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Policial

Polícias Civil e Federal cumprem buscas contra suspeitos do furto ao Banco do Brasil

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A Polícia Judiciária Civil, em investigações coordenadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) em conjunto com a Polícia Federal, cumprem na manhã desta sexta-feira (03.08), nove mandados de busca e apreensão contra alvos suspeitos do furto praticado na agência do Banco do Brasil, em 1° de julho deste ano.

A investigação, desenvolvida dentro da força-tarefa com a Polícia Federal, aponta que ao menos cinco suspeitos estão envolvidos no furto a agência bancária. Eles são investigados em inquérito de furto qualificado e associação criminosa.

Foram subtraídos do banco aproximadamente R$ 340 mil em espécie, mais uma quantia em moeda estrangeira ainda não contabilizada.

A delegada Juliana Chiquito Palhares, que passou a integrar a equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), informou que denúncias ajudaram na identificação dos cinco suspeitos, sendo que um deles é autor de dois furtos a bancos ocorridos neste ano, em uma mesma agência em Cuiabá, e outros três suspeitos também têm passagens por outros crimes.

Os nomes dos investigados não serão revelados neste momento, em razão da operação objetivar arrecadar outras provas contra os investigados.

A operação Vendaval contou com o apoio de policiais civis da Gerência Estadual de Polinter e da Gerência de Operações Especiais (GOE).

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Mato Grosso

Réus são condenados a 33 anos pelo Tribunal do Júri em Paranatinga

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O Tribunal do Júri da comarca de Paranatinga (339 km de Cuiabá) condenou dois réus pelo crime de homicídio qualificado durante sessão realizada na segunda-feira (04). Somadas, as penas impostas aos acusados totalizam 33 anos de reclusão, a serem cumpridas inicialmente em regime fechado.

O julgamento contou com a atuação dos promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri), que sustentaram a tese acusatória com base nas provas reunidas ao longo da investigação e instrução processual.

De acordo com a denúncia do MPMT, o crime ocorreu em abril de 2017 e teve como vítima o jovem Willias Santos de Andrade, de 19 anos. Conforme apurado, o homicídio foi praticado por motivo fútil, mediante meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima.

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu, por maioria, a materialidade e a autoria delitivas, bem como as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).

“Durante o julgamento, demonstramos que o crime foi premeditado e executado em circunstâncias que dificultaram qualquer possibilidade de defesa da vítima. O veredito dos jurados reconheceu essa realidade”, destacou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.

Com base na decisão dos jurados, o juízo da Comarca proferiu sentença condenatória, fixando a pena de 16 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, para cada um dos réus, Misael Antonio da Silva e David Emanoel de Almeida Mendes.

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“As qualificadoras reconhecidas pelo Conselho de Sentença não apenas definiram o tipo penal, mas também influenciaram diretamente a resposta penal, evidenciando a maior gravidade concreta do fato”, ressaltou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.

A investigação apontou que o crime teria sido motivado por um contexto de vingança, após a vítima ter dado apoio a terceiro envolvido em um roubo, tornando-se alvo dos acusados. A execução ocorreu em local ermo, com múltiplos golpes de arma branca, evidenciando a extrema violência empregada.

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Mato Grosso

Policial penal e mais 10 réus são condenados por organização criminosa

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Onze réus foram condenados por integrarem uma organização criminosa ligada ao Comando Vermelho, investigada no âmbito da Operação “Iscariotes”, deflagrada para apurar crimes cometidos na região norte do Estado. A sentença é de 30 de abril, proferida pela 5ª Vara Criminal de Sinop (a 500 km de Cuiabá), e resultou em condenações que ultrapassam três décadas de prisão, incluindo a responsabilização de um agente público.

Foram condenados o policial penal Márcio de Figueiredo e os demais réus Breno Hugo do Nascimento Tavares, Daniel de Oliveira Souza, Diego Pessoa de Oliveira, Jackson Alejandro de Jesus, Jonathan Willian da Silva Lima, Jonas Rodrigues da Silva Neto, Mateus Luan Magalhães de Quadros, Vanilson Nunes de Sousa, Victor Rafael Venit e Vitória Caroline Alves Cardoso. Parte dos condenados também respondeu por tráfico de drogas e por corrupção ativa e passiva, além do crime de organização criminosa.

A maior pena foi aplicada a Daniel de Oliveira Souza, apontado na sentença como um dos principais líderes da facção criminosa. Ele foi condenado a 31 anos, sete meses e 24 dias de reclusão, em regime fechado, além do pagamento de 1.633 dias‑multa. Conforme a decisão, Daniel já estava preso e continuava a exercer funções de comando a partir do presídio, utilizando celulares introduzidos ilegalmente para transmitir ordens e coordenar as atividades criminosas.

Também foi condenado o policial penal Márcio de Figueiredo, lotado no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande. Ele recebeu pena de 19 anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado, além de 1.133 dias‑multa e da perda do cargo público. A sentença reconheceu que o servidor se valeu da função para facilitar a entrada de celulares e drogas no presídio, permitindo a atuação da facção a partir do interior da unidade.

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As demais penas impostas variam de cinco a 16 anos de reclusão. Nove réus foram condenados ao regime fechado e tiveram a prisão preventiva mantida, em razão da gravidade concreta dos crimes, da periculosidade dos envolvidos, da estrutura da organização criminosa e do risco à ordem pública. Breno Hugo do Nascimento Tavares e Jackson Alejandro de Jesus foram condenados ao regime semiaberto.

A denúncia foi oferecida em fevereiro de 2025 pela unidade desconcentrada do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop, assinada pelos promotores de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, Roberta Cheregati Sanches e Carina Sfredo Dalmolin, que informaram que recorrerão da sentença para buscar a majoração das penas.

O Gaeco é uma força‑tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

A sentença destacou que os líderes exerciam o comando estratégico, enquanto outros integrantes atuavam no transporte de drogas, arrecadação de valores, disciplina interna e apoio logístico, utilizando, em alguns casos, atividades aparentemente lícitas para ocultar a movimentação criminosa.

Batizada de “Iscariotes”, em referência à traição bíblica, a operação simboliza o rompimento da confiança institucional e o enfrentamento à infiltração do crime organizado em estruturas do Estado.

Processo 1000268-60.2025.8.11.0040.

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Policial

Ação conjunta captura quatro suspeitos após roubo a residência em Rondonópolis

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PMMT

Durante o lançamento de uma operação policial em Rondonópolis, equipes da Polícia Militar foram acionadas para atender a um roubo a residência ocorrido na manhã desta quarta-feira (29). Ao chegarem ao local, os suspeitos já haviam fugido, dando início a uma resposta rápida baseada em informações e monitoramento por câmeras de segurança.

Com o apoio do serviço de inteligência, foi possível identificar o veículo (Fiat Fastback, cor branca) utilizado na fuga e traçar a rota dos criminosos. A partir disso, foi montada uma ação integrada entre a Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal, que resultou na interceptação do automóvel na BR-364, nas proximidades da ponte do Rio Vermelho.

Durante a abordagem, três menores foram apreendidos. Na continuidade das diligências, uma mulher maior de idade, também envolvida no crime, foi localizada e presa em uma residência, totalizando quatro envolvidos na ocorrência.

Ressalta-se que a arma de fogo utilizada por um dos menores durante o roubo ainda não foi localizada, permanecendo desaparecida até o momento.

A ação resultou ainda na recuperação do veículo roubado, reforçando a eficiência do trabalho conjunto das forças de segurança e a pronta resposta diante de crimes dessa natureza.

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