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Plano Estadual de Educação é apresentado na ALMT

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O Plano Estadual de Educação (PEE) de Mato Grosso foi apresentado à Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa durante reunião extraordinária realizada na tarde desta quarta-feira (26). O documento segue as diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE) e abrange todos os níveis e etapas de ensino, desde a educação infantil até a educação superior.

Exposto pela secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, o documento possui 16 metas e 256 estratégias que deverão ser executadas nos próximos 10 anos para melhorar a qualidade da educação em Mato Grosso. Sua elaboração ocorreu durante Conferência Estadual de Educação realizada em 2017 e desde então o texto vem sendo analisado e discutido pelo Fórum Estadual de Educação.

Durante a reunião, a secretária Marioneide apresentou as metas definidas nos planos nacional e estadual de educação e os indicadores utilizados para medi-las, bem como a situação registrada em Mato Grosso em cada uma das áreas até o ano de 2017, demonstrando que o atingimento dos objetivos propostos será um grande desafio. Diante desse cenário, a gestora chamou a atenção para a necessidade de aprovação de metas e estratégias que sejam, de fato, exequíveis.

“Os planos nacional, municipais e estaduais de educação foram criados em um contexto econômico muito diferente do que nós vivemos hoje. Precisamos refletir um PEE como uma política de estado, de continuidade das políticas públicas e, principalmente, refletir de que forma nós iremos alcançar isso, afinal propor metas, ações e estratégias é até fácil, mas como fazer para que amanhã ou depois o estado de Mato Grosso não esteja na capa dos jornais por não ter cumprido nenhuma meta do Plano Estadual de Educação? Precisamos ter condições de realizá-las e de monitorá-las para que de fato aconteçam”, ponderou.

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Segundo Marioneide, não foi feito nenhum tipo de planejamento ou projeção do impacto financeiro que a execução desse plano causará no estado de Mato Grosso, o que poderá dificultar a execução das ações traçadas.

“Eu diria que as metas são exequíveis, com exceção da que prevê a ampliação da educação infantil em creches para atender 80% de crianças de 0 a 3 anos até 2024, pois isso demanda uma melhoria do financiamento da educação. Já as estratégias são muito arrojadas, mas ao mesmo tempo estão, de certa forma, ainda desarticuladas de uma questão de financiamento da educação”, avaliou.

Além da educação infantil, outras metas difíceis de serem atingidas, segundo ela, são as relacionadas à melhoria da proficiência e dos índices de evasão escolar no Ensino Médio, à Educação de Jovens e Adultos (EJA) e ao Ensino Superior.

“Serão grandes desafios. No que se refere à EJA, o desafio maior será melhorar os índices de analfabetismo funcional, que é gritante dos 15 anos em diante. Há também as metas relacionadas à educação superior, principalmente a que prevê a expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas nas instituições públicas”, observou.

Tramitação

O texto atual do Plano Estadual de Educação será enviado à Casa Civil até sexta-feira (28) e, posteriormente, será encaminhado à Assembleia Legislativa, onde será discutido e votado. O presidente da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto, deputado estadual Thiago Silva (MDB), afirmou que o Legislativo Estado irá debater o tema de forma ampla.

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“Várias metas do antigo Plano Estadual de Educação não foram cumpridas. Queremos nos aprofundar na discussão desse novo plano para que possamos ter um plano real e buscar fontes de financiamento para melhorar a qualidade da educação em Mato Grosso”, declarou.

Segundo o parlamentar, o conteúdo do Plano Estadual de Educação será discutido na próxima reunião da Comissão de Educação, que deverá ocorrer no dia 10 de julho.

“Hoje a secretária nos apresentou alguns dados preocupantes. Precisamos discutir esses números e nos aprofundar. Nosso estado só vai ter um desenvolvimento pleno a partir do momento em que o governo der condições para a população se qualificar, e esse é o nosso objetivo aqui: que o estado possa oferecer uma educação inclusiva e de qualidade”, finalizou.

Greve na educação

A reunião desta quarta-feira contou com a presença de profissionais grevistas da educação, que se manifestaram pacificamente, empunhando cartazes com os dizeres “Estamos em Greve”.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Valdeir Pereira, a categoria reivindica o cumprimento de legislações que estão em vigência, como a Lei nº 510/2013, que dispõe sobre a reestruturação dos subsídios dos Profissionais da Educação Básica do Estado de Mato Grosso, o chamamento dos profissionais aprovados em concurso público e a melhoria da infraestrutura das unidades escolares.

A secretária Marioneide Kliemaschewsk informou que o assunto será tratado em reunião com a categoria que acontecerá nesta quinta-feira (27), às 14h.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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