Mato Grosso
Postos de fiscalização da Sefaz passam por reformas
A Secretaria de Fazenda está realizando obras de reforma em 4 dos 6 principais postos de fiscalização existentes no Estado. Até dezembro próximo elas deverão estar concluídas. Para essas obras a Sefaz está investindo cerca de R$ 3.6 milhões. O objetivo das reformas a proporcionar mais comodidade a quem passa por esses locais para serem fiscalizados e também aos servidores da Sefaz, que lá atuam, inclusive tendo que dormir em razão das escalas de trabalho.
“Melhorar a qualidade do atendimento ao público e das condições de trabalho aos nossos servidores é também uma forma de incrementar a arrecadação. Por isso decidimos fazer essas reformas há tempos solicitadas pelos usuários e também pelos nossos servidores”, afirma o secretário de fazenda, Rogério Gallo.
Estão sendo reformados os postos de Alto Araguaia e Barra do Garças, na divisa com Goiás; no de Rio Correntes, localizado no município de Itiquira, na divisa com Mato Grosso do Sul e no Posto 12 de Outubro, em Comodoro, na divisa com Rondônia. Esse último é de maior investimento. O custo final da obra No Posto 12 de Outubro será de R$ 1.490 milhão.
A revitalização posto da Serra do Caximbo, localizado no município de Guarantã, do Norte, na divisa com o Pará, está em fase de licitação. Já a reforma do Posto Flávio Gomes, na BR 163/364, saída de Cuiabá para o sul do Estado, só deve acontecer no próximo ano. Isso em razão das obras de duplicação da rodovia.
Segundo o secretário adjunto de Administração Fazendária, Kleber Geraldino dos Santos, as reformas eram necessárias já que há quase 10 anos não foram feitos investimentos para melhorar as condições de atendimento. “Estamos trabalhando nas áreas internas e externa. Na área externa estamos melhorando as áreas de estacionamento, bem como as entradas e saída. Internamente adquirimos novos computadores e mobiliários para agilizar e melhorar o atendimento. Investimos inclusive na reforma dos dormitórios, para proporcionar mais conforto no descanso de nossos servidores escalados para trabalhar nos local”, explica Kleber Geraldino.
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Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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