas
Deputados na sessão do Plenário desta quarta-feira

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) o regime de urgência para o Projeto de Lei 1252/21, do deputado Osires Damaso (PSC-TO), que torna hediondos os crimes relacionados à pedofilia e aumenta a pena para os mesmos.

A proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário.

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Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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ALMT – Campanha Fake News II

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