Política MT
Prefeito de Primavera do Leste tira férias pela primeira vez em cinco anos de mandato

Léo Bortolin- Foto: Assessoria
O prefeito de Primavera do Leste, Léo Bortolin (MDB), irá tirar férias por um período de 14 dias. É a primeira vez que o chefe do executivo municipal se afasta em seus cinco anos de mandato. A concessão de férias ao prefeito municipal está prevista na Lei Orgânica do Município.
Segundo informações apuradas pela reportagem, o período de ausência será uma oportunidade para o prefeito recarregar suas energias e voltar com ainda mais disposição para continuar trabalhando pela cidade. Durante o afastamento, o vice-prefeito, Ademir de Goes (UNIÃO), assumirá a gestão da cidade.
Ademir é formado em engenharia agronômica e atua como produtor rural. Desde o início do mandato, ele tem tido um papel político essencial, de negociação junto ao legislativo e interlocução com a sociedade civil, além de contribuir para a gestão da administração.

Ademir de Goes, Vice-prefeito- Foto: Assessoria
A transmissão de posse será realizada nesta sexta-feira, 24 de fevereiro. Durante seu período como prefeito em exercício, Ademir manterá a relação de diálogo e trabalho conjunto com a câmara municipal, fundamental para o desenvolvimento da cidade.
O vice-prefeito tem atuado com determinação e sucesso desde o início da gestão e trabalhará com ainda mais garra e contundência para manter os serviços públicos em pleno funcionamento e dar continuidade ao trabalho já realizado por Léo e sua equipe. A transição de poder é uma oportunidade para Ademir mostrar sua capacidade de liderança e gestão pública, bem como para consolidar a união entre os poderes executivo e legislativo em Primavera do Leste.
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Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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