Rondonópolis

Polícia Civil vai investigar ataque de “robôs” às redes sociais de Zé do Pátio

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Foto: Ilcimar Aranhas/PORTAL MT

O Ministério Público Eleitoral (MPE) enviou nesta segunda-feira (28) um procedimento à Polícia Judiciária Civil (PJC) para que investigue o ataque de “robôs” às redes sociais do prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (SD), candidato à reeleição no próximo dia 15 de novembro. Na última quinta-feira (24), a juíza da 46ª Zona Eleitoral de Rondonópolis, Milene Aparecida Pereira Beltramini, enviou o caso para o MPE para que investigasse possíveis envolvidos nos ataques.

O pedido de abertura de um inquérito civil e criminal foi feito pelos advogados do candidato José Carlos do Pátio por meio de uma notícia-crime, para que seja investigada a possível violação à Lei Geral de Proteção a dados Pessoais (Lei nª 18.853/2019).

As suspeitas de ataque de “robôs” têm como base uma movimentação atípica, registrada em postagens na página do prefeito no Facebook no dia 18 de setembro e que foi notificada ao Facebook no dia 21, conforme link dos posts enviado à Justiça Eleitoral junto à representação.

De acordo com levantamento realizado pelos advogados, houve um aumento na interação na página do prefeito 3,2 vezes maior que a média das publicações realizadas conforme pesquisa feita na página de José Carlos do Pátio. Já no dia 21, foi aberto um chamado junto ao suporte do Facebook para que fosse averiguado o que estava acontecendo na página do prefeito.

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Segundo o advogado Lenine Póvoas, além da referida constatação, é possível observar que a interação realizada com a página de José Carlos do Pátio levanta suspeita em decorrência do nome dos usuários que realizaram curtidas na publicação. “Conforme é possível constatar, diversas curtidas foram realizadas por usuários de origem árabe”, disse o advogado.

OS ATAQUES

Na representação enviada à 46ª Zona Eleitoral de Rondonópolis, os advogados do prefeito José Carlos do Pátio alertam sobre a possível utilização de robôs por terceiros para tentar causar prejuízos junto aos seguidores das redes sociais do prefeito. “A situação se mostra atípica durante o processo eleitoral, porque poderá ser imputado ao requerente [José Carlos do Pátio] eventual uso de “robôs” para impulsionar as suas redes sociais”, destacou o advogado Lenine Póvoas.

No documento enviado à PJC, a promotora eleitoral da 46ª Zona Eleitoral de Rondonópolis, Patrícia Eleutério Campos Dower, cita o Código Eleitoral, no artigo 57-B, § 3º, que diz que é “vedada a utilização de impulsionamento de conteúdos e ferramentas digitais não disponibilizadas pelo provedor da aplicação de internet, ainda que gratuitas, para alterar o teor ou a repercussão de propaganda eleitoral, tanto próprios quanto de terceiros”.

“O que, a depender do caso concreto, pode configurar a prática de crime(s), o Ministério Público Eleitoral se manifesta pela remessa do presente procedimento à autoridade policial competente, requisitando-se a realização de investigações preliminares acerca dos fatos mencionados na notitia criminis , sem prejuízo de instauração de procedimento inquisitivo se for o caso”, escreveu a promotora eleitoral.

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Rondonópolis

Hospital em Rondonópolis é condenado após médico esquecer Lâmina de bisturi dentro de paciente em cirurgia

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Foto: Ilustrativa

A 4ª Câmara de Direito Privado de Mato Grosso manteve a condenação de um hospital de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, que esqueceu em 2010, durante cirurgia de varizes, um bisturi na perna esquerda de uma paciente. A condenação foi divulgada nesta terça-feira (27).

De acordo com o processo, a vítima propôs a ação de indenização contra o hospital e o médico, após constatar falha na prestação do serviço de cirurgia de varizes.

A mulher foi liberara após 24h de internação e retornou, com 7 dias, ao consultório médico para consulta pós-operatória.

Nesta consulta realizou o procedimento denominado “secagem” das varizes, ocasião em que alertou o médico que na perna esquerda havia um ponto inflamado e escuro. O profissional disse que o aspecto era normal e com o tempo desapareceria.

Todavia, a vítima afirmou que passado algum tempo não houve melhora e o ponto inflamado evoluiu para massa endurecida.

Depois de se consultar com outro especialista, contatou-se que o ponto inflamado se tratava de uma haste de bisturi que havia sido esquecida dentro de sua perna, durante o procedimento cirúrgico.

No decorrer da ação a autora firmou acordo, homologado em juízo, com o médico que realizou a cirurgia.

Apesar disso, a ação seguiu seu curso e sagrou o hospital co-responsável pelo erro médico – condenando-o ao pagamento do montante de R$17 mil por danos morais e estéticos.

“Conclui-se, portanto, que o hospital requerido, até mesmo porque tem o dever de garantir a integridade física e mental do paciente, bem como dispor de recursos compatíveis com o objetivo da internação, responde objetivamente pelos danos sofridos por seus pacientes. Isso significa que, uma vez demonstrado o nexo causal entre a conduta do agente, no caso tanto do médico quanto da equipe de enfermagem, e o dano, surge o dever de indenizar”, reiterou o relator, desembargador Guiomar Teodoro Borges em seu voto.

Da redação com G1

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Rondonópolis

Thiago e Ibrahim dizem que pesquisa irregular foi ataque grotesco à inteligência do povo de Rondonópolis

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Foto: Assessoria

Os candidatos a prefeito, Thiago Muniz, e a vice, Ibrahim Zaher, disseram ter recebido sem surpresa a decisão da Justiça Eleitoral suspendendo a veiculação de pesquisa irregular divulgada pelo instituto ‘Viva Voz’. Para eles, a suspensão restabelece a verdade e demonstra que o Poder Judiciário está atento às tentativas de fraudar o processo eleitoral através da manipulação de informações.

“Esse levantamento chegou a ser apelidado pela população como ‘Pesquisa Tabajara’, dado a grosseria das falsificações. A manipulação dos dados foi um insulto à inteligência dos rondonopolitanos, um desrespeito a população. A Justiça fez sua parte repondo a verdade e o povo fará também a sua, repudiando nas urnas os candidatos que estão por trás dessa farsa grotesca”, disse Thiago Muniz.

Para Ibrahim Zaher o episódio demonstra a falta de caráter dos envolvidos. Ibrahim lembrou que essa pesquisa fraudulenta é da mesma cidade de um dos marqueteiros que atuam na eleição municipal, e que a divulgação foi realizada por um site já condenado por propaganda ilegal do atual prefeito da cidade.

“Esse negócio de produzir e divulgar pesquisas falsas é típico da velha e má política. Infelizmente ainda temos pessoas que acham que Rondonópolis é uma currutela ou um curral, ignorando que nossa população é a mais politizada do Estado. A máscara deles caiu”, disse Ibrahim

Os candidatos da coligação ‘Unir Para Crescer’ também reforçam o apelo para que a população fique atenta à outras tentativas de manipulação visando iludir os eleitores. “As pessoas que usam esse tipo de artimanha, que fazem este jogo sujo na campanha, já mostram o que podem fazer se estiverem no poder. Eles não se importam com as vidas do nosso povo e nem com o futuro do município. Vamos combate-los com firmeza e seguir trabalhando com sinceridade, apresentando propostas para unir e fazer com que nosso município volte a crescer”, finalizou Thiago.

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A coligação ‘Unir para Crescer’ é formada pelo MDB, PSB, PDT, PSC e Democratas.

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Rondonópolis

Justiça manda Zé do Pátio apagar fake news contra Luizão

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Prefeito de Rondonópolis dissemina vídeo falso para enganar seus eleitores

Foto: Assessoria

Justiça eleitoral defere a retirada do vídeo enganoso que o atual prefeito Zé Carlos do Pátio (Solidariedade), publicou em suas redes sociais sobre seu oponente Luizão. O conteúdo foi reeditado e disseminado para ludibriar seus eleitores, sobre um falso apoio a situação da saúde pública em Rondonópolis. A fake News custará à diária no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais), por cada dia de propagação enganosa do conteúdo, a partir do dia 26/10.

 “Nós somos uma ameaça, para a velha politica que está dando seus últimos suspiros. Enquanto o povo sofre com uma saúde de péssima qualidade em Rondonópolis, o prefeito fica perdendo tempo fazendo fake News, invés de pensar em salvar a vida das pessoas”.

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