Policial
Polícia Civil prende 6 ladrões de banco que sequestraram família de gerente em Rondonópolis
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Uma operação da Polícia Judiciária Civil, desencadeada após investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), cumpriu na manhã desta quinta-feira (08), seis mandados de prisão temporária (30 dias) em desfavor de um grupo criminoso investigado em crime de extorsão mediante sequestro qualificado, praticado contra a família do gerente de uma agência bancária da cidade de Rondonópolis (212 km ao Sul). Os criminosos roubaram R$ 372 mil do cofre do banco.
A operação denominada “Safe Box” (em alusão ao cofre do banco) cumpriu cinco mandados em Cuiabá, levando à prisão: Donizete Oliveira de Paula, Guilherme Domingos Ferri e Hudson Conceição Mendes. Os suspeitos Jhonatha Willian Dueti Dourado e Romário Alves Pinheiro já estavam presos e tiveram as ordens de prisão cumpridas dentro da Penitenciária Central do Estado, na capital. Em Rondonópolis foi preso Gabriel Agnelo Wallauer dos Santos.
Todos tiveram mandados de prisão temporária e busca e apreensão domiciliar decretados pela juíza da 2° Vara Criminal de Rondonópolis. Os suspeitos vão responder por crime de extorsão mediante sequestro qualificado com pena de 12 a 20 anos de prisão.
O crime ocorreu no dia 2 de maio de 2018, por volta das 19h00, quando três criminosos portando armas de fogo (pistolas) invadiram a residência do vizinho do gerente do Banco Bradesco, mantendo-o em cárcere privado, tendo como finalidade entrar ar na casa do gerente da agência bancária. No dia seguinte, por volta das 04h30, mais três pessoas, portando armas de fogo, se juntaram ao grupo e invadiram a casa do gerente do banco. No imóvel estavam esposa e os filhos, um de 6 anos e outro de 4 meses.
O vizinho, a esposa e filhos da vítima foram levados para um cativeiro, permanecendo na residência apenas o gerente do Banco Bradesco. Foi exigido como garantia para libertar seus filhos, esposa e vizinho, que retirasse todo o dinheiro do cofre da agência bancária e entregasse aos criminosos.
Os autores forneceram um telefone celular à vítima para manterem contato e monitorá-la. Por volta das 08h, a vítima foi até a agência bancária, retirou a quantia de R$ 372 mil do cofre, colocou em um saco de lixo e entregou aos criminosos. Em seguida as demais vítimas foram liberadas do cativeiro e deixadas em local ermo da cidade
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Nas investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), os policiais identificaram o envolvimento de seis pessoas, sendo cinco homens oriundos de Cuiabá e um de Rondonópolis.
As investigações apontam que o alvo Gabriel Agnelo Wallauer dos Santos foi o responsável por ceder à residência usada como cativeiro. O local foi reconhecido pelas vítimas e também descoberto um comprovante da locação da residência feita por ele.
Os demais envolvidos, todos da cidade de Cuiabá, são: Donizete Oliveira de Paula, Romário Alves Pinheiro, Guilherme Domingos Ferri, Jhonatha William Dueti Dourado e Hudson Conceição Mendes.
Os suspeitos Donizete e Romário foram reconhecidos fotograficamente por uma das vítimas. Também foram identificados dois veículos utilizados no crime, sendo Gol branco, em nome do suspeito Hudson, que foi utilizado para recolher o dinheiro, e um veículo Sandero, cor cinza, em nome do pais do alvo Guilherme Ferri, que foi usado para transportar as vítimas do sequestro.
As evidências contra os suspeitos estão em relatórios, termos de depoimentos e demais documentos produzidos dentro dos autos. Na operação de hoje foram apreendidos veículos (um usado no crime e outro comprado com o dinheiro roubado) e outros produtos ainda não contabilizados.

Foto: Assessoria-PJC
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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.
O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.
Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.
Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.
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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).
A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.
Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.
Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.
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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).
Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.
Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.
Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.
Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.
Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.
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