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Polícia Civil intensifica combate à pesca predatória com nova operação em Barão de Melgaço e Cuiabá

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (27.3), a Operação Redeiros 2, que busca combater pesca predatória, o uso de apetrechos proibidos e ao comércio ilegal de pescado nas águas da bacia pantaneira.

A operação representa a continuidade de uma estratégia investigativa estruturada, conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), voltada à desarticulação permanente de grupos criminosos que exploram os recursos naturais do Pantanal mato-grossense.

Estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal. As diligências concentram-se principalmente em Barão de Melgaço, importante polo pesqueiro da bacia do Pantanal, com um dos mandados sendo executado também na capital, Cuiabá.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá, após representação da Dema e parecer favorável do Ministério Público Estadual.

As investigações conduzidas pela especializada revelam que os suspeitos atuam de forma associada na captura, no armazenamento e na comercialização clandestina de espécies nativas com o emprego de redes predatórias e tarrafas, apetrechos expressamente proibidos pela legislação ambiental vigente. O esquema abrange a venda irregular de pescado a compradores tanto na região pantaneira quanto na Capital do estado.

“Com o cumprimento dos mandados, a delegacia especializada visa apreender apetrechos ilegais de pesca, estoques de pescado irregular, materiais de acondicionamento e novos elementos probatórios que permitam aprofundar a investigação sobre toda a cadeia de distribuição do produto ilícito”, afirmou a delegada Liliane Murata, titular da Dema.

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Segundo a delegada, os investigados responderão pelos crimes de pesca e comércio ilegal, previstos na Lei nº 9.605/1998, além de associação criminosa.

Pantanal

Situada às margens da Baía de Chacororé e do Rio Cuiabá, Barão de Melgaço figura entre os municípios de maior relevância ecológica e turística da planície pantaneira. A região, conhecida pela abundância de espécies nativas como o jaú, o pintado e o pacu, é frequentemente alvo de grupos que exploram ilegalmente o patrimônio faunístico local, impondo danos muitas vezes irreversíveis ao equilíbrio do ecossistema e comprometendo a sustentabilidade da atividade pesqueira na área.

Embora o período de defeso nas bacias pantaneiras mato-grossenses tenha se encerrado em 31 de janeiro de 2026, permanece em plena vigência a Lei nº 12.197/2023, a chamada Lei do Transporte Zero, que estabelece restrições permanentes ao transporte e à comercialização de espécies nativas de água doce, independentemente do calendário reprodutivo.

A operação conta com a participação de equipes de investigadores da unidade, com apoio da Diretoria de Atividades Especiais, agentes da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e do Juizado Volante Ambiental (Juvam).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil desarticula grupo criminoso que utilizava empresa de transporte para atuar com o tráfico de drogas

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (1º.4), a Operação Caronte, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que usava uma empresa de transportes para o tráfico de drogas no Estado de Mato Grosso.

Na operação, estão sendo cumpridos três mandados de prisão e de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário, bem como medidas de bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros até o limite de R$ 3,1 milhões para cada investigado, visando à asfixia patrimonial do grupo e à interrupção do proveito econômico obtido com a atividade ilícita.

Os mandados de prisão são cumpridos na cidade de Várzea Grande e na Penitenciária Central do Estado (PCE).

As investigações tiveram início em janeiro de 2025, após uma abordagem realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) a um motorista de carreta, em Várzea Grande, ocasião em que foram apreendidos 171 quilos de pasta base de cocaína que eram transportados no veículo.

Com o avanço das investigações, foram identificados elementos que indicaram que o proprietário da empresa transportadora seria o verdadeiro responsável pela carga de entorpecentes, utilizando-se da estrutura empresarial e da atividade formal de transporte para ocultar e viabilizar a prática do tráfico de drogas.

As investigações também apontaram que a substância entorpecente foi adquirida com o auxílio de um terceiro investigado na região de Pontes e Lacerda. Este suspeito possui diversas passagens policiais e, atualmente, encontra-se preso na Penitenciária Central do Estado (PCE). Ele responde por homicídios consumados e tentados, além de integrar organização criminosa.

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Para o titular da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), Ronaldo Binoti Filho, a operação representa mais uma ação estratégica de enfrentamento ao tráfico de drogas no Estado. “A descapitalização de grupos criminosos reafirma o compromisso institucional com a repressão qualificada ao narcotráfico em Mato Grosso”, disse o delegado.

Nome da operação

Caronte faz referência à figura da mitologia grega incumbida de conduzir travessias ao submundo, simbolizando, no contexto da investigação, o transporte clandestino de drogas sob a aparência de atividade lícita. A denominação remete ao uso da empresa de transportes como fachada para a movimentação de entorpecentes, valendo-se da estrutura logística para mascarar a atuação criminosa.

A ação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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PRF apreende droga em bagagem de passageira na BR-364, em Cuiabá (MT)

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Na tarde de terça-feira (31), por volta das 18h20, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu quatro tabletes de substância análoga ao haxixe durante fiscalização no km 387 da BR-364, em Cuiabá (MT). O haxixe é um derivado da maconha produzido a partir da resina concentrada da planta, possuindo, por isso, um teor de substância psicoativa muito mais elevado e maior valor de mercado.

A ação ocorreu durante a abordagem a um ônibus de transporte interestadual que fazia a linha Várzea Grande (MT) x Aparecida de Goiânia (GO). Com o apoio de cão de faro, os policiais identificaram a presença de droga em uma mala no bagageiro.

Após a verificação, foi localizada a passageira responsável pela bagagem onde foram encontrados os tabletes de entorpecente ocultos sob a forração. Questionada, a passageira confirmou ser a proprietária da mala e relatou que receberia uma quantia em dinheiro para transportar a droga até Goiânia (GO).

Diante dos fatos, a mulher foi encaminhada à Delegacia de Flagrantes de Cuiabá (MT), juntamente com o material apreendido.

Fonte: PRF – MT

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Polícia Civil e Procon fiscalizam loja de móveis em Acorizal investigada por golpes em aposentados

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A Polícia Civil e o Procon Estadual deflagraram, nesta quarta-feira (1.4), uma ação de fiscalização em uma loja de móveis em Acorizal, alvo de investigação por suspeitas de crimes contra aposentados e pensionistas do INSS.

O local começou a ser investigados após a Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) ser acionada pelo Ministério Público Estadual com a informação de que a loja possui um caixa eletrônico e aposentados e pensionistas do INSS iam até o local receber seus benefícios previdenciários.

Porém, conforme a denúncia, para sacar o benefício, a loja exigia que parte do dinheiro fosse usado no estabelecimento, em forma de compra.

Segundo o delegado Rogério Ferreira, titular da Decon, no estabelecimento foram constatados diversos indícios de prática ilegal que podem caracterizar crime contra a pessoa idosa na forma de coagir o idoso a contratar e também a venda casada.

“A pessoa tinha um limite de saque de R$ 500 e se ela quisesse sacar mais do que isso, tinha que fazer compras na loja, acabava condicionando”, explicou o delegado.

Diante do encontrado, a empresa foi multada pelo Procon Estadual e a Decon instaurou um inquérito para apurar os crimes de coagir pessoa idosa a contratar e venda casada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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