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Plantar hoje, colher amanhã: o legado de plantar uma árvore

*Marcos Túlio Duarte Soares
Em setembro, celebramos o Dia da Árvore, uma data que nos lembra não apenas da importância de preservar o meio ambiente, mas, acima de tudo, de plantar mais árvores, com a visão clara de que estamos cultivando um futuro melhor para as próximas gerações. O ato de plantar vai muito além do presente, ele é um compromisso com o amanhã, pois as árvores que plantamos hoje serão a sombra e o ar puro que nossos filhos e netos irão desfrutar.
Embora saibamos dos desafios ambientais que enfrentamos, há também boas notícias: ainda há tempo de agir e fazer a diferença. Cada árvore plantada, cada área recuperada, cada pequena atitude sustentável pode transformar o cenário para as próximas décadas. A mudança climática, com todas as suas consequências, é um chamado para analisarmos as possibilidades de corrigirmos o curso. E o que isso nos mostra? Que juntos, com ações concretas, temos o poder de reverter o caminho.
Um exemplo disso é o Projeto Recuperando Nascentes, que a cooperativa Sicredi Integração Mato Grosso, Amapá e Pará iniciou em 2012. Por meio dessa iniciativa, plantamos mais de 138 mil mudas em áreas de nascentes degradadas ou em ameaça, levando vida de volta a essas regiões. As árvores, além de preservarem a biodiversidade, ajudam a regular o clima local, melhoram a qualidade do ar e garantem a continuidade das fontes de água.
Os resultados em 120 propriedades beneficiadas são visíveis: mais água, recuperação de áreas antes degradadas e uma melhora significativa no ambiente ao redor. Essas ações nos mostram que cada passo conta e é importante. Cada árvore plantada é uma nova possibilidade de um futuro mais sustentável e saudável para todos. Pode parecer um pequeno gesto diante de um desafio global, mas somado a tantas outras iniciativas pelo país e pelo mundo, ele ganha força e faz a diferença.
Acredito profundamente que o futuro que queremos – um futuro de ar puro, água abundante e ecossistemas equilibrados – depende das nossas escolhas de hoje. O plantio de árvores é um desses caminhos: uma ação simples que se transforma em um legado poderoso para as próximas gerações. Juntos, podemos plantar não apenas árvores, mas também esperança e transformação.
*Marcos Túlio Duarte Soares é presidente da Cooperativa Sicredi Integração MT/AP/PA.
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Há vagas, há trabalhadores, mas por que eles não se encontram?
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O agro no centro do mundo
Por Paulo Lucion

Paulo Lucion é empresário
Quando o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) nasceu em São Paulo, ele surgiu com uma proposta ousada: aproximar o campo da cidade, conectar tecnologia, inovação, negócios, cultura e pessoas em torno de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do planeta.
Agora, em 2026, damos um passo ainda maior. Pela primeira vez, o festival ultrapassa os limites da capital paulista e escolhe Sorriso para sediar uma edição do evento. E não poderia haver lugar mais simbólico para isso.
Sorriso não é apenas a Capital Nacional do Agronegócio. É uma cidade que representa aquilo que o agro brasileiro tem de mais forte: produtividade, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e capacidade de alimentar o mundo. Aqui, a produção acontece em larga escala, mas também se constrói conhecimento, inovação e desenvolvimento.
Receber o GAFFFF é um reconhecimento da importância que Mato Grosso conquistou no cenário nacional e internacional. Durante muitos anos, o Brasil discutiu o agro olhando para os grandes centros urbanos. Hoje, o mundo quer vir conhecer onde as coisas realmente acontecem.
Entre os dias 23 e 26 de julho, Sorriso será palco de debates sobre segurança alimentar, inovação, tecnologia, sustentabilidade, mercados globais e os desafios que definirão o futuro da produção de alimentos. Teremos mais de uma centena de palestrantes nacionais e internacionais, lideranças empresariais, produtores rurais, investidores, pesquisadores e especialistas compartilhando conhecimento e construindo conexões.
Mas o GAFFFF vai além dos fóruns e painéis técnicos. O grande mérito do festival é mostrar que o agro não pertence apenas a quem produz. O agro está presente na mesa das famílias, na geração de empregos, na indústria, no comércio, na logística, na ciência e na cultura. Por isso, o evento une conteúdo, negócios, gastronomia, entretenimento e esporte em uma experiência que aproxima diferentes públicos.
A expectativa de receber milhares de visitantes durante os quatro dias do evento também representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, comércio, prestadores de serviço e para toda a cadeia econômica do município e da região.
O GAFFFF também é uma vitrine para mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade produtiva de Mato Grosso, a força do agronegócio brasileiro e o potencial de uma região que continua crescendo, inovando e liderando transformações.
Como presidente de honra desta edição, vejo a realização do festival em Sorriso como um marco histórico. Estamos trazendo para o coração do agro mundial um evento que discute o futuro da humanidade por meio da produção de alimentos. Uma ponte entre Mato Grosso e a Faria Lima, pois a outra edição do GAFFFF será nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. A escolha das praças não é casual. Sorriso representa o centro da produção agrícola brasileira. São Paulo, por sua vez, concentra capital, grandes empresas, investidores e tomadores de decisão.
O mundo estará olhando para Sorriso. E Sorriso está pronta para receber o mundo.
Paulo Lucion é empresário, presidente de Honra do GAFFFF Sorriso e CEO da Nutribras Alimentos
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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

O que a ciência mostra :
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
Envelhecer bem ,exige preservar força
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