Policia Federal
Polícia Federal desarticula esquema milionário de fraude previdenciária no Amapá
Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29/5), a segunda fase da Operação Ex Tunc, para desarticular organização criminosa que praticava fraudes ao benefício de auxílio-reclusão, no estado do Amapá.
A ação decorreu de trabalho em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e com a Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP) e contou com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (BOPE/AP).
Estão sendo cumpridos 150 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal no Amapá, sendo 30 mandados de prisão e 120 mandados de busca e apreensão em Macapá/AP, Santana/AP e Ferreira Gomes/AP, além de medidas de sequestro e indisponibilidade de valores e bens móveis e imóveis.
A operação, que conta com a participação de 118 policiais federais, é um desdobramento da operação Ex Tunc, deflagrada em junho de 2016, que investigou fraude em documentos para obtenção de benefícios indevidos de auxílio-reclusão e pensão por morte junto ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).
De acordo com as investigações, constatou-se que os processos concessórios eram instruídos com datas alteradas e falsa situação prisional, inexistência de vínculo entre instituidor e o dependente, bem como a ausência de efetiva contribuição ao INSS. O esquema criminoso contou com a participação de servidores públicos, advogados, presos e ex-presidiários.
Em levantamentos preliminares, a COINP demonstra que, apenas em relação aos benefícios identificados por amostragem e sob investigações, pagos de forma retroativa, houve um prejuízo causado de mais de R$ 12,5 milhões, sendo que o prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassa o valor de R$ 38 milhões.
Os investigados poderão responder, na medida das suas responsabilidades, pelos crimes de estelionato majorado contra o INSS, falsificação e uso de documentos falsos, organização criminosa, dentre outros que poderão ser identificados no decorrer das investigações. Se condenados, poderão cumprir pena de até 21 anos de reclusão.
Policia Federal
Polícia Federal prende mulher transportando cerca de 2,5 kg de cocaína no Galeão
Rio de Janeiro/RJ – Na manhã de hoje (27/12), a Polícia Federal prendeu uma mulher em flagrante. Ela tentava embarcar para Amsterdã/Holanda, transportando 2,235 kg de cocaína no Galeão.
A droga foi encontrada em um fundo falso durante a inspeção de bagagens pelo raio-x.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] | www.pf.gov.br
(21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407
Policia Federal
PF realiza maior apreensão de cédulas falsas do ano no Ceará
Fortaleza/CE – A Polícia Federal prendeu em flagrante, na manhã desta sexta-feira (27/12), uma pessoa, após ter recebido, em sua residência no Bairro Mucuripe, na capital cearense, uma encomenda postal contendo R$ 39.500 em cédulas falsas de R$ 100.
A jovem, que já foi autuada pela PF em março deste ano pelo mesmo crime (na ocasião, portava 84 cédulas falsas de R$ 10, R$ 50 e R$ 100), recebeu voz de prisão e foi encaminhada à sede da Superintendência Regional no Ceará, onde permanecerá à disposição da Justiça Federal do Ceará.
Essas ações são resultados dos trabalhos desenvolvidos pela PF no combate ao crime de moeda falsa. Incluindo a prisão de hoje, somente no mês de dezembro, sete pessoas foram presas em flagrante e um menor apreendido com cédulas falsas recebidas pelos Correios.
A apreensão de hoje é a maior realizada pela PF no Ceará, até o momento, em 2019. O crime de moeda falsa tem penas de reclusão de 3 a 12 anos e multa.
Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará
Contato: (85)9.8970-0624
Policia Federal
Polícia Federal prende homem recebendo dinheiro falso no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal prendeu em flagrante, na manhã de hoje (26/12), um homem, de 37 anos, ao receber notas falsas pelos Correios. A prisão ocorreu após uma denúncia anônima e aconteceu no bairro Engenho da Rainha.
A encomenda continha 10 notas de R$100 falsas, totalizando mil reais. As células possuíam até mesmo as marcas holográficas idênticas a das notas originais.
Ele foi encaminhado até a Superintendência Regional no Rio de Janeiro e responderá pelo crime de moeda falsa, previsto no artigo 289, § 1º do Código Penal, podendo pegar de 3 a 12 anos de prisão.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] | www.pf.gov.br
(21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407
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