Mato Grosso
Polícia Militar prende casal por homicídio e ocultação de cadáver
Policiais militares do 15º Comando Regional prenderam em flagrante um homem de 21 anos e uma mulher de 18 anos pelo homicídio e ocultação de cadáver que vitimou Railson Conrado da Silva, de 24 anos, em Matupá. O crime e a prisão dos suspeitos foram registrados nesta quinta-feira (21.04).
Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 06h a Agência Regional de Inteligência do 15º CR foi acionada para verificar a situação de desaparecimento de um morador da Gleba União. A equipe da PM de Matupá foi até o local indicado e iniciou os trabalhos de diligências.
No local, foi realizado o levantamento de novas informações, sendo posteriormente confirmado se tratar de um crime de homicídio com ocultação de cadáver com motivação a ser esclarecida.
Os policiais militares foram até a residência de um suspeito que, ao ser abordado, confessou a autoria do crime. No interior da residência foi encontrado uma espingarda Cal.38 com 09 munições intactas. Questionado sobre o crime, o suspeito afirmou desconhecer a localização do corpo da vítima.
Em seguida, um novo levantamento de informações foi realizado e, com ajuda de populares, a PM se deslocou até uma região de mata fechada, no quintal da residência dos suspeitos, onde o cadáver da vítima foi encontrado enterrado.
Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante. Em sua residência também foi identificada uma mulher, que apresentou informações contraditórias em seu depoimento, sendo conduzida para prestar esclarecimentos.
Os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia da cidade, junto com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. As equipes policiais seguem em diligências à procura de outros suspeitos que participaram do crime.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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