Mato Grosso
Plano anual de recuperação da BR-163/364, entre Jangada e Várzea Grande, utiliza material tecnológico desenvolvido para a rodovia
Tráfego é operado em ‘Pare e Siga’ das 7h às 17h para garantir a segurança dos usuários

Foto: Assessoria
A segunda etapa do plano anual de recuperação do pavimento do trecho sob concessão da BR-163/364 começa a ser realizada no trecho entre Várzea Grande e Jangada. Nesta nova frente de serviços, a Concessionária Rota do Oeste utiliza tecnologia inovadora desenvolvida especialmente para o impacto de tráfego e clima de Mato Grosso.
A recuperação e manutenção da rodovia são executadas das 7h às 17h, com operação de tráfego no sistema “Pare e Siga”. A primeira etapa atendeu ao segmento da BR-163 no norte de Mato Grosso, entre Sinop e Sorriso, compreendendo ainda, um segmento específico de 7 km, entre o Posto Gil e Nova Mutum. O investimento é de R$ 30 milhões. Além da recuperação da BR-163/364, a Concessionária segue com as atividades de manutenção e conservação de todo o trecho sob concessão, atuando com obras de reparo localizado, drenagem e limpeza da rodovia, revitalização da sinalização e implantação de elementos de segurança, como as defensas.
De acordo com o diretor Engenharia e Operações da Rota do Oeste, Lucas Suassuna, o plano anual de recuperação da BR-163 prevê uma atividade mais robusta, com maior durabilidade e garantia de vida útil mais longa à rodovia. O serviço realizado entre Jangada e Várzea Grande é semelhante ao executado no norte do Estado, o que inclui a fresagem (remoção da camada asfáltica existente e danificada), aplicação do tratamento superficial duplo (TSD) para evitar a formação de trincas, a reaplicação de camada asfáltica e sinalização.
A novidade está na reutilização da camada asfáltica, que neste trecho conta com a reutilização do fresado. Um material sustentável, estudado pela Rota do Oeste e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) por meio da pesquisa “Aproveitamento de Resíduos de Pavimentos Asfálticos (RAP) em regiões de alta temperatura e tráfego pesado”. Os testes e a análise de desempenho do composto foram desenvolvidos no Laboratório de Pavimentos da Concessionária e com apoio da UFMT.
Recuperação especial – O plano anual de recuperação do pavimento da BR-163/364 é realizado no período seco, antecedendo a época de chuva e de escoamento da safra de soja, período em que o asfalto tende a sofrer um desgaste mais intenso e a recuperação fica mais complexa em decorrência da umidade.
Pare e Siga – Como as obras são realizadas em pista simples, o tráfego será gerenciado em sistema de ‘Pare e Siga’ e a Rota do Oeste recomenda aos usuários para que respeitem a sinalização e as orientações repassadas pelas equipes que trabalham no local. A medida é fundamental para evitar acidentes e garantir a segurança. Atividades desta natureza contemplam o uso de maquinários pesados na pista e contam com a presença de pessoas no local da obra. Descuidos podem resultar em acidentes graves.
Para orientar os usuários da BR-163, a Rota do Oeste disponibiliza três boletins de tráfego diariamente, informando as intervenções realizadas ao longo do trecho sob concessão. Ainda como parte das informações de tráfego, a empresa divulga todos os dias às 19h, a programação de obras para o dia seguinte, possibilitando uma programação da viagem.
Para obter informações atualizadas das condições de tráfego, os usuários também podem entrar em contato por meio do 0800 065 0163, que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.
Mato Grosso
Recursos da Feijoada Solidária garantem a entrega de mais de 600 cobertores na Baixada Cuiabana
Mato Grosso
Defensoria alerta para os primeiros sinais de violência contra a mulher
Com o aumento dos casos de violência psicológica, perseguição e tentativa de feminicídio, DPEMT destaca a importância de buscar ajuda no início para interromper ciclo

Por Alexandre Guimarães
A violência contra a mulher nem sempre começa com agressões físicas. Ameaças, perseguições, humilhações, controle da vida da vítima e o descumprimento de medidas protetivas são formas de violência que podem evoluir para situações ainda mais graves.
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:40CONSEMMA aprova até R$ 60 mil por mês para custear horas delegadas dos Bombeiros no combate às queimadas em Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:56Prefeitura de Rondonópolis prorroga investigação sobre contrato da Construtora Amil para obra da Avenida Bandeirantes
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:14Reunião entre organização da Cavalgada da Exposul e Juvam renova ações de conduta para a 38ª edição
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:46Sistema Fiemt realiza nos próximos dias várias ações em Rondonópolis
-
Mato Grosso21/07/2026 - 19:29Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:10Inscrições de animais para o 32º Torneio Leiteiro da Exposul se encerram hoje
-
Rondonópolis21/07/2026 - 17:50Associados da CDL terão capacitações exclusivas antes do Liquidaqui
-
Esportes22/07/2026 - 15:49Comercial Mamed supera o Santa Cruz e conquista o título do Campeonato Integração de Futebol Amador







